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Futebol das Estrelas homenageia ex-goleiro coxa-branca Gerson

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O tradicional Futebol das Estrelas do Litoral paranaense homenageou o ex-goleiro Gerson Dall’Stella neste sábado (11). O atleta campeão brasileiro pelo Coritiba em 1985 faleceu aos 58 anos, vítima de um infarto, horas antes da partida que contaria com sua presença. O Athletiba terminou 5 a 5. Antes do jogo foi respeitado um minuto de silêncio.

Gerson defendeu a camisa coxa-branca na década de 80, entre 1983 e 1990. Fez parte do elenco campeão brasileiro e somou 81 partidas defendendo as cores do alviverde paranaense.

O Futebol das Estrelas reuniu cerca de mil pessoas na praia de Caiobá, em Matinhos, na sede da estação esportiva do Verão Maior. A partida contou com a presença de 40 ex-jogadores de Athletico e Coritiba e inaugurou a temporada do verão esportivo, que conta com 18 modalidades e programação intensa em seis postos fixos no Litoral e nas regiões lindeiras do Oeste, do Noroeste e do Norte.

O superintendente estadual do Esporte, Hélio Wirbinski, destacou que Gerson era um dos atletas mais conhecidos do tradicional Futebol das Estrelas e que ele ajudou a incentivar a prática esportiva em todo o Paraná. “O Gerson infelizmente faleceu antes da partida, mas ele passou muitos anos em grandes times. Fizemos a partida em sua homenagem”, afirmou.

Segundo Elizeu Neto, ex-meia campeão pelo Coritiba em 1985 e amigo de Gerson, a partida saudou o que o ex-goleiro mais gostava: o futebol. “Éramos amigos há mais de quatro décadas. Já estava no Coritiba e conheci ele num jogo contra o Entre Nuvens e Estrelas. Depois ele veio jogar conosco, e hoje está literalmente entre nuvens e estrelas. Nascemos no mesmo mês e no mesmo ano, outubro de 1961” relembrou. “Recebemos a notícia com muita tristeza, mas a vida continua e homenageamos ele neste sábado com esse Athetiba de ouro, Athletiba master”, afirmou o ex-jogador. “Gerson não estava de corpo, mas estava de coração e de alma conosco nessa partida”.

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FUTEBOL DAS ESTRELAS – O Futebol das Estrelas chegou em 2020 a sua quarta edição. O primeiro Athletiba deste ano contou com a presença do vice-governador Darci Piana e do secretário de Segurança Pública, Rômulo Marinho Soares, que deram o pontapé simbólico da partida.

Hélio Wirbinski destacou que o jogo marca a largada de uma programação que se estende ao longo de todo o mês. “É um grande clássico, que atrai muito público, e que cativa também pelo entretenimento. O que nós queremos passar é uma mensagem de integração e educação”, disse o superintendente de Esporte.

Segundo Elizeu Neto, o jogo no começo do verão serve como exemplo de respeito às tradições e ajuda a costurar uma cultura de paz. “É importante para o Estado porque aglutina pessoas para o bem. Rivalidade não é sinal de briga, de agressão, de quebradeira. Futebol existe para congregar as pessoas. Isso é o que estamos fazendo e mostrando, um futebol entre amigos que sirva de exemplo para o povo brasileiro”, complementou o meia, que disputou o jogo pelo Coritiba.

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Leomar, ex-jogador do Athletico e que chegou a ser capitão da seleção brasileira na Copa das Confederações de 2001, realizada no Japão e Coreia do Sul, acrescentou que o Futebol das Estrelas inspira as novas gerações. “É um jogo festivo. Acima de tudo um bom espetáculo. Os jovens acompanham e participam, e sabemos da influência que vem de um ex-jogador. Cada ano a programação esportiva está mais forte, isso é importante para o futebol e outros esportes. Temos que parabenizar o Governo do Estado por essas iniciativas”, pontuou o volante.

O primeiro Athletiba do ano terminou empatado em 5 a 5. Castorzinho, que chegou a ser comparado ao ex-craque Alex, fez três gols no Coxa. Danilo respondeu com três tentos pelo Athletico. A partida contou ainda com os ídolos Reinaldo, Igor e Luizinho Neto (rubro-negros) e Polaco, Laguna e Valdomiro (coxas-brancas).

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Pesca de espécies nativas está liberada a partir deste sábado

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O Instituto Água e Terra anuncia o fim da piracema nesta sexta-feira (28). A partir deste sábado (29) está liberada a pesca amadora e comercial de espécies nativas nas bacias hidrográficas do Estado – rios Piquiri, Ivaí, Tibagi, Cinzas e suas sub-bacias, Paranapanema e Paraná.

O período segue normativa do Ibama que busca proteger o estoque de peixes nativos no Estado de 1º de outubro a 28 de fevereiro. É durante esse período que a maioria das espécies nativas estão em fase migratória e de reprodução.

“Nas bacias do Paraná e Iguaçu existem mais de 100 espécies de peixes de diferentes comportamentos, parte destas consideradas espécies migradoras. Elas reproduzem pelo menos uma vez ao ano, sendo no período mais quente”, explica o engenheiro de Pesca e chefe regional do Instituto Água e Terra de Toledo, Taciano Maranhão.

NATIVAS – Está liberada a pesca de espécies nativas, como peixes de couro (bagres: pintado, surubim, cachara, barbado, mandis e jundiás), e os peixes de escamas (curimbatã, pacu, piapara, os piaus, piava, lambaris, traíra, peixe cachorra e joaninha, entre outros).

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Podem ser pescados 10 quilos, mais um exemplar de qualquer peso, por pescador. Não é permitida a pesca, em qualquer modalidade, de espécies ameaçadas de extinção, que constem na Portaria MMA nº 445/2014, como a piracanjuva ou piracanjuba, lambari do iguaçu, surubim-do-iguaçu ou monjolo. A captura do dourado está proibida a até o ano de 2026 pela Lei nº 19789/2018.

EXÓTICAS – As espécies consideradas exóticas, que foram introduzidas no meio ambiente pelos seres humanos, não entram na restrição da piracema. A pesca fica liberada o ano todo. Entre elas estão o bagre-africano, apaiari, black-bass, carpa comum, carpa cabeçuda, carpa capim, pirarara, tambaqui, pirapitinga, truta arco-íris, corvina, peixe-rei, sardinha-de-água-doce, piranha preta, tilápia nilótica, tilápia rendali, tucunaré amarelo, tucunaré azul, além de híbridos – organismos resultantes do cruzamento de duas espécies.

“Essas espécies exóticas precisam ser retiradas para que as nativas possam sobreviver e aumentar sua população”, explica o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

FISCALIZAÇÃO – Fiscais do Instituto Água e Terra e da Polícia Ambiental reforçam a fiscalização para garantir que não ocorram excessos, descumprimento do tamanho de captura das espécies e desrespeitos às normas ambientais no retorno da atividade pesqueira no Estado.

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Para pescadores amadores é obrigatória a apresentação de autorização de pesca e, para os profissionais, a apresentação do Registro Geral de Pesca, e seus equipamentos de deverão ser identificados (redes e espinhéis).

PENALIDADES – Aos infratores serão aplicadas as penalidades e sanções previstas na Lei Federal nº 9.605/1998. Quem for flagrado pescando em desacordo com as determinações será enquadrado na lei de crimes ambientais.

A multa varia de R$ 700,00 por pescador e mais R$ 20,00 por quilo ou unidade de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, poderão ser apreendidos pelos fiscais.

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