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Exército licita caviar: Veja cortes sociais de Temer no mesmo valor

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Exército licita caviar: Veja cortes sociais de Temer no mesmo valor

 

Duas toneladas de camarão, 109 potes de caviar, 330 kg de salmão em posta, 240 caixas de carpaccio de salmão, 3751 garrafas de vinhos importados e nacionais, 7200 latas de cerveja, 30 garrafas de uísque, 23 de tequila, 35 de vodca, 360 de espumante, entre outros produtos. Reportagem de Leandro Prazeres, do UOL, desta quarta (13), mostra que o Comando Militar do Leste realiza uma licitação estimada em R$ 6,5 milhões que prevê a aquisição de mercadorias de luxo.

Segundo o Exército, isso é para abastecer hotéis do Exército no Rio de Janeiro e será vendido aos hóspedes. Ou seja, a corporação promete que se tudo der certo, nada se estragar ou sumir no meio do caminho, o valor gasto com a licitação poderá ser coberto pelas vendas. Essas unidades são frequentadas por militares junto com seus dependentes, servidores civis das Forças Armadas e civis com autorização prévia.

 

Vejam uma lista de cortes em gastos públicos feitas pelo governo Temer para permitir a redução no diesel e não mexer na Petrobras de igual valor da licitação:

 

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– Promoção dos Direitos da Juventude: Perdeu R$ 425 mil

– Políticas para as Mulheres – Promoção da Igualdade e Enfrentamento à Violência: Perdeu R$ 661,6 mil

– Desenvolvimento de Assentamentos Rurais: Perdeu R$ 3,21 milhões

– Demarcação e Fiscalização de Terras Indígenas e Proteção dos Povos Indígenas Isolados: Perdeu R$ 625,3 mil

– Saneamento Básico: Perdeu R$ 6,2 milhões

– Implementação da Segurança Alimentar e Nutricional da Saúde: Perdeu R$ 2 milhões

– Fiscalização de Obrigações Trabalhistas e Inspeção em Segurança e Saúde no Trabalho: R$ 1,89 milhões

– Combate à mudança climática: Perdeu R$ 445 mil

– Controle e Fiscalização Ambiental: Perdeu R$ 1,2 milhão

– Apoio a Obras Preventivas de Desastres: Perdeu R$ 1,94 milhão

– Implantação de Obras e Equipamentos para Oferta de Água: Perdeu R$ 972,9 mil

– Revitalização da bacia hidrográfica do rio São Francisco: Perdeu R$ 1,1 milhão

– Apoio a Sistemas de Drenagem Urbana Sustentável e de Manejo de Águas Pluviais em Municípios Críticos sujeitos a eventos recorrentes de inundações, enxurradas e alagamentos: Perdeu R$ 434 mil

Há cortes específicos do Sistema Único de Saúde (SUS), que foi amputado em mais

de R$ 142 milhões, que também poderiam entrar aqui.

Em tempo: Isso deve expandir os horizontes de quem acha que a esquerda é caviar.

 

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Fonte: Blog do Sakamoto

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TRF3 nega habeas corpus a Joesley e Wesley Batista

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TRF3 nega habeas corpus a Joesley e Wesley Batista

 

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), em São Paulo, negou hoje (15) os pedidos de habeas corpus impetrados pelos advogados de defesa de Wesley Batista e Joesley Batista, do grupo J&F. O pedido de habeas corpus se refere à investigação dos irmãos no processo que apura se eles teriam usado informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro.

Hoje à tarde, a partir das 16h, ocorre a audiência de custódia de Joesley Batista, na Justiça Federal. O executivo, que estava preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, chegou a São Paulo no fim da manhã de hoje.

A transferência foi feita por ordem do juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal de São Paulo, referente à Operação Tendão de Aquiles, que investiga a venda de ações de emissão da JBS S/A na Bolsa de Valores e à compra de contratos futuros e a termo de dólar no mercado financeiro. As transações foram feitas em abril e maio, antes da divulgação dos áudios de conversas de Joesley Batista com o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, que levaram a denúncias contra ambos.

Em nota, os advogados de Joesley e Wesley Batista disseram que vão recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ainda hoje. “A própria decisão reconhece a ausência de fato novo apto a justificar a prisão. A inexistência de qualquer outro preso preventivo no Brasil pela acusação de insider trading revela uma excepcionalidade no mínimo curiosa”, argumenta a defesa.

 

Fonte: Congresso em Foco

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