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ETANOL/CEPEA: Procura diminui e cotações recuam novamente em SP

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Cepea, 30/6/2020 – O volume de etanol hidratado negociado no mercado spot paulista na última semana permaneceu praticamente estável, e o preço do biocombustível seguiu em queda. Segundo colaboradores do Cepea, a demanda diminuiu, e apenas compras pontuais foram realizadas no período. Entre 22 e 26 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado fechou a R$ 1,6166/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), recuo de 2,66% em relação ao do período anterior. Vale lembrar que, ao longo de junho, as cotações subiram na primeira quinzena, mas caíram na segunda. Além do recuo da demanda, a necessidade de parte das indústrias de “fazer caixa” também pressionou as cotações, tendo em vista que vendedores estiveram mais flexíveis nos preços negociados. A comercialização do etanol hidratado sem ICMS (“diferido”) também influenciou a baixa na média paulista, mesmo que negócios dessa operação não sejam computados no Indicador do Cepea. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ também recuou ligeiro 0,27%, fechando a R$ 1,8712/litro (sem PIS/Cofins). A demanda pelo anidro teve forte desaceleração, resultando em expressiva queda no volume negociado pelas distribuidoras no mercado spot. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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MAÇÃ/CEPEA: Volume colhido na campanha 2019/20 recua quase 20%

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Cepea, 3/7/2020 – O volume de maçãs colhido no Sul no Brasil recuou quase 20% nesta safra 2019/20, somando 939 mil toneladas, de acordo com a ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã). Isso porque, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, diversos fatores climáticos afetaram a produção, como o inverno mais ameno, chuvas na primavera (período de florada) e o grande déficit hídrico no verão do ano passado. A variedade mais afetada foi a fuji, que teve quebra de safra bastante expressiva, principalmente em São Joaquim (SC) e em Vacaria (RS). Assim, agentes estimam que, do volume total colhido nesta campanha, apenas 35% seja de fuji e 60% de gala. A concentração de frutas miúdas também foi maior, refletindo o clima mais seco no período de enchimento das maçãs. De acordo com agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea, esse cenário reduziu a participação das frutas graúdas (até o calibre 110) no volume total colhido, que deve ser de apenas 20% para a fuji e de 10% para a gala. Como resultado, as cotações das maçãs de maior calibre foram impulsionadas neste ano. No segundo trimestre de 2020 (abril a junho), por exemplo, o preço da gala calibre 110 Cat 1 foi de R$ 89,77/cx de 18 kg na média das regiões classificadoras, alta de 48% frente ao do mesmo período do ano passado. A fuji de mesmo perfil foi vendida por R$ 94,81/cx de 18 kg, aumento de 68% na mesma comparação. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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