Tecnologia

Instagram é acusado de espionar usuários pela câmera; saiba como

Publicados

em


source

Olhar Digital

Instagram Facebook
Unsplash/NeONBRAND

Instagram é acusado de espionar usuários pela câmera

Facebook está sendo processado por supostamente espionar seus usuários do Instagram  pela câmera dos celulares sem autorização formal. A ação judicial foi registrada no tribunal do Distrito Norte da Califórnia, em São Francisco, nos Estados Unidos.

Esse processo surgiu a partir de  notícias divulgadas em julho de que o aplicativo de compartilhamento de fotos parecia estar acessando câmeras do iPhone mesmo quando os sensores estão desativados.

O Facebook negou os relatórios e culpou um bug no sistema da rede, o qual está sendo corrigindo. A empresa afirma que o defeito traz notificações falsas de que o Instagram estaria acessando câmeras do iPhone quando na verdade isso não ocorre.

Segundo Brittany Conditi, usuária do Instagram de Nova Jersey, o uso da câmera pelo aplicativo é intencional e feito com o objetivo de coletar “dados lucrativos e valiosos sobre seus usuários aos quais, de outra forma, não teria acesso”. Na mesma ação, ao “obter dados pessoais extremamente privados e íntimos de seus usuários, inclusive na privacidade de suas próprias casas”, o Instagram e o Facebook podem coletar “insights valiosos e pesquisas de mercado”.

Leia Também:  Galaxy S21 e S21 Ultra podem chegar em janeiro; veja imagens

Coleta de dados por reconhecimento facial 

Em outro processo aberto no mês passado, também nos Estados Unidos, o Facebook foi acusado de usar, desde 2015, tecnologia de reconhecimento facial para  coletar ilegalmente os dados biométricos de seus mais de 100 milhões de usuários do Instagram. 

O problema estava no recurso que sugeria marcação para fotos novas que eram carregadas para a plataforma. O sistema usava reconhecimento facial para digitalizar fotos e sugerir quem estava presente na captura – isso deixou de ser usado apenas no ano passado.

Agora, o Facebook vai pagar um total de US$ 650 milhões (R$ 3,5 bilhões em conversão direta) para encerrar a questão do processo.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Tecnologia

TikTok bane QAnon: movimento conspiratório é expulso do aplicativo

Publicados

em

Por


source

Olhar Digital

tiktok
Unsplash/Solen Feyissa

TikTok bane movimento QAnon

Desde junho de 2020, o TikTok , app da gigante chinesa ByteDance para compartilhamento de vídeos, vinha impedindo a veiculação de hashtags relacionadas ao movimento conspiratório conhecido como ” QAnon “. Agora, a empresa está adotando uma medida mais severa, banindo completamente contas que compartilhem conteúdo da rede de desinformação.

“O conteúdo e as contas que promovem o QAnon estão em violação de nossa política contra desinformação e nós os estamos removendo de nossa plataforma”, disse um porta-voz do TikTok ao site NPR. “Nós também tomamos medidas significativas para tornar esse conteúdo mais difícil de ser encontrado em nossas buscas e hashtags por meio do redirecionamento de termos relacionados [a eles] às regras de conduta de nossa comunidade”.

O TikTok não está sozinho nisso. Em um passado recente, YouTube , Reddit , Twitter , Facebook e outras plataformas tomaram providências para impedir ou diminuir a veiculação de conteúdo da rede conspiratória. As regras de conduta citadas pelo porta-voz do app da ByteDance é bem específico ao proibir “a veiculação de desinformação que cause dano aos indivíduos, à nossa comunidade ou ao público em geral”.

Leia Também:  Free Fire registrou falha que podia roubar dinheiro dos usuários

Uma investigação da organização não governamental (ONG) Media Matters for America havia revelado que entusiastas do QAnon usavam o app chinês para veicular conteúdos sem veracidade, comprovação ou negacionista.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo