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Girão acompanha suposta fraude em compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) lamentou, nesta terça-feira (2), os recentes casos de corrupção relatados no país, referindo-se a investigações em vários estados sobre o desvio de recursos federais, estaduais e municipais destinados à compra de equipamentos e serviços para o combate à covid-19. Girão citou uma operação na Bahia relacionada à aquisição de respiradores no valor de R$ 48 milhões. O senador disse que os respiradores foram comprados pelo Consórcio Nordeste (que reúne 9 governos estaduais da região) de empresas que vendem produtos à base de maconha.

De acordo com Girão, existe um lobby “poderoso” para a legalização da maconha, que estaria sendo beneficiado por esse grupo de governadores. O senador informou que, junto com o senador Styvenson Valentin (Podemos-RN), solicitou ao Ministério da Justiça que acompanhe o caso.

— Nós vamos acompanhar também aqui, no limite de nossas forças, o andar dessa investigação para buscar a verdade. O detalhe é que nem sequer os respiradores chegaram lá. Ou seja, nem entregues eles foram. O povo brasileiro não tolera mais a corrupção, o povo brasileiro quer um país ético, um país onde nós tenhamos sempre uma busca por novas práticas na política, mais transparência, mais controle do seu dinheiro.

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Girão parabenizou a atuação da Polícia Federal e anunciou que já obteve a assinatura de 27 senadores para apresentar proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa garantir independência à instituição. Essa proposta prevê mandato para o cargo de diretor-geral, e também determina que a escolha para esse cargo seja feita pelo presidente da República a partir de lista tríplice apresentada pela corporação.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Davi repudia artigo em que jornalista deseja morte de Bolsonaro

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Nesta quarta-feira (8), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, divulgou nota oficial em que estima melhoras para o presidente da República, Jair Bolsonaro, que está com covid-19. No documento, Davi também repudia artigo publicado na imprensa sobre a torcida para a morte de Bolsonaro. Veja a íntegra do documento: 

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, nesta terça-feira (7), que testou positivo
para covid-19. Em nome do Parlamento, estimo que sua saúde esteja logo e
prontamente restabelecida.
Ao mesmo tempo, registro minha indignação, como homem público e cidadão, com
o lamentável artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, assinado pelo jornalista
Hélio Schwartsman, intitulado: “Por que torço para que Bolsonaro morra”.
Sou judeu e carrego comigo a dor da intolerância religiosa e sempre busco me
posicionar de maneira firme no combate a toda e qualquer discriminação e,
principalmente, contra atitudes raivosas, cheias de ódio e desprovidas de
humanidade. O respeito à vida deve vir acima de qualquer questão, seja ela política,
ideológica ou de qualquer ordem.
O Brasil já perdeu vidas demais, já sofremos demais e essas perdas são irreparáveis.
Logo, em um momento de tamanho sofrimento, precisamos mais do que nunca
combater o ódio e direcionar nossos pensamentos e ações para o que temos de
melhor como brasileiros que somos: a empatia e a solidariedade.
Ainda que haja discordâncias, faculdade admissível nos regimes democráticos,
precisamos caminhar de mãos dadas com o respeito às instituições e às autoridades
constituídas. Não há “consequencialismo” que deseje a morte de alguém como saída
política para uma pandemia sanitária.
O único extermínio que se quer, e pelo qual devemos torcer, é o do vírus. Somente o
fim do coronavírus pode impedir que o Brasil chore tantas perdas e a tragédia de
tantas mortes.
Davi Alcolumbre
Presidente do Congresso Nacional

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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