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McLaren Senna GTR vira kit Lego Technic com 830 peças

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McLaren Senna GTR
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McLaren Senna GTR vira kit da linha Lego Technic com 830 peças de montar com detalhes iguais ao do modelo original


A Lego e a fabricante britânica McLaren anunciam o lançamento de um kit do supercarro Senna GTR. Com 830 peças, faz parte da linha Technic, a mais tecnológica da fabricante dinamarquesa de brinquedos, que se caracteriza pela presença de uma série de componentes funcionais.


Voltado para pessoas com mais de 10 anos de idade, o McLaren Senna GTR é o primeiro modelo da marca britânica a ganhar um kit da linha Technic. Com 32 cm de comprimento, traz portas que se abrem e um sistema de direção funcional, além de um motor V8 com pistões que se movimentam como no carro de verdade, mas sem combustão.

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O lançamento global do kit acontece em 1º de janeiro de 2021. Este não é o primeiro kit desenvolvido em parceria pelas duas empresas, que já deu origem a miniaturas dos modelos P1 , 720S e Senna , da linha Speed Champions.

Senna GTR real


Revelado como conceito no Salão de Genebra (Suíça), em março de 2018, o McLaren Senna GTR é uma variação do Senna voltada apenas para uso em pista. Com produção limitada a apenas 75 unidades, foi criada sem as amarras das regras para a homologação para uso em vias públicas. De acordo com os números da fabricante o supercarro acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos e pode atingir 337 km/h.

Isso faz do McLaren Senna GTR um carro de competição puro, sem airbags e itens como uma central multimídia. Além de um pacote aerodinâmico exclusivo, que fornece 1.000 kg de pressão aerodinâmica, o GTR real traz um motor 4.0 V8, de 825 cv, que funciona em conjunto com o câmbio automatizado de dupla embreagem, projetado para uso em competições, além de um conjunto de suspensão revisto.

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Fonte: IG CARROS

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Volvo XC60 Polestar: o equilibrista

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Carlos Guimarães/iG

Volvo XC60 Polestar: rodas de aro 22 com pneus de perfil baixo e freios da marca que fornece para trens-bala entre as novidades

Para qualquer um que curte o prazer de dirigir, ver a invasão dos SUVs por todos os lados é um exercício de aceitar o sinal dos tempos atuais. Não tem jeito, eles estão querendo tomar lugar até dos legítimos esportivos, desafiando as leis da física com parafernálias eletrônicas e ideias mirabolantes do pessoal de engenharia. Imagine marcas como Ferrari, Porsche, Lotus e Aston Martin entrando nessa vibe. Parece surreal?

Então, pense em um SUV seguro, confortável e eficiente como o Volvo XC60 em uma rara versão com acerto esportivo, preparado pela Polestar, divisão da marca sueca que usa componentes de suspensão Öhlims e freios Akebono, marca usada nos trens-bala. Pode parecer um exagero, mas é essa a realidade do mercado hoje em dia: a ordem é usar de todos os recursos disponíveis com foco nos SUVs.

No caso da Volvo, o resultado é o XC60 Polestar, que custa R$ 383.950 no Brasil e chega para aqueles que acham bonito a ideia de fazer um carro de mais de duas toneladas de peso, 21,6 cm de vão livre do solo e 2,61 m2 de área frontal ficar se equilibrando nas curvas como fazem com maestria cupês, sedãs e peruas esportivas bem mais leves, baixos e compactos. Não resta dúvida que a marca sueca fez um trabalho bem feito na parte estrutural do carro, mas a vocação do XC60 não é bancar o rei das pistas.

Acelerando o Volvo XC60 Polestar

Pegamos uma estrada rumo ao interior de São Paulo e selecionamos o modo Polestar, o mais esportivo. E sentimos que a suspensão ficou com ajuste mais rígido, bem como a direção, o que ajuda a manter o SUV mais estável nas curvas. O efeito colateral fica por conta dos solavancos em piso irregular, algo que fica ainda mais evidente com os enormes pneus de perfil baixo 265/35R 22.

