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Governo federal diz que “estuda criteriosamente” participação no Covax

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Eduardo Pazuello, ministro da Saúde
Reprodução: O Dia

Eduardo Pazuello, ministro da Saúde

Após a divulgação de que  técnicos do Governo Federal sugeriram que o Brasil pode não entrar no Covax, o grupo de vacinas da Organização das Nações Unidas (ONU), a Secretaria Especial de Comunicação Social enviou uma nota à imprensa para esclarecer a situação. 

“O Governo Federal estuda criteriosamente a participação do Brasil na Covax Facility, iniciativa inédita que visa à aquisição de vacina dentre ao menos nove opções em análise clínica. O Brasil, assim como outros países, segue em tratativas junto à Aliança Global de Vacinação (GAVI) para a extensão do prazo para a formalização da participação do Brasil na iniciativa”, diz trecho da nota.

A decisão de ingressar no Covax caberá ao presidente Jair Bolsonaro. O prazo final é 18 de setembro.

Sobre o pedido de adiamento do prazo estabelecido pela OMS, a gestão federal informa que a medida é “necessária para obter mais informações sobre as condições para a aprovação regulatória, instrumento jurídico aplicável, vacinas em desenvolvimento, suas características de armazenamento e transporte logístico. Essas definições são especialmente importantes em um país como o Brasil, de dimensões continentais”.

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Mais de 170 nações já se comprometeram a aderir, concordando em adquirir vacinas da Covid-19 por meio do Covax para suas populações. Os Estados Unidos disseram na semana passada que não irão aderir, porque o governo Trump se opõe ao envolvimento da OMS.

O objetivo do Covax é adquirir e entregar 2 bilhões de doses de vacinas aprovadas até o final de 2021. A iniciativa tem nove vacinas candidatas em seu portfólio, que empregam uma gama de diferentes tecnologias e abordagens científicas.

Confira nota completa:

Em relação à participação na iniciativa Covax Facility, o Governo Federal esclarece o que segue:

1- Desde junho, o governo brasileiro integra a ACT-Accelerator, iniciativa multilateral que visa acelerar o desenvolvimento, a produção e o acesso a diagnósticos, medicamentos, tratamentos, testes e sobretudo vacinas contra a Covid-19.

2 – Em todas as suas tratativas com instituições internacionais, o governo brasileiro tem como premissa assegurar o acesso justo e equitativo a vacinas que sejam seguras e eficazes para a proteção da população brasileira contra o novo coronavírus.

3- Nesse contexto, o Governo Federal estuda criteriosamente a participação do Brasil na Covax Facility, iniciativa inédita que visa à aquisição de vacina dentre ao menos nove opções em análise clínica.

4- O Governo Federal, assim como outros países, segue em tratativas junto à Aliança Global de Vacinação (GAVI) para a extensão do prazo para a formalização da participação do Brasil na iniciativa.

5- Tal medida se faz necessária para obter mais informações sobre as condições para a aprovação regulatória, instrumento jurídico aplicável, vacinas em desenvolvimento, suas características de armazenamento e transporte logístico. Essas definições são especialmente importantes em um país como o Brasil, de dimensões continentais. 

6- Em razão do alcance e altos índices de cobertura do Programa Nacional de Imunizações, o Brasil é reconhecido mundialmente por deter experiência, capacidade produtiva e vasto conhecimento técnico para contribuir com iniciativas internacionais de cooperação e solidariedade de vacinação.

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Justiça cassa a candidatura de Lindbergh Farias para vereador do Rio

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Lindbergh
Jeferson Rudy/Senado Federal

Justiça cassa a candidatura de Lindbergh Farias para vereador do Rio

A Justiça Eleitoral impugnou o registro de candidatura do ex-senador Lindbergh Farias a vereador do município do Rio de Janeiro nas eleições municipais deste ano. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (22). O ex-senador vai recorrer da decisão.

O pedido do MPE (Ministério Público Eleitoral) se baseou em um condenação de 2019, que suspendeu os direitos políticos de Lindbergh.

O caso se refere à propaganda pessoal antecipada durante as Eleições de 2008, quando o candidato disputava a reeleição para prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.  

O MP explica que foi identificado que Lindbergh realizou propaganda pessoal antecipada, por meio de veiculação em caixas de leite distribuídas à população de baixa renda, nas quais, além do uso do logotipo da Prefeitura de Nova Iguaçu nas caixas, a promoção pessoal restou ainda mais evidenciada nas ‘cadernetas-sociais” que foram distribuídas para cerca de 6 mil famílias, em que constava o nome do então prefeito, Lindbergh Farias.

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Em seu Twitter, o ex-senador comentou a situação: “Essa decisão da Justiça, em 1ª instância, de impugnar minha candidatura, infelizmente é uma postura que se repete sem base jurídica. Em 2018, enfrentei pedido de impugnação semelhante, e meu registro foi deferido por unanimidade pelo TRE/RJ”, afirmou.

Apesar da impugnação, Lindbergh afirmou que vai continuar com sua campanha nas ruas da cidade. 

“A luta faz parte da nossa história, e nossas vitórias foram construídas ultrapassando adversidades. Não será diferente nesta eleição. Estou muito tranquilo, esperando o deferimento da minha candidatura. Sou candidato a vereador do Rio, continuo na rua e na luta”.

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