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Educação envia 2 mil máscaras de acrílico para servidores

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A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte reforçou os cuidados com os seus servidores para proteção contra a Covid-19. Uma das ações foi o envio de 2 mil máscaras de acrílico (modelo face shield) para os profissionais das cidades mais afetadas pelo vírus.

De acordo com o coordenador do Departamento de Gestão Administrativo-Social (GAS), Marcelo da Silva, foram solicitadas 8 mil máscaras que devem ser encaminhadas nas próximas semanas. “Devido ao agravamento da crise, decidimos enviar as primeiras 2 mil máscaras para as regiões onde há mais casos de contaminação”, explica.

De acordo com ele, as outras 6 mil estão prontas e a Diretoria de Planejamento e Gestão da Seed já está avaliando quais serão as próximas regiões que receberão as máscaras”, pontua Marcelo.

A diretora de Planejamento e Gestão, Adriana Kampa, afirma que as regiões mais afetadas pelo Covid-19 receberão primeiro as máscaras. No entanto, o projeto prevê atender a todos os núcleos regionais do Paraná. “Seguimos as recomendações da Secretaria da Saúde e focamos nos núcleos mais críticos. Porém, o objetivo é alcançar mais servidores”, diz.

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Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, as cidades de Curitiba, Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio e Toledo são as mais afetadas pela disseminação do vírus. Por isso, receberão a primeira remessa de máscaras.

PRODUÇÃO – As máscaras de acrílico são do modelo face shield, que oferecer maior conforto e proporciona maior proteção aos usuários. Elas serão distribuídas aos servidores que atuam na entrega dos kits de merenda.

Além das máscaras de acrílico, é disponibilizado aos servidores álcool em gel. A pasta adverte as equipes para evitarem aglomerações nas secretarias das escolas e também durante a distribuição dos kits de merenda. Aconselha também o revezamento das equipes e que funcionários em situação de risco não se exponham.

Confira o esquema de distribuição:
Cascavel – 93 escolas / 795 servidores (800 máscaras)
Cianorte – 33 escolas / 295 servidores (300 máscaras)
Cornélio Procópio – 68 escolas / 267 servidores (300 máscaras)
Toledo – 92 escolas / 542 – servidores (600 máscaras)

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Saúde alerta sobre riscos de toxoplasmose na gravidez

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A toxoplasmose é uma doença transmitida por animais bastante comum, que pode ocorrer pela ingestão de água ou alimentos contaminados. É uma infecção que pode apresentar complicações como toxoplasmose ocular e cerebral e também comprometer o bebê durante a gestação, levando inclusive ao abortamento em alguns casos.

As gestantes durante o pré-natal devem realizar exames para diagnosticar precocemente a doença para rápida intervenção terapêutica e medidas de prevenção.

Para ampliar a atenção em relação aos cuidados, foi instituída a Semana de Orientação sobre a Toxoplasmose como a primeira semana do mês de agosto no Paraná, por meio da Lei nº 20203/2020.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, afirma que a visibilidade nesse tipo de patologia é essencial para a redução de danos à população. “Falar, debater, conhecer mais e aprender é o ideal para evitar muitas patologias”, disse. Segundo ele, a toxoplasmose é uma doença evitável, com higienização das mãos, alimentos, cuidados com os animais de estimação, são importantes para evitar danos que a doença pode deixar na pessoa.

Quando a gestante é diagnosticada com toxoplasmose, o tratamento e acompanhamento da doença são disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Quando o tratamento é feito corretamente, o bebê fica protegido.

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VIGILÂNCIA – O rastreamento sorológico no pré-natal permite a identificação de gestantes suscetíveis para seguimento posterior, com vistas à prevenção da infecção aguda por meio de medidas de prevenção primária e a detecção precoce da toxoplasmose.

A notificação, investigação e o diagnóstico oportuno dos casos agudos em gestantes viabilizam a identificação de surtos, o bloqueio rápido da fonte de transmissão e a tomada de medidas de prevenção e controle em tempo, além da intervenção terapêutica adequada e consequentemente a redução de complicações, sequelas e óbitos. A investigação em recém-nascidos permite a intervenção precoce em casos em que a doença seja confirmada.

TOXOPLASMOSE CONGÊNITA – Em gestantes, a doença pode afetar também o recém-nascido. Em 85% dos bebês infectados não há sinais clínicos evidentes. Mas a criança pode ter sinais no período neonