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Klaus Hee lança novos singles e relembra a trajetória da boy band Dominó

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 Klaus Hee
Divulgação/Fernando Alencar

Klaus Hee


No que depender de Klaus Hee, um dos integrantes que passaram pelo Dominó, a forte celebração da cultura dos anos 1980 continuará firme e forte. Isso porque o modelo e cantor disponibilizou há pouquíssimos dias, nos serviços de streaming, a primeira das três releituras que preparou para recordar os bons momentos do grupo: a música “Com Todos Menos Comigo”.


Segundo nos contou, essa também foi uma forma de homenagear o apresentador Gugu Liberato (1959-2019), um dos criadores da versão brasileira dos Menudos. O single chegou acompanhado de clipe, elaborado por Luciano Marques. Entre as outras regravações já finalizadas, ele citou o hit “Manequim”, que contará com a participação de sua filha, Heloísa, de seis anos.

Outro sucesso que fez questão de incluir na lista foi “Ela Não Gosta de Mim”, que virou febre entre a garotada. Porém, essas não são as únicas novidades do artista, não. De olho no público virtual, Klaus assinou contrato com a TV Circuito, sediada em Guarulhos, na Grande São Paulo, para atuar como diretor de programação da emissora e comandar a atração semanal “Mais Q D +”.

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Fonte: IG GENTE

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CCXP Worlds entrevista ator de O Poderoso Chefão sobre reedição de último filme

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poster do filme O Poderoso Chefão: A Morte de Michael Corleone
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Ator de O Poderoso Chefão: A Morte de Michael Corleone fala sobre nova versão do clássico


No próximo dia 8 de dezembro, o  filme que encerra a franquia ‘O Poderoso Chefão’ ganhará para seu aniversário de 30 anos uma versão remasterizada, com novo nome e montagem. Trata-se de ‘ O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’, que promete dar um novo tom ao encerramento da jornada vivida no cinema pelo personagem de Al Pacino.


“Você verá um novo filme, com um novo começo e com um fim diferente. Muitas cenas foram reposicionadas. O filme ganhou uma nova vida”, afirma o próprio diretor, Francis Ford Coppola, no painel da CCXP Worlds sobre o relançamento.

Para falar sobre a releitura feita pelo diretor, o evento recebeu nesta sexta-feira (04) o ator Andy Garcia, que vive Vincent Mancini-Corleone, para falar sobre a experiência de reviver o longa e participar de uma das séries cinematográficas mais famosas e importantes da sétima arte.

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Garcia afirmou que não sabia o que Coppola planejava com o terceiro filme da franquia, mas era sabido que o diretor não estava satisfeito com a edição. “O filme estrearia no dia de Natal e Francis sentiu que nunca tinha tido tempo para organizar o filme da maneira como queria. Algumas decisões foram tomadas e, com o tempo, ele queria revisitar e entregar o filme que ele realmente queria ter feito”, contou o ator na CCXP Worlds.

A mudança do título também foi um diferencial, já que era um desejo do autor que sempre se chamasse “The Godfather Coda”, mas a ideia foi proibida pela Paramount, que esperava pela continuação da franquia.

Perguntado sobre o que deve mudar para seu personagem no filme, Garcia afirma que Francis conseguiu traçar uma narrativa mais clara e coesa sobre a história. Na versão original, algumas cenas foram cortadas e tiraram certos eventos de contexto, o que agora foi reparado.


Sobre a direção de Coppola, Garcia afirma que a experiência como um diretor de teatro o ajudou a causar o impacto que gostaria com seus filmes. “Ele é muito bom em se aproximar aos atores, seja para criar cenários ou improvisações, e ajustar o tom da cena. Não são muitos filmes ou diretores que têm o privilégio de ensaiar seus próprios filmes”, reflete o ator.

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Por fim, perguntado sobre como foi trabalhar com Al Pacino , Andy afirma que o ator foi uma inspiração para uma geração de atores, incluindo ele mesmo. “O trabalho dele mudou minha vida. Tive a grande sorte de conhecê-lo socialmente. Al é um homem muito generoso, é um privilégio ter trabalhado com ele”, afirma.

Fonte: IG GENTE

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