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Mesmo com estiagem, Sanepar garante água para combate a incêndios

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Mesmo com a estiagem severa e a necessidade de rodízio no abastecimento em algumas regiões do Estado, a Sanepar garante o fornecimento gratuito para os caminhões de combate a incêndio utilizados pelo Corpo de Bombeiros, que mantém ativos 240 veículos. Dos 12 grupamentos dos bombeiros no Estado, 11 estão em cidades-polo atendidas pela Sanepar. Nesses municípios, o acesso à água ocorre por meio de hidrantes instalados na própria corporação ou em calçadas, parques e outros locais estratégicos.

Esses pontos são definidos pela própria corporação, que pode solicitar à Sanepar a desativação ou instalação de equipamentos conforme a demanda. As condições de funcionamento são revisadas, periodicamente, pelo Corpo de Bombeiros, que encaminha à Sanepar as demandas de manutenções preventivas e corretivas.

Em cada cidade, os bombeiros têm um mapa com a localização dos hidrantes e uma chave especial que permite conectar a mangueira ao equipamento. De modo geral, os caminhões já saem dos quartéis abastecidos, mas, no atendimento a uma ocorrência o mapeamento facilita a busca por água no ponto mais próximo se houver necessidade de recarga do caminhão.

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Os hidrantes são ligados diretamente à rede de distribuição da Sanepar para uso imediato. A logística garante o abastecimento mesmo em situações de rodízio porque, com o cadastro em mãos, os bombeiros podem carregar os caminhões em hidrantes de outras regiões, segundo o gerente de Produção de Água da Sanepar em Curitiba e Região Metropolitana, Fabio Basso. “Mesmo se a área do Corpo de Bombeiros estiver na programação do rodízio, eles podem buscar água em outros pontos”.

Na Região Metropolitana de Curitiba há 346 hidrantes. Na segunda maior região do Estado, em Londrina e Cambé, são 356 equipamentos. Em Maringá há cerca de 200 e em Cascavel são 164 hidrantes.

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Consulta pública aprova modelo cívico-militar em 163 colégios

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O balanço parcial desta sexta-feira (30), quarto dia da consulta pública sobre a migração de escolas do sistema tradicional para o modelo cívico-militar, mostra que a alteração foi aprovada em 163 escolas onde o quórum de votação foi alcançado. Outras 54 escolas continuam a votação na manhã deste sábado (31) e também após o feriado.

A estimativa da equipe da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, que coordena a consulta, é que ainda na noite desta sexta-feira (30) mais 28 escolas, das 54 que ainda estão fazendo consulta, possam atingir o quórum. As demais terão um tempo maior para finalizar o processo na próxima semana.

O balanço divulgado no final da tarde aponta que mais de 72 mil pais, estudantes, funcionários de escola e professores já registraram a opinião sobre a proposta de alterar o modelo de escolas.

No total, 217 instituições de ensino, em 117 municípios do Paraná, estão com processo de consulta pública aberto para que a comunidade escolar vote.

A votação continua neste sábado, das 8 às 12 horas, nas escolas em que o quórum absoluto não tenha sido alcançado ainda. E retoma depois do feriado, com horário das 8h às 20h. O projeto, que criou o modelo Cívico-Militar e a consulta pública, permite a extensão da votação até atingir o quórum necessário.

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APROVAÇÃO – Para que a implementação seja efetivada, é preciso que mais de 50% das pessoas aptas a votar na escola participem da consulta e que a maioria simples dos votantes (50% e mais um voto) seja favorável ao programa — o maior do país na área, com investimento de cerca de R$ 80 milhões, direcionado a 129 mil alunos. Nos colégios onde a migração for aprovada, haverá implementação da modalidade cívico-militar em 2021.

As escolas contarão com aulas adicionais de Português, Matemática e Civismo, permitindo aos estudantes que aprendam sobre leis, Constituição Federal, papel dos três poderes, ética, respeito e cidadania. No Ensino Médio, haverá, ainda, a adição da disciplina de Educação Financeira.

Além de questões curriculares, outra mudança trazida pela nova modalidade de ensino — que será aplicada em escolas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio — é a gestão compartilhada entre civis e militares.

O diretor-geral e o diretor-auxiliar permanecem sendo civis e as aulas continuam sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto o diretor cívico-militar será responsável pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá, também, de dois a quatro monitores militares, conforme o tamanho da escola.

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CONSULTA PÚBLICA — É necessário levar documento pessoal com foto para a votação, e recomenda-se que cada pessoa leve sua própria caneta. Pais ou responsáveis votam de acordo com o número de matriculados sob sua tutela na escola, ou seja, uma mãe com três filhos pode votar até três vezes.

Estão sob consulta da comunidade colégios em regiões com alto índice de vulnerabilidade social, baixos índices de fluxo e rendimento escolar, conforme a legislação aprovada pela Assembleia Legislativa.

As escolas também precisam estar em municípios com mais de dez mil habitantes e que tenham ao menos duas escolas estaduais na área urbana.

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