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Em três meses, Banco da Mulher libera R$ 9 milhões em crédito

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O Banco da Mulher Paranaense, programa gerenciado pela Fomento Paraná, completou três meses em dezembro colecionando bons indicadores. Proposta de gestão do governador Carlos Massa Ratinho Junior para incentivar o empreendedorismo feminino em todos os setores econômicos, o banco de crédito liberou R$ 9 milhões no período. Foram 1.295 propostas apresentadas, com 800 contratos assinados.

“O programa é um sucesso. Um compromisso do governo que deu muito certo, ajudando a manter e expandir negócios das mulheres empreendedoras do Paraná”, destaca Heraldo Neves, diretor-presidente da Fomento Paraná.

Neves explicou que o tíquete médio dos contratos é de R$ 11 mil. De acordo com ele, a tendência é que o banco feche o mês de janeiro com mais de mil acordos assinados. “É um exercício de democratização do crédito, a partir de juros baixos à comunidade de mulheres empreendedoras. Juros que não têm no mercado”, disse.

FESTA E CHOCOLATE – Foram justamente as taxas de juros mais convidativas, abaixo do que é praticado pelo mercado, que fizeram com que as empresárias Amanda Carla dos Santos da Costa de Sousa e Siomara Lúcia da Cruz optassem por ampliar os negócios com a ajuda do Banco da Mulher Paranaense.

Amanda é proprietária de uma casa de recreação infantil e organização de eventos no bairro Novo Mundo, em Curitiba. Ela pegou R$ 20 mil no fim do ano passado para ampliar o capital de giro da empresa, mudar de sede e renovar as opções de brinquedos, projetando um 2020 bem mais movimentado. Terá 60 meses para quitar o empréstimo.

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“Foi tudo muito simples e tranquilo. Além de os juros serem consideravelmente mais baixos, há ainda uma taxa de carência que ajuda bastante. Eu, por exemplo, só começarei a pagar em março”, contou.

A engenheira química Siomara também faz elogios ao programa do Governo do Estado. Ela foi informada logo na segunda semana do ano que a linha de crédito que buscava, no valor de R$ 100 mil, havia sido aprovada.

Agora, com o dinheiro, vai poder comprar equipamentos atualizados para a empresa especializada na impressão de adesivos comestíveis em chocolates, também em Curitiba. Maquinário que permitirá, reforçou ela, aumentar o faturamento em até sete vezes e ampliar a equipe de funcionários. “Conseguirei ampliar a minha base de clientes no Brasil e também no exterior”, disse.

Ela contou que essa é a segunda vez que recorre à agência de fomento do Estado. Em 2011, captou R$ 13 mil via programa de incentivo ao microcrédito justamente para abrir a empresa. “É um programa muito interessante, que colabora diretamente com a economia do Paraná. Além dos recursos, o suporte que a agência nos oferece é muito grande”, ressaltou.

JUROS MAIS BAIXOS – A Fomento Paraná é uma instituição financeira de desenvolvimento pertencente ao Governo do Estado. Pelo Banco da Mulher Paranaense, lançado no fim de setembro, a instituição oferece financiamentos com taxas de juros mais baixas para apoiar pequenos negócios que tenham mulheres como proprietárias ou sócias.

O crédito varia de acordo com o porte do empreendimento e vai de R$ 1 mil a R$ 500 mil, com taxas de juros a partir de 0,98% ao mês no microcrédito, e a partir de 0,48% ao mês para micro e pequena empresa.

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Além do crédito, o programa possibilitará o apoio financeiro por meio da participação no risco dos negócios, através do Fundo de Capital de Risco (FCR), que está sendo estruturado pela Fomento Paraná para apoiar startups e empresas de bases tecnológicas.

TAXAS E PRAZOS – As taxas de juro são diferenciadas. No microcrédito, para valores de R$ 1 mil a R$ 20 mil, a taxa é a partir de 0,98% ao mês, com 36 meses para pagar e carência de até três meses. Nas linhas para micro e pequenas empresas, com valores entre R$ 20 mil e R$ 500 mil, a taxa de juros é a partir de 0,48% ao mês.

O prazo para pagar é de até 60 meses (120 meses para energias renováveis) e a carência incluída no prazo varia de três até 24 meses.

As linhas são voltadas desde empreendedoras informais, autônomas e Microempreendedoras Individuais (MEI), com faturamento anual de até R$ 360 mil, até micro e pequenas empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões.

CONDIÇÕES – Os recursos do crédito poderão ser usados para construção, reforma, ampliação ou modernização de instalações; compra de máquinas, equipamentos e softwares; formação de estoques para manutenção de empreendimentos e também para custeio de treinamentos, consultorias, pesquisas, estudos e projetos, bem como projetos que envolvam energias renováveis.

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Paraná tem 94 novos casos de coronavírus e mais dois óbitos

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A Secretaria de Estado da Saúde informa mais dois óbitos por coronavírus no Paraná. Um homem de 80 anos, de Cianorte, teve o diagnóstico confirmado na quinta-feira (2) e outro, de Quatiguá, de 65 anos, na terça (31). Ambos morreram neste sábado (04). O boletim também registra 94 novas confirmações e eleva para 401 o número de casos no Paraná, com sete mortes por Covid-19.

Os pacientes residem em Curitiba (38), Cascavel (14), Campo Largo (3), Lapa (1), Matinhos (1), Fazenda Rio Grande (1), Palmas (1), Pato Branco (1), Chopinzinho (1), Londrina (8), Palmeira (1), Castro (1), Ponta Grossa (1), São José dos Pinhais (1), Paranaguá (2), Foz do Iguaçu (2), Sarandi (1), Maringá (4), Colombo (3), Assis Chateaubriand (1), Campina Grande do Sul (1), Araruna (1), Campo Mourão (2), Pinhão (1), Guaraniaçu (2) e Ibema (1).

O Paraná tem atualmente 401 casos confirmados – destes, sete óbitos e seis pessoas que não residem no Estado –, 4.606 descartados e 195 em investigação.

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Dos pacientes, 77 estão internados, 47 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 30 em leitos clínicos.

Um caso de Quatro Barras foi transferido para o município de Curitiba porque reside na capital paranaense.

RISCO – O Ministério da Saúde destacou em Boletim Epidemiológico (nº 6) que “avalia o risco nacional como muito alto”. A avaliação considera que a pandemia de Covid-19 é dividida em quatro fases epidêmicas: transmissão localizada, aceleração descontrolada, desaceleração e controle e que, no momento, o Brasil se encontra na fase de transmissão localizada na maior parte do País.

Por isso, o risco é alto, ressalta a publicação do ministério, que orienta os Estados a implementarem medidas de distanciamento social ampliadas.

O informativo salienta que “apoiar e proteger pessoas com mais de 60 anos é assunto de responsabilidade de todos, embora todas as faixas etárias corram o risco de contrair Covid-19, esse grupo enfrenta um risco significativo de desenvolver doenças graves”.

Também são condições clínicas de risco para o desenvolvimento de complicações: cardiopatas graves e portadores de insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias e hipertensão arterial sistêmica descompensada; pneumopatas, imunodeprimidos, doentes renais crônicos em estágio avançado, diabéticos e gestantes de alto risco.

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