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Mapa finaliza sistema para registro nacional de equipamentos agrícolas

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentou nesta terça-feira (30), em videoconferência com o Instituto Pensar Agro, a Plataforma Nacional de Registro e Gestão de Tratores e Equipamentos Agrícolas (AGID). O sistema, que deve ser lançado até a primeira semana de agosto, permitirá o registro oficial de tratores e equipamentos agrícolas, sem custo para o produtor rural.

Com o registro, será possível ter um documento único com identificação geral do veículo e histórico de donos. Assim, em caso de roubo e furto, será possível compartilhar informações com instituições policiais para averiguações e investigações de casos suspeitos.

O registro também facilitará as operações financeiras de compra, venda, financiamento e seguro e também a comunicação de sinistros. Quando lançada, a plataforma estará disponível na versão web e em aplicativos IOS e Android.

Participaram da apresentação a ministra Tereza Cristina, o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, e o diretor de Inovação, Cleber Soares.

A Lei nº 13.154/2015 e a Resolução Contran nº 587/2016 estabelecem que os tratores e demais aparelhos automotores destinados a puxar ou arrastar maquinaria agrícola ou a executar trabalhos agrícolas fabricados a partir de 1º de janeiro de 2016, desde que facultados a transitar em via pública, são sujeitos ao registro, em cadastro específico do Ministério da Agricultura. O sistema para o atendimento da legislação está sendo desenvolvido em conjunto com o Instituto CNA, por meio de um acordo de cooperação técnica. 

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MAÇÃ/CEPEA: Volume colhido na campanha 2019/20 recua quase 20%

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Cepea, 3/7/2020 – O volume de maçãs colhido no Sul no Brasil recuou quase 20% nesta safra 2019/20, somando 939 mil toneladas, de acordo com a ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã). Isso porque, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, diversos fatores climáticos afetaram a produção, como o inverno mais ameno, chuvas na primavera (período de florada) e o grande déficit hídrico no verão do ano passado. A variedade mais afetada foi a fuji, que teve quebra de safra bastante expressiva, principalmente em São Joaquim (SC) e em Vacaria (RS). Assim, agentes estimam que, do volume total colhido nesta campanha, apenas 35% seja de fuji e 60% de gala. A concentração de frutas miúdas também foi maior, refletindo o clima mais seco no período de enchimento das maçãs. De acordo com agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea, esse cenário reduziu a participação das frutas graúdas (até o calibre 110) no volume total colhido, que deve ser de apenas 20% para a fuji e de 10% para a gala. Como resultado, as cotações das maçãs de maior calibre foram impulsionadas neste ano. No segundo trimestre de 2020 (abril a junho), por exemplo, o preço da gala calibre 110 Cat 1 foi de R$ 89,77/cx de 18 kg na média das regiões classificadoras, alta de 48% frente ao do mesmo período do ano passado. A fuji de mesmo perfil foi vendida por R$ 94,81/cx de 18 kg, aumento de 68% na mesma comparação. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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