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Mas afora a parte de freios e suspensão, além de alguns detalhes de aerodinâmica e do visual, o XC60 Polestar é igual ao T8 convencional. Pelo menos no modo mais esportivo de condução, senti falta de um acerto diferente do conjunto mecânico. O câmbio continua programado para manter o motor no nível de rotação mais baixo possível para economizar combustível, sem segurar o giro quando você está com a faca entre os dentes prestes a entrar numa curva e precisa do motor “cheio”.

Na comparação com as demais versões do XC60, a Polestar também vem com bancos com apoios laterais mais largos e cintos de segurança chamativos, de tom amarelado, bem como um sistema de som ainda mais caprichado, da renomada Harmann Kardon. São 600 watts de potência e 13 alto-falantes, que realmente empolga, até mais que o desempenho do SUV. E olha que o motor 2.0 turbo rende 320 cv e funciona em junto com o elétrico de 87 cv, somando 407 cv, potência para acelerar de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos e atingir 230 km/h, conforme a fabricante.

Para completar a pacote da Polestar, o XC60 recebeu grade dianteira pintada de preto brilhante (assim como outros detalhes, como carcaças dos retrovisores), para-choques exclusivos e o logo da marca, uma estrela estilizada. Bem que poderiam ter incluído costuras do revestimento interno no mesmo tom da cor amarelada dos cintos de segurança, além de couro do tipo Alcantara, como as rivais alemãs Audi, Mercedes, BMW e Porsche.

O forte do Volvo XC60 continua sendo a eficiência e a segurança, com uma longa lista de equipamentos de série que incluem até assistente de permanência de faixa, capaz de mover o volante sozinho para manter o carro na trajetória e emitir um alerta para o motorista ficar mais atento. Se insistir em sair ficar invadindo a pista do lado surge no painel a sugestão de fazer uma pausa para tomar um café.

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E com o sistema híbrido, o XC60 Polestar pode rodar até 1.400 km sem precisar reabastecer, conforme dados do Inmetro, usando o motor a combustão em conjunto com o elétrico na estrada e levando em conta o tanque de 70 litros de gasolina. Em trecho urbano, conforme e mesma fonte, o carro pode fazer 19,2 km/l, ante 20 km/l em percursos rodoviários.

A questão de espaço é outro ponto forte do XC60, com 468 litros no porta-malas e capacidade de levar cinco ocupantes em sem nenhum aperto. Apenas a central multimídia poderia ser mais fácil de ser manuseada, o que já está sendo providenciado pela Volvo em parceria com o Google, com funcionamento mais intuituvo que o atual e que também deverá se conectar aos celulares sem precisar de fios.

Conclusão

O Volvo XC60 tem versões bem mais interessantes que a Polestar, que é mais de R$ 30 mil mais cara que a T8 Inscription (R$ 351.950). O SUV da marca sueca se mantém entre os melhores do mercado nos quesitos eficiência, conforto e segurança, mas se você quer mesmo um utilitário híbrido com o lado esportivo mais acentuado é bom olhar para as inúmeras opções ao redor.

Porém, em alguns casos, terá que pagar mais que o que custa o XC60 Polestar. O Porsche Cayenne E-Hybrid V6 Turbo sai por R$ 459 mil. Já o BMW X3 XDrive30e tem preço sugerido de R$ 367.950 e o Range Rover Evoque HSE R-Dynamic Black é tabelado em R$ 322.300.

Ficha técnica – Volvo XC60 Polestar

Preço:  R$ 383.950
Motor: 2.0, quatro cilindros, turbo, gasolina 
Potência: 320 cv a 5.700 rpm / + 87 cv do elétrico 
Torque: 40,8 kgfm a 2.200 rpm / + 24,5 kgfm do elétrico
Transmissão: automático, oito marchas, tração integral 
Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / multilink (traseira)  
Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos ventilados (traseiros)  
Pneus: 265/35 R122 
Dimensões: 4,69 m (comprimento) / 1,90 m (largura) / 1,66 m (altura), 2,87 m (entre-eixos)  
Tanque: 70 litros  
Porta-malas: 468 litros  
Consumo gasolina: 19,2 km/l (cidade) / 20 km/l (estrada)  
0 a 100 km/h: 5,3 segundos  
Velocidade máxima: 230 km/h

Fonte: IG CARROS

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