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Harley-Davidson adia lançamento das inéditas naked e bigtrail para 2021

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Novas Harley-Davidson são as precursoras de novas tecnologias, que estão em conformidade com os novos modelos

A Harley-Davidson apresentou no último Salão de Milão a streetfighter Bronx e a big trail Pan America, motos que seriam as principais novidades da marca para este ano. Mas a marca revisou seus planos e decidiu adiar a chegada das duas motocicletas para 2021. A informação já aparece no site norte-americano da fabricante. O presidente da Harley-Davidson, Jochen Zeitz, declarou: “O Covid-19 mudou drasticamente nosso ambiente de negócios e é fundamental que respondamos com agilidade a essa nova realidade”.

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As Harley-Davidson Pan America e a Bronx não só marcam, pela primeira vez, a chegada da fabricante em seus respectivos segmentos, como também do novo motor bicilíndrico Revolution Max, com dois tamanhos: 1250 cc (para a bigtrail) e 975 cc (para naked esportiva). A primeira terá 145 cv a partir da maior configuração do novo motor, mais que os 136 cv da rival BMW R 1250 GS Adventure (R$ 99.950). Tanto esta quanto a outra novidade são equipadas com freios Brembo.

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Enquanto isso, a esportiva desenvolve 115 cv a partir dos 975 cc. Seus maiores destaques são o visual agressivo e a agilidade, que fazem a novidade rivalizar com a Kawasaki Z900 (125 cv e R$ 43.490) e a Yamaha MT-09 (115 cv e R$ 50.159). Infelizmente, maiores detalhes dela e da Pan America ainda permanecem com a fabricante, mas deverão ir soltando cada vez mais.

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Segundo a Harley-Davidson , o novo motor foi projetado para equipar não só ambas as novidades, mas futuros lançamentos também, com a capacidade de oferecer menos vibração, mais torque em baixas rpm, potência em altas rpm, peso e centro de gravidade mais reduzidos, além de durabilidade.

Fonte: IG CARROS

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Maio fecha com as piores vendas em 28 anos, diz Anfavea

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A expectativa da Anfavea gira em torno da retomada gradual das fábricas, mas segue sem grandes previsões para o ano

Mais um mês de pandemia e de números que desabam no setor automotivo. A produção de veículos no Brasil, em maio ainda registra uma queda de 84,4% em relação a maio de 2019. Os números de produção só foram tão maiores por conta do retorno de algumas fábricas. E os emplacamentos contaram com 62.200 unidades, pior mês de maio desde 1992, com quase 75% de queda ante 2019 o respectivo mês de 2019. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (5) pela Anfavea.

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No acumulado de 2020, 676 mil unidades emplacadas, ou 38% de queda ante o acumulado de 2019 até o respectivo fechamento de maio. A exportação de 3.900 veículos em maio, por sua vez, representa queda de 91% em relação a maio de 2019, pior número desde 1978. E o acumulado foi o menor desde 2002, com 100 mil unidades.

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Vendas
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Concessionárias têm de obedecer aos decretos de vários Estados, que exige o fechamento dos estabelecimentos até segunda ordem

Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea: “é difícil prever números de produção, licenciamentos e de exportação. Mas a perspectiva da Anfavea é de um licenciamento de 1600 veículos, sendo 1350 automóveis e 250 comerciais leves para junho, o que representa uma queda de 40% ante maio de 2020”.

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O acumulado do ano também teve resultados negativos. A variação foi de 49,2% para menos, passando de 1.241.155 em 2019, para 630.819 em 2020. “Embora junho sinalize algum retorno mais efetivo à produção de carros , teremos sem dúvida o pior trimestre da história do setor automotivo. Resta esperar por uma reação no segundo semestre capaz de evitar maiores danos às vendas de carros e à toda cadeia automotiva”, disse o presidente da Anfavea .

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Fonte: IG CARROS

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