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Escola de Saúde oferta cursos sobre Covid na modalidade EAD

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A Escola de Saúde Pública do Paraná oferta na sua plataforma de ensino 18 cursos que tratam de temas relacionados à Covid-19 na modalidade EAD.

São cursos direcionados a profissionais que atuam na área da saúde, com duração média de 20 a 40h, e que apresentam conteúdos produzidos em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Organização Mundial da Saúde (OMS), Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde e Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

“Nosso objetivo é informar e atualizar nossos profissionais e estudantes da área”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Segundo ele, a capacitação dos profissionais de saúde diante da Covid-19 faz parte das ações de enfrentamento promovidas pelo Governo do Paraná. “Neste momento de pandemia, os profissionais que estão na linha de frente precisam estar preparados e abastecidos de informações seguras e precisas; isso reflete diretamente na agilidade no atendimento”, acrescentou.

Recentemente foram lançados os cursos sobre Projeto para funcionamento de Unidade de Tratamento de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e sobre Cuidados clínicos aos pacientes com SRAG.

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Outros cursos abordam temas como vírus respiratórios emergentes, manejo e acompanhamento do paciente com suspeita de coronavírus, segurança e higienização em serviços hospitalares, cuidados de idosos em instituições de longa permanência, pré-natal e puerpério em tempos de pandemia, uso seguro de EPIs, uso de antivirais na Covid-19, proteção física e psicossocial, instruções para execução do teste rápido e perspectivas terapêuticas para o tratamento de pacientes.

Todos os cursos são autoinstrucionais e de acesso livre aos profissionais de saúde. As inscrições podem ser feitas no site da Escola de Saúde Pública do Paraná www.escoladesaude.pr.gov.br 

A plataforma da Escola conta hoje com mais de 32 mil inscritos acompanhando os nossos cursos na modalidade Educação a Distância.

ESPP – A Escola de Saúde Pública do Estado do Paraná tem como objetivo potencializar o desenvolvimento das ações de formação e qualificação profissional para o SUS, na perspectiva de construção das Redes de Atenção à Saúde, do fortalecimento das políticas de Atenção Primária à Saúde, de Vigilância em Saúde e da capacidade gestora do sistema em todos os níveis de gestão.

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A Escola mantém programas de residência na área da saúde, projetos de educação permanente e cursos para várias áreas de atuação, como formação de agente comunitário, cuidador de idoso, introdução ao acolhimento, abordagem do recém-nascido, trabalho com grupos na atenção básica, suporte básico de vida, especialização em saúde pública, especialização em auditoria do SUS.

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http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

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Mais 187 famílias recebem documentos para regularização fundiária

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O Instituto Água e Terra (IAT) entregou nesta sexta-feira (25) os documentos para regularização fundiária para 187 famílias de pequenos agricultores do município de Cândido de Abreu, na Região Central do Estado. O IAT é um órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

Foram entregues para a prefeitura do município os mapas e memoriais descritivos. Os documentos são fundamentais para o processo de regularização fundiária. “Essa etapa demonstra que os vizinhos se conversaram e chegaram a um acordo de divisão de terras. O mapa diz exatamente qual é o limite da propriedade”, afirmou o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

“A partir desse momento, qualquer investimento será na sua própria casa”, disse Nunes à comunidade do Distrito Rio do Tigre, onde 111 famílias foram beneficiadas.

Além do Rio do Tigre, foram alcançadas pela ação famílias das comunidades Alto do Rio do Baile, Areião, Arrudas, Bairro dos Limas, Barra da Vergonha, Barreirinho, Boa Vista, Capinzal, Criciumal, Estrada da Serra da Mesa, Faxinal de Catanduvas, Faxinal Santo Antonio, Funil, Ilha das Flores, Imbuia, Ivaizinho, Lajeado II, Linha Ivai, Linha São Pedro, Marumbi, Palmital II, Palmital III, Pedra Vermelha, Rio do Baile, Sabugueiro I, Sabugueiro II, Saltinho, Serra da Mesa, Sítio São João, Três Bicos, Ubazinho, Ubazinho I, Ubazinho II, Xaxim.

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DOCUMENTAÇÃO – Os mapas e memoriais descritivos são parte do processo de regularização fundiária. O IAT atende agricultores familiares, de baixa renda, com o cadastro, levantamento de informações sobre o lote e georreferenciamento da área. A prefeitura de Cândido de Abreu informou que vai trabalhar para conseguir o registro das propriedades e finalizar a posse por usucapião.

ÚNICO – O Paraná é o único estado com um programa que atua para facilitar a disponibilização de mapas e memoriais descritivos e apoiar as famílias no processo que adquiriram terras particulares e ainda não possuem o registro da propriedade. “É um projeto para atender a população que mais precisa do governo. Produzir mapas e memoriais descritivos é a parte mais cara da regularização fundiária”, destacou o diretor de Gestão Territorial do IAT, Mozarte de Quadros.

Desde janeiro de 2019, já foram entregues mais de 6 mil documentos técnicos e a meta é, até o final de 2022, entregar mais de 15 mil mapas e memoriais descritivos no Paraná.

CONQUISTA – Após a conclusão do processo de regularização fundiária, os pequenos produtores rurais podem buscar créditos para investir mais em suas terras, além de ter os imóveis valorizados.

Neide de Fátima dos Santos, 53, nasceu na comunidade Rio dos Tigres, mudou-se para outras cidades quando se casou e retornou há mais de 15 anos. Ela conta que sentia falta de documento que comprovasse a compra de suas terras onde planta verdura, mandioca e batata e cria galinhas. “Moramos em quatro pessoas e isso era um sonho que agora vai ser realizado. Não tinha nada que comprovasse que as terras eram nossas”, afirmou.

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Manoel Gonçalves, 83, mora com a esposa na comunidade Rio dos Tigres há 12 anos e conta que esperava por esse documento para se sentir dono das suas terras. “Eu morava aqui, mudei para São Paulo e retornei porque não me acostumei. Planto milho,  feijão, café e mandioca”, contou

Para Devanilda Fernandes de Moraes, 63, que mora há 25 anos na comunidade, é um alívio saber que é dona das terras onde hoje planta mandioca, milho e verdura. “Esperava muito por isso. Agora, ter esse documento é a graça de Deus. Agora essa terra é minha”, destacou.

Isabel Schavarski, 43, mora há sete anos na comunidade Rio dos Tigres e conta que há quatro anos luta para iniciar o processo de regularização fundiária. “Agora a propriedade é minha. Nunca tive uma propriedade e depois o lote vai ficar para meus filhos”, disse.

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