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Marca anuncia iPhone 12 cravejado de meteorito por R$35 mil

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iPhone 12
Caviar / Divulgação

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A Apple ainda não anunciou oficialmente o iPhone 12 , mas isso não impediu a empresa russa Caviar , conhecida por produzir versões customizadas de smartphones com acabamento extravagantes e luxuosos, de anunciar uma edição limitada do aparelho, tendo o espaço como tema e pedaços de meteoritos integrados à tampa traseira.

São três modelos da linha Space Odissey : Moon (Lua), Mercury (Mercúrio) e Mars (Marte). Eles serão baseados no iPhone 12 Pro ou Pro Max, com capacidade interna de 128, 256 ou 512 GB. A traseira de vidro foi substituída por uma chapa de titânio, à qual é integrada o que a empresa chama de “pedra composta” representando um céu estrelado e as superfícies dos corpos celestes.

Todos os aparelhos têm embutido em sua traseira um pequeno pedaço do meteorito Muonionalusta, que tem cerca de 4,5 bilhões de anos e caiu entre a Finlândia e a Suécia cerca de 1 milhão de anos antes de Cristo.

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Assim como os outros produtos da Caviar, os novos iPhones não são baratos: o Space Odissey Moon custa a partir de US$ 5.830 (cerca de R$ 31 mil), o Mars a partir de US$ 6.110 (R$ 32.300) e o Mercury a partir de US$ 6.600 (R$ 35 mil). Isso pelo modelo “básico”, baseado em um iPhone 12 Pro com 128 GB de memória interna.

Segundo a Caviar, apenas 19 unidades de cada modelo serão produzidas. Os aparelhos estão em pré-venda, ainda sem data para entrega. O frete é grátis, para qualquer parte do mundo.

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LGPD: primeiro processo com base na nova lei tem sentença proferida

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LGPD
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Lei Geral de Proteção de Dados começou a valer na última semana

A primeira Ação Civil Pública com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , que entrou em vigor no último dia 18 , teve sua sentença proferida na terça-feira (22), pelo juiz Wagner Pessoa Vieira, da 5.ª Vara Cível de Brasília. Trata-se do caso do site “Lembrete Digital”, que comercializava milhões de dados de brasileiros. A nova norma exige o tratamento adequado de informações neste sentido.

Na decisão, o juiz de direito afirmou que a “presente ação não merece prosperar”. O despacho foi motivado, ainda de segundo o magistrado, pela retirada do site do ar, pois constatou que o domínio lojainfortexto.com.br está “em manutenção”.

“Esse fato [de o site estar em manutenção], provavelmente, decorre da circunstância de que, com o recente início de vigência da Lei 13.709/18, ocorrido em 18/09/2020 (sexta-feira passada), os responsáveis pelo sobredito sítio devem estar buscando adequar os seus serviços às normas jurídicas de proteção de dados pessoais”, afirma o juiz Wagner Vieira na sentença.

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O documento ainda esclarece que o magistrado entendeu que, neste momento, não há “interesse processual do autor para agir através desta ação civil pública”. Isto porque o site estar em manutenção evidencia que não há risco de lesão ou ameaça a ser justificada. “A pretensão de tutela inibitória deduzida na inicial, com o que a presente ação se torna inútil”, explica a sentença.

Sobre a decisão, ainda cabe lembrar que o juiz de direito não julgou mérito. Isso significa que ele encerrou o processo em virtude do fato que impossibilita ações mais abrangentes.

De qualquer forma, o caso ainda pode ser investigado novamente pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) se a página voltar ao ar ou mudar de nome. Outro caminho para que o MPDFT recorra à sentença é justificar ser possível saber os nomes dos envolvidos, mesmo com o site fora da web.

Entenda o caso

A ação foi apresentada pelo MPDFT no último dia 21 com alegações de que o site intitulado “Lembrete Digital” estaria promovendo a comercialização indiscriminada, e fora dos novos padrões da LGPD , de dados de milhões de brasileiros.

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Apenas de residentes naturais de São Paulo, foram contabilizados mais de 500 mil pessoas atingidas. Os dados englobavam não só nome e telefone, por exemplo, mas e-mails, endereços postais, cidades, estados, etc.

Com a entrada da LGPD , o MP apresentou a ação acusando o site de violação à privacidade , intimidade, imagem, entre outros direitos assegurados pela Constituição Federal. A norma recepcionada prevê o tratamento correto e autorizado de dados pessoais , sendo necessária a autorização do titular da informação para o uso do material.

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