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Maxiscooter Honda Forza 750 é apresentada oficialmente

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Honda Forza 750
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Honda Forza 750


A Honda apresentou oficialmente nesta semana a maxiscooter Forza 750, modelo que estreia na linha 2021 para ser o maior da família, que conta também com modelos de 350 e 125 cilindradas.


A Honda Forza 750 tem peso em ordem de marcha de 235 kg e traz uma suspensão dianteira com garfo invertido na dianteira e sistema monoshock na traseira, ambos com curso de 120 mm. O motor é o mesmo bicilíndrico de 745 cc usado na Honda X-ADV disponível no mercado brasileiro, porém em uma variação de 58,6 cv preparada para atender às normais de emissões Euro V.

Equipado com um tanque de gasolina de 13,2 litros, a Forza 750 consegue obter médias de consumo de até 27,78 km/h e está equipada com um câmbio de seis marchas e dupla embreagem.


Na parte tecnológica, os destaques do modelo são o painel TFT que permite a conexão com o smartphone do piloto, além de um seletor de modos de condução com quatro opções de calibragem (Standard, Sport, Rain e User), sendo três acertos padrão e o último personalizável, permitindo alterar as respostas do acelerador, freios, e de intervenção do controle de tração.

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Forza 350

Honda Forza 350
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Honda Forza 350


Apresentada na Tailândia em julho, a Forza 350 começa a ser oferecida também no mercado europeu. Este modelo é o substituto da sccooter Forza 300, que foi mostrada no Brasil durante o Salão Duas Rodas do ano passado e chegou a ser confirmada para chegar este ano no mercado brasileiro.

Além do novo visual, o principal destaque mecânico do Forza 350 em relação ao antecessor é o motor de 350 cc, que desenvolve 29,2 cv. Ou 4,1 cv a mais que o bloco usado na antiga Honda Forza 300.

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 versões do Volkswagen Polo que não tivemos no Brasil

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O Volkswagen Polo surgiu em 1975 como uma versão mais modesta do Audi 50, um hatch compacto criado naquele mesmo ano para ocupar uma posição abaixo do Golf no mercado. Atualmente, o modelo está em sua sexta geração e segue como um dos mais vendidos pela marca no mundo. Além da Europa, é produzido atualmente também em países como Brasil, China e África do Sul.

No mercado brasileiro, o Volkswagen Polo chegou pela primeira vez apenas em 1996, na terceira geração. Importado da Argentina na versão sedã Classic, veio para ocupar o espaço deixado pelo Voyage , que saiu de cena com a chegada do Gol “bolinha”. Aqui, era equipado inicialmente com o motor 1.8 AP brasileiro, tendo recebido já perto do final da sua vida, em 2001, uma variação com motor 1.0 16V.

O primeiro Polo brasileiro (4ª geração na Europa) nasceu em 2002 e seguiria em produção até 2014, já que a Volkswagen escolheu não comercializar por aqui o Polo de 5ª geração. O modelo só voltaria ao Brasil em 2017, com o lançamento do carro atual, de 6ª geração. Confira abaixo algumas variações do compacto que nunca tivemos por aqui.

1 – CrossPolo

VW CrossPolo
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VW CrossPolo: versão com apelo aventureiro, mas de um jeito mais sofisticado, o que inclui opção de motor a diesel


O Polo de quarta geração foi fabricado em São Bernardo do Campo (SP) nas versões hatch de cinco portas e sedã. Mas embora os carros com visual aventureiro já fizessem sucesso no Brasil dos anos 2000, uma variação que nunca tivemos por aqui foi a CrossPolo , que também era conhecido no exterior por nomes como Polo Dune e Polo Soho.

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Como o nome deixa claro, esse CrossPolo cumpria na Europa o papel que era do CrossFox no Brasil, apostando na mesma receita de suspensão elevada e apliques plásticos na carroceria. Só não trazia o estepe na tampa do porta-malas.

2- Volkswagen Polo R WRC

VW Polo R WRC
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VW Polo R WRC: com 220 cavalos foi uma versão lançada em alusão ao modelo do Campeonato Mundial de Rali


O Polo de 5ª geração marcou o retorno da Volkswagen para o WRC. Para se adequar às regras do Grupo N, a marca alemã teve que produzir um lote de 2.500 unidades de uma versão de rua do seu carro de rali.

Foi assim que surgiu o Polo R WRC . Além do visual marcado pelos elementos de estética esportiva, trazia sob o capô um motor 2.0 TSI de 220 cv, que era combinado a um câmbio manual de seis marchas. Essa cavalaria permitia ao hatch acelerar de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos e atingir 243 km/h de velocidade máxima.

3 – Polo “Ameo”

VW Ameo
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VW Ameo era uma espécie de notchback, meio termo entre sedã e hatch, que também não tivemos no Brasil


Assim como a legislação brasileira cobra impostos menores dos carros com motores até 1.0, na Índia a taxação beneficia os carros com menos de quatro metros de comprimento.

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Isso deu espaço para a criação de uma categoria de inclui até sedãs “cortados” para caber na medida. Um desses modelos era o Volkswagen Ameo , modelo que era um Polo hatch de 5ª geração que foi adaptado para receber uma curtíssima traseira sedã.

4 – Polo russo

VW Polo
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VW Polo com estilo mais arrojado, vendido na Rùssia, é outra variação do modelo que não vimos no Brasil


Enquanto aqui no Brasil a Volkswagen usou a base MQB-A0 do Polo de 6ª geração para desenvolver o Virtus, na Rússia a marca alemã optou por criar uma solução de custo mais baixo.

Chamado apenas de Polo por lá, esse carro usa a base PQ25 do hatch de 5ª geração, combinada com uma carroceria exclusiva, do tipo liftback, que traz elementos dos Volkswagen mais atuais combinada com uma tampa do porta-malas que abre até o teto.

5- Polo GTI

VW Polo GTI
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VW Polo GTI europeu é mais sofisticado e rápido que o GTS que temos hoje em dia no Brasil


A versão mais potente do Polo no Brasil é a GTS , que está equipada com um motor 1.4 TSI de 150 cv e permite atingir os 207 km/h de velocidade máxima e acelerar de 0-100 km/h em 8,4 segundos.

Já na Europa, a variação mais apimentada do Volkswagen Polo é a GTI, que é equipada com o mesmo motor 2.0 TSI que era visto nos últimos Golf GTI nacionais, mas calibrado para desenvolver 200 cv. Com este propulsor, que é combinado com um câmbio automatizado DSG de seis marchas e dupla embreagem. O Polo GTI vai a 100 km/h em 6,7 segundos e atinge os 238 km/h de máxima.

Fonte: IG CARROS

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