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Lei que regulamenta o sistema “Pare e Siga” já está em vigor no Paraná

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Com o objetivo de salvar vidas, a lei nº 20.159/2020 que regulamenta o sistema “Pare e Siga” nas rodovias paranaenses entrou em vigor no último sábado (27) no Paraná. A iniciativa foi apresentada na Assembleia Legislativa do Paraná pelo deputado Marcio Pacheco (PDT) e dentre as novidades acaba com os bloqueios durante as obras de manutenção nas rodovias.

A nova lei foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB). De acordo com a legislação, o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná (DER-PR) e as concessionárias de pedágio que atuam no Estado deverão providenciar a sinalização de acordo com a disponibilidade da pista ou acostamento para que seja possível manter, com segurança, o fluxo de veículos nos dois sentidos da via de forma ininterrupta.

Caso a obra exija a interrupção completa da rodovia, o DER e as concessionárias deverão sinalizar de maneira adequada e com grande antecedência do ponto de bloqueio, utilizando dispositivos de segurança. A nova lei também prevê que os administradores das rodovias deverão evitar a interrupção de longos trechos de pista.

O deputado falou sobre a importância da aplicação da lei, que tem como principal intuito salvar vidas e garantir mais segurança para quem trafega e trabalha nas rodovias. “Trata-se de uma proposta de extrema importância na prevenção de acidentes nas rodovias paranaenses, mas, agora, é preciso que a lei seja, de fato, aplicada no estado”, afirma Pacheco.

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O deputado ressalta que “o gerenciamento ineficaz do controle do tráfego com a interrupção do fluxo de veículos no sistema “Pare e Siga”, alternadamente, é gerador de acidentes que muitas vezes são fatais. “São obras mal gerenciadas, mal sinalizadas, com controle equivocado do tráfego, acabam gerando problemas maiores como o aumento exponencial do tempo da viagem e, o maior de todos, a perda de vidas devido aos acidentes”, complementa Pacheco.

A iniciativa do parlamentar ocorreu justamente pelos inúmeros acidentes registrados nas vias que cortam o estado todos os anos. Na maioria deles os motoristas não percebem a sinalização e nem a ordem do “Pare e Siga” nos trechos em obras, causando as tragédias.

Um deles ocorreu na BR-277, no perímetro urbano de Cascavel, em 28 de julho de 2019, envolvendo um caminhão frigorífico, uma moto e cinco carros. O acidente resultou em três mortos e cinco feridos, sendo um em estado grave, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Ainda de acordo com a PRF, a pista no trecho da rodovia estava passando por manutenção de pintura e parte do fluxo de veículos estava sendo desviada para a rua marginal, o que deixou o trânsito lento. O motorista do caminhão, de 34 anos, não conseguiu frear a tempo e atingiu os demais veículos.

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Outro grave acidente durante o sistema “Pare e Siga” também ocorreu na BR-277, mas na região de Campo Largo, em 25 de maio de 2017, deixando três pessoas feridas e seis mortos. A batida envolveu oito veículos, sendo cinco carros e três caminhões.

As vítimas fatais estavam em três desses dos automóveis, que acabaram prensados por uma carreta que não conseguiu parar ao se deparar com uma fila na rodovia. Entre as vítimas duas filhas de Elizabeth Lemanski, sócia da Rede Paranaense de Comunicação (RPC).

Projeto – O projeto de lei 360/2019, do deputado Marcio Pacheco, foi amplamente discutido desde que chegou na Assembleia Legislativa em maio de 2019. A matéria passou pelas comissões técnicas e em novembro do mesmo ano foi aprovada em plenário pelos deputados. No entanto, a lei foi vetada pelo Executivo Estadual, com a justificativa que o projeto é inconstitucional por vício de iniciativa e invasão de competência, tendo em vista ser atribuição da União acerca de normas de trânsito.

Porém, os deputados estaduais, em 11 de março deste ano, derrubaram o veto por 40 votos a um, deixando a decisão de promulgação para o presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano, o que ocorreu em 23 de março.

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Política Estadual

Nutricionista lista os alimentos que ajudam na imunidade e reagem às infecções, entre elas as causadas pelo coronavírus

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Você deve saber que uma alimentação saudável, relacionada a um estilo de vida ativo, pode prevenir uma série de doenças. Mas consegue imaginar que os alimentos ricos em determinadas substâncias podem definir a forma com que seu corpo vai reagir às infecções, entre elas a da Covid-19, causada pelo coronavírus? Estas questões serão respondidas pela nutricionista Adriana Zadrozny no programa Assembleia Entrevista da TV Assembleia.

Mestre em Fisiologia Humana, Adriana explica quais os alimentos mais indicados para encarar os longos dias em casa durante a pandemia. “Algo que nos tem preocupado é a falta de radiação solar, estamos tomando muito pouco sol. Esta menor síntese de vitamina D em nossos organismos predispõe processos de ordem depressiva que, por sua vez, podem alterar o comportamento alimentar”, exemplifica.

Segundo ela, as pessoas têm buscado mais alimentos processados e industrializados, mais práticos, porém mais ricos em gorduras e açúcar. “Um estudo australiano com crianças obesas, comparando o padrão alimentar de um ano atrás e de agora, mostra que em média elas fazem uma refeição a mais por dia” alerta a nutricionista. 

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Adriana Zadrozny afirma que um conjunto de fatores resultam em um quadro imunológico adequado para que o corpo lide com situações como a da pandemia do Coronavírus. Entre os alimentos mais indicados para isto, estão a cúrcuma, a canela, a couve-flor, brócolis, repolho e couve de Bruxelas, ricas em vitamina C e substâncias anti-inflamatórias. 

“Mas não se pode depositar nossa confiança somente nisso. Temos uma imunidade indireta, os produtos fermentados criam uma condição intestinal que melhora a absorção de subprodutos da dieta que potencializam o sistema imunológico, é uma cadeia que melhoram a imunidade”, frisa.

Alimentos como kefir e vegetais orgânicos potencializam o crescimento de bactérias intestinais benéficas, com função probiótica. “Os vegetais orgânicos oferecem ao organismo o que eles nutricionalmente podem oferecer”, diz, lembrando que o vegetal não orgânico pode conter produtos tóxicos em sua proteção.

A nutricionista explica ainda que alimentos reduzem a alcalinidade sanguínea. “É algo conhecido por todos, mas pouco aplicado. Temos uma oportunidade muito rara de olharmos com mais atenção nossas geladeiras e nossas escolhas e tentar que algo de bom aconteça do ponto de vista alimentar a partir de agora”, completa.

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Assembleia Entrevista – A íntegra da entrevista com a nutricionista Adriana Zadrozny, além de muitas outras entrevistas já feitas pelo programa Assembleia Entrevista, pode ser conferida pela TV Assembleia através do canal aberto 20.2 e 16 pela Claro/Net, além do canal do Youtube pelo link: https://bit.ly/3k705Ag

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