Política Nacional

Indulto de Bolsonaro desrespeita o Congresso e é ‘média’ para sua base eleitoral

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Bolsonaro ao lado de policiais do Rio arrow-options
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Bolsonaro ao lado de policiais do Rio

Beiram a infantilidade, mas atrapalham a administração do País, as tolas e mesquinhas vinganças de Jair Bolsonaro em relação aos parlamentares. Agora, na questão do indulto natalino , isso ficou claro. Bolsonaro passou a campanha eleitoral afirmando que sua caneta seguiria cheia porque não gastaria tinta para indultar presos. Diante, no entanto, da recusa do Congresso Nacional a aceitar sua proposta de excludente de ilicitude , ele decidiu “brincar”. Gastou tinta e assinou o indulto, para soltar militares e policiais militares presos por crime culposo – aquele que é cometido sem intenção.

A excludente de ilicitude exime de processo o agente de segurança pública que matar devido ao medo, ao fator surpresa ou motivado por forte emoção. Juntemos os pontos: Como a excludente de ilicitude é uma espécie de licença para matar, os deputados a barraram. Bolsonaro indultou então os policiais e militares presos por crime culposo com pena que não supere quatro anos de prisão.

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Detalhe: 1) a pena de homicídio culposo, que é a mais alta, é de quatro anos de prisão. 2) no Brasil não há ninguém preso por homicídio culposo. Bolsonaro indultou o nada. Mas é uma forma de desrespeitar o Congresso e ir fazendo existir a cultura da excludente de ilicitude. Além de fazer média com sua base eleitoral.

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Política Nacional

Benedita da Silva será candidata à vice de Freixo no Rio de Janeiro

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De acordo com informações do colunista Sidney Rezende , duas chapas, uma do Rio de Janeiro e outra de Maricá, definiram os nomes que ocuparão o posto de vice na eleição deste ano. A deputada federal Benedita da Silva (PT) será a vice de Marcelo Freixo (PSOL).

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Benedita da Silva arrow-options
Gabriela Korossy/ Câmara dos Deputados – 17.11.14

Benedita da Silva, deputada federal


No ano passado ela já havia sido sondada, mas foi rejeitada, já que o PSOL e o PT esperavam trazer o PDT para a aliança. Como o presidente Carlos Lupi (PDT) não abriu mão de Martha Rocha na cabeça da chapa, a ideia foi por água abaixo.

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No começo do ano, o PT nacional pressionou em favor do nome de Benedita , mas a indicação foi rejeitada novamente. O argumento, dessa vez, era que o nome dela poderá ser alvo de opositores. Antes do carnaval, no entanto, a ideia voltou a ganhar corpo e o a decisão foi tomada. A ex-governadora será mesmo o nome que comporá a chapa chamada “união das esquerdas”.

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Para o vereador psolista Renato Cinco, segundo o colunista, “a aliança com os petistas deixa o PSOL sem ter o que falar, pois o principal adversário, o Eduardo Paes, corresponsável pela crise da cidade, governou em aliança bastante festejada e comentada com o PT.

Em Maricá, a deputada estadual Rosangela Zeidan ( PT ), casada com o ex-prefeito de Maricá Washington Quaquá, será a vice do favorito Fabiano Horta.

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