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Expulsa da escola por expor estuprador, adolescente ganha briga judicial

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Em outubro de 2019, a norte-americana Aela Mansmann, 15 anos, fez uma publicação nas redes sociais que repercutiu em todo o país. A adolescente tirou uma foto no banheiro da escola, Cape Elizabeth, no estado de Maine, Estados Unidos, onde aparece um post-it no espelho com os seguintes dizeres: “Há um estuprador em nossa escola e você sabe quem é”. 

foto de post it no espelho
Reprodução/Facebook

Aela Mansmann com um post-it escrito: “Há um estuprador em nossa escola e você sabe quem é”

Depois do post da jovem, outras alunas passaram a deixar mensagens em post-its nos banheiros do colégio com pequenos relatos dos abusos que estavam sofrendo. Após a repercussão, a escola suspendeu Aela com a alegação de que a adolescente teria praticado bullying com a sua publicação, mesmo não tendo identificado quem seria o “estuprador”. 

Em entrevista ao site BuzzFeed News, a adolescente explica que estava “de saco cheio” pela quantidade de assédio e abuso que suas colegas contavam ter passado. Aela também estava cansada de ver os agressores livres sem qualquer consequência. Por isso, decidiu se manifestar. 

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Os pais de Aela entraram na justiça para cancelar a suspensão da adolescente e conseguiram. A escola recorreu e o caso foi para a segunda instância, mas, na quinta-feira (6), uma corte federal em Boston decretou que a suspensão deveria ser derrubada. Para Aela, essa decisão é uma vitória para as estudantes e defensores de vítimas de violência sexual. 

A adolescente afirma vai continuar usando sua voz para falar por vítimas de estupro e pretende trabalhar para que escolas de todo o país mudem suas políticas em relação a agressões sexuais.

Fonte: IG Mulher

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Cuckold: o fetiche em que o homem tem prazer de ser corno

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Há alguns meses um termo novo relacionado a fetiche começou a aparecer com certa frequência nas redes sociais e nas buscas on-line: cuckold. Trata-se da prática em que o homem gosta que sua parceira tenha relações com outras pessoas. 

No Brasil, a frequência de busca do termo no Google teve um aumento de cerca de 800% nos últimos 15 anos. A quantidade de pornografia relacionada ao tema também é grande. Só no XVideos, pesquisar por “Cuckold Brasil” aponta mais de 42 mil vídeos sobre a prática.

Trisal
Pexels/Reprodução

Entenda o que é cuckold, o fetiche da pessoa por ser corno


O que é Cuckold? 

Para explicar o que é esse fetiche, o Delas conversou com o psicólogo especialista em sexualidade do Sexo sem Dúvida, Marcos Santos. O termo cuckold é derivado da língua inglesa. Ele explica que se trata de um fetiche de alguns homens em ter a parceira transando com outros homens. 

Independente da pessoa ter uma uma relação aberta ou um casamento monogâmico, se o parceiro sente prazer em ouvir, ver ou mesmo ter conhecimento de que sua parceira tem relações deixais com outras pessoas, ele se enquadra nessa fetiche. Não há infidelidade, pois há total consentimento entre as partes. 

“No Brasil a figura do ‘corno’ ainda hoje é algo pejorativo e motivo de vergonha para os homens. Ser trocado, sentir-se traído, ser comparado a outros homens, sempre foram temores masculinos. Com o avanço das informações sobre sexo, relacionamentos e o acesso facilitado pela Internet, este fetiche saiu dos bastidores para ganhar fama justamente por despertar antigos medos, mas também possíveis desejos”, acrescenta. 

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Como o fetiche funciona? 

O especialista explica que esse fetiche se enquadra na vertente que envolve masoquismo e voyerismo (quando a pessoa sente prazer sexual em ver ou ser visto por outras pessoas). Existem várias formas e cada casal encontra a que achar melhor para o bem-estar dos dois. Por se tratar do universo das fantasias sexuais, o cuckold pode levar às mais diferentes práticas. Por exemplo: 

– A parceira encontra um outro homem e depois conta os detalhes para o parceiro. 

– Ela volta para casa com outro homem, enquanto o parceiro fica no ambiente ao lado escutando toda interação. 

– A mulher encontra outro homem e grava o encontro. Depois exibe o vídeo para o parceiro. 

– O casal também pode usar o voyeurismo, no qual o parceiro apenas observa a relação sexual entre sua mulher e o amante. 

Também vale participação ativa do parceiro no sexo, com envolvimento no ato sexual e alternando com a observação.

E quando são as mulheres que gostam de ser traídas? 

De fato, o cuckold não é só para homens. As mulheres também têm vez no fetiche. As cuckquean, como são chamadas a mulheres praticantes, gostam de ver os parceiros fazendo sexo com outras mulheres. 

Assim como na versão masculina, as mulheres também podem ter prazer em ouvir, assistir e até mesmo participar da relação sexual com o marido e a amante. Há inclusive aquelas que gostam de escolher as mulheres com quem seus parceiros devem sair (seja no swing, entre amizades ou mesmo uma profissional contratada). 

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É sempre bom lembrar que não existe traição dentro do fetiche cuckold. Toda a prática é acordada por ambas as partes. Se alguém trai fora do combinado, não há fetiche envolvido, e sim falta de consideração. 

“Se para o homem pensar em sua parceira com outro cara gera ameaça e sofrimento, então o cuckold não se aplica. Para este tipo de prática é muito importante ter uma relação de muito diálogo, maturidade e sinceridade. Se estão a fim de experimentar, regras também se aplicam a este tipo de fetiche. Qualquer coisa que envolva sexo necessita do consentimento das duas partes.”, encerra. 

Existem brinquedos sexuais para quem quiser fazer isso? 

Alguns casais utilizam cintas de castidade, modelos onde o pênis é colocado em sextoys que impedem a masturbação. Nessa situação, o homem pode ver sua parceira transando, mas não é permitido se masturbar enquanto assiste. Pode também ser algemado e vendado para apenas ouvir o sexo rolando. 

Existem também casas de swing cuja temática da noite é justamente cuckold. Além disso, existem redes sociais como a Mundo Erótico, Fetlife e Sexlog que possuem grande audiência vinda justamente dos cucks (apelido dado aos apreciadores-adeptos da prática).

Fonte: IG Mulher

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