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Igrejas do Rio retomam missa com a presença de fiéis

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Após três meses fechadas para evitar aglomerações, devido à pandemia de covid-19, igrejas, templos e demais atividades religiosas puderam reabrir hoje (4) no Rio de Janeiro para cultos, missas e rituais com a presença de fiéis.

Na missa da manhã na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, na região central da cidade, os fiéis encontraram marcações no chão para indicar a distância que deveriam manter antes de entrar no templo, totem para higienizar as mãos com álcool em gel e medição da temperatura.

O espaço interno da Catedral teve a capacidade reduzida de 5 mil para 1,3 mil pessoas, com os bancos agrupados de dois em dois para evitar o uso e marcações para distanciamento nos assentos.

A Igreja Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, na zona sul, fez missas com duração de 20 minutos hoje. Um aviso no site da paróquia informa que o uso da máscara é obrigatório, podendo ser retirada apenas para a comunhão.

A igreja recomenda às pessoas que pertencem ao grupo de risco ou que ainda não se sintam à vontade para retornar à missa presencial, que acompanhem a celebração online e utilizem o aplicativo para se confessar ou para comunhão.

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Mas nem todas retornaram. A Catedral Metodista do Rio de Janeiro, no Catete, informa que vai permanecer sem missas presenciais durante o mês de julho. As celebrações são transmitidas ao vivo pela internet às quintas-feiras 17h50 e aos domingos às 11h e às 19h30.

Corresponsabilidade

Após uma noite com bares cheios na última quinta-feira (2), o segundo dia de retorno desses estabelecimentos, depois de mais de três meses fechados devido à pandemia de covid-19, foi mais tranquilo e com menos aglomerações. A prefeitura fiscalizou 26 locais na noite de ontem (3), aplicando 28 multas.

Três bares na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade, foram interditados por ter aglomeração. Um bar em Botafogo e quatro no Leblon foram multados por colocar mesas e cadeiras de forma irregular, promovendo a aglomeração e a ocupação ilegal.

Somados às ações de quinta-feira, foram ao todo 127 pontos comerciais vistoriados e 99 infrações aplicadas por irregularidades como aglomeração, falta de insumos para a higienização das mãos e o não cumprimento do distanciamento de dois metros entre mesas e pessoas.

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O superintendente de Educação e Projetos da Vigilância Sanitária, Flávio Graça, destaca que o dono do estabelecimento é corresponsável pelas aglomerações no entorno do bar.

“Se o bar está dando a bebida na mão dos clientes, e as pessoas estão se aglomerando nas ruas, ele também está promovendo aglomeração. Então ele é corresponsável e tem que parar a operação. A gente está orientando sobre isso, porque alguns estão pensando que se o problema está acontecendo fora do estabelecimento eles estão livres de infrações, mas não estão.”

A prefeitura alerta que apenas ambulantes autorizados podem trabalhar com comércio de rua na cidade. Quem não estiver legalizado pode ter a mercadoria apreendida.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Geral

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PF deflagra operação para prender quadrilha que desviava encomendas

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Deflagrada hoje (24) pela Polícia Federal, a Operação Replicante cumpriu mandados para desarticular um esquema de fraudes e desvios de encomendas no Centro de Distribuição dos Correios, no bairro de Benfica, zona norte do Rio de Janeiro. 

Segundo investigações da PF, que foram iniciadas em 2018, as fraudes causaram prejuízos de cerca de R$ 1 milhão. Laptops, celulares, notebooks e até uma bicicleta de fibra de carbono – equipamento esportivo de alto valor de mercado – foram extraviados durante o trânsito de mercadorias oferecido pela empresa.

A primeira prisão relativa às investigações de desvio aconteceu em 2019. Foram  detidos dois homens, um deles funcionário dos Correios e o outro um falsificador que produzia etiquetas falsas para os pacotes, que trabalhavam em conjunto.

O delegado Hylton Coelho detalhou o esquema de desvio. “O grupo, formado por 12 pessoas, sendo 6 dos Correios e 6 de fora, começou a fazer etiquetas falsas com os números de rastreio de encomendas já utilizados por meio de compras na internet. Eles colocavam essas etiquetas falsas nas encomendas dentro do Centro de Triagem de Benfica. As encomendas então eram remetidas para endereços de membros da quadrilha ou até mesmo para esses funcionários, que colocavam nas etiquetas os endereços de suas casas para recebimento.”

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O delegado Coelho disse ainda que “as mercadorias com os números verdadeiros desapareciam e eram enviadas de forma normal por um carteiro, que não tinha conhecimento do esquema e seguia o endereço que estava escrito na etiqueta, como se fosse entregue ao verdadeiro dono da encomenda”, explicou.

Ação conjunta

Em nota, a assessoria dos Correios informou que a operação da Polícia Federal, deflagrada nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, é uma ação conjunta, realizada entre os Correios e a PF, por meio de fornecimento de informações ao órgão de segurança. As ações de busca e apreensão realizadas hoje são resultado do desdobramento das investigações que estão sendo conduzidas pela PF.

“Os Correios continuam colaborando com as autoridades e consideram inaceitável a conduta de empregados que venham a agir contra os valores defendidos pela empresa. Por essa razão, a estatal adota, de imediato, todas as medidas disciplinares que os casos requerem”, concluiu a nota

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Geral

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