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Fiat Argo Trekking ganha versão 1.8 automática por R$ 68.990

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Fiat Argo Trekking parte de R$ 68.990 com motor 1.8 automático

Com o sucesso das vendas do Argo Trekking 1.3 com câmbio manual, a Fiat decide ampliar a oferta para a versão 1.8 automática. O modelo aventureiro 2020 já pode ser adquirido nas concessionárias por R$ 68.990, rivalizando diretamente com Renault Stepway 1.6 Intense (R$ 71.790) e Ford Ka 1.5 Freestyle (R$ 69.390), ambos automáticos.

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Dessa forma, o Trekking ganha o motor 1.8 E.torQ, de 139 cv de potência e 19,3 kgfm de torque. O câmbio automático é de seis marchas. Visualmente, podemos destacar os adesivos com o nome Trekking, molduras plásticas nos para-lamas e a adoção de saias laterais. Na frente, o símbolo da Fiat troca o tom bordô pelo preto, tal como a Toro Blackjack. Barras na capota para bagagem extra complementam a estética do Fiat Argo Trekking .

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O Fiat Argo Trekking 1.8 também surge com teto pintado de preto, rodas exclusivas e rack

Também podemos destacar os pneus Scorpion ATR 205/60R15 91H S-ATR WL, com banda de rodagem para uso misto e montados exclusivamente para a versão Trekking, proporciona o máximo de desempenho e, mesmo com perfil mais alto, assegura mais conforto e robustez para o veículo, graças ao extenso trabalho de engenharia que revisitou toda a elastocinemática da estrutura do carro, passando por molas, amortecedores e até o ajuste da direção com assistência elétrica.

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Números de consumo ainda não foram revelados, mas o Argo Trekking 1.8 AT não deverá ficar tão distante da versão Precision – ainda que pneus de uso misto e adereços como rack de teto aumentem o arrasto aerodinâmico. Como base, a versão Precision pode marcar 8 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, além de 11,5 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada com gasolina.

Fonte: IG CARROS
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Quem tem coragem de mexer com o Volkswagen Gol?

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VW Gol 2020 ainda se mantém entre os modelos mais vendidos do Brasil, mesmo com poucas novidades

O Volkswagen Gol é um daqueles fenômenos do mercado de automóveis. Na mesma geração desde 2008 e enfrentando concorrentes (externos e até internos) mais atuais na mesma faixa de preço, o modelo segue como o mais vendido da marca alemã no Brasil e ainda figura como um dos hatches compactos mais populares do mercado.

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De acordo com dados do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), o Volkswagen Gol fechou 2019 com 81.285 unidades emplacadas. Melhor resultado para o modelo desde 2016 e que colocou o compacto atrás apenas de Chevrolet Onix (241.214), Ford Ka (104.331), Hyundai HB20 (101.590) e do subcompacto Renault Kwid (85.117).

O mesmo bom resultado se repetiu no 1º semestre deste ano. Apesar dos efeito da pandemia do novo coronavírus, o Gol fechou os primeiros seis meses de 2020 com 24.827 unidades e manteve a 5ª colocação no ranking geral de emplacamentos.

Isso mesmo com uma oferta mais enxuta de versões, que é composta pela configuração de entrada 1.0 (R$ 51.210) e pela versão de topo 1.6, que na verdade podem ser consideradas duas: com o câmbio manual de cinco marchas e o motor 1.6 8V de 104 cv (R$ 62.600), ou o automático, de seis marchas (R$ 62.600), que é combinado ao mesmo motor 1.6 16V de até 117 cv usado no Polo.

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Um dos méritos da Volkswagen para o modelo — e que ajuda a explicar esse desempenho no mercado — é o fato de o Gol ter envelhecido bem. Nesse período de 12 anos de presença no mercado, a atual geração passou por três renovações de visual (2012, 2016 e 2019).

Também houve mudanças na mecânica (com o motor 1.0 de três cilindros da família EA211) e no interior da cabine, com a adoção de um novo painel além da incorporação de equipamentos que passaram a ser exigidos pelo mercado nessa faixa de preço, como as centrais multimídia e o câmbio automático e, mais recentemente (ainda que por força da legislação) apoios de cabeça e cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes do banco traseiro, além do Isofix.

VW Gol vai ter substituto?

SUV do Gol
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SUV do Gol chegou a ter um teaser mostrado,mas os planos foram adiados e agora não há prazo estabelecido para ser lançado

Outro ponto que deve ser considerado é a força do nome Gol, com recém-completados 40 anos no mercado. Lançado em 2003, o Fox surgiu com a proposta de ser um substituto mais atual para o modelo veterano. Mesmo tendo “matado” inicialmente as versões mais caras do Gol, acabou não atingindo o mesmo sucesso e atualmente deve se encaminhar para o fim, vendendo quase três vezes menos.

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Já o Polo de sexta geração, que chegou ao mercado brasileiro em 2017, foi planejado inicialmente para ser o substituto do Gol. Mas mais caro e sofisticado, acabou sendo posicionado acima, como um modelo premium.

Isso demonstra o desafio que representa para a Volkswagen brasileira o desafio de substituir o modelo que, mesmo sendo um dos mais antigos da sua linha atual, ainda é querido pelo público.

Em abril, numa entrevista para o site Automotive Business, o presidente da Volkswagen para a América Latina, Pablo Di Si, citou que o projeto do novo Gol, que estava previsto inicialmente para 2022, deve atrasar, por conta dos impactos financeiros provocados pela pandemia do novo coronavírus.

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Para manter o posicionamento como um modelo de entrada,, a  marca alemã deve abandonar a plataforma atual — que é exclusiva, um misto da PQ-24, do Polo de 4ª geração e do Fox, com a PQ-25 — e adotar uma nova plataforma no novo Volkswagen Gol . Rumores apontam para uma variação mais simples da modular MQB A0, empregada atualmente em Polo, Virtus, T-Cross e Nivus, e que está sendo desenvolvida na Índia, com o nome de MQB A0 IN.

Fonte: IG CARROS

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