Economia

Heineken informa que algumas de suas garrafas podem soltar lascas de vidro

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A Heineken lançou um recall voltuntário nesta sexta-feira (14) depois que alguns testes de qualidade em sua fábrica identificaram que alguns lotes das garrafas long neck podem soltar lascas de vidro se não abertas com mais cuidado. Através de um vídeo em seu site, a empresa de cervejas explica a melhor forma de consumo.
O guia com instruções informa que os produtos podem ser consumidos, desde que abertos com mais cuidados. Segundo a Heineken , apenas as garrafas de vidro long neck (330 ml) com a marcação CH podem apresentar o problema.
“Apesar da baixa probabilidade, mas colocando a segurança do consumidor em primeiro lugar, decidimos iniciar o recall dos lotes em questão de forma voluntária. Reforçamos que a alteração é totalmente restrita à embalagem e que não há qualquer impacto no líquido. Todas as Heineken® long neck 330ml que não fazem parte dos lotes específicos, assim como qualquer outro produto do Grupo HEINEKEN, podem ser consumidos normalmente”, explica a empresa.

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Economia

Standard & Poor's reduz perspectiva da nota do Brasil para estável

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A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) reduziu de positiva para estável a perspectiva da nota da dívida pública brasileira. A decisão foi divulgada na noite desta segunda-feira (6) e ocorre quase quatro meses depois de a agência ter indicado que poderia subir a nota do país.

A perspectiva estável significa que a agência não pretende mudar a nota do país nos próximos dois anos. Atualmente, a S&P concede nota BB- para o Brasil, três níveis abaixo do grau de investimento, garantia de que o país não corre risco de dar calote na dívida pública. A perspectiva positiva indica que a nota poderia ser elevada.

Em comunicado, a S&P citou três fatores para justificar a decisão. O primeiro foi a desaceleração ou a queda no Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) neste ano decorrente do agravamento da crise provocada pela pandemia de coronavírus. O segundo é o aumento de gastos pelo governo para enfrentar a Covid-19 e evitar demissões em massa. As despesas maiores elevam a dívida pública.

A agência, no entanto, citou como agravante a tensão política. Segundo o comunicado, existe um “aumento de incerteza em relação a capacidade de avançar na agenda de reformas estruturais uma vez que a pandemia se dissipe, dado o desentendimento contínuo entre os poderes Executivo e Legislativo”.

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Desde janeiro de 2018, a S&P enquadra o Brasil três níveis abaixo do grau de investimento, mesma nota concedida pela Fitch, outra das principais agências de classificação de risco. A Moody’s classifica o país dois níveis abaixo do grau de investimento.

Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Economia informou que não comentará a diminuição da perspectiva da nota brasileira pela S&P.

Edição: Fábio Massalli

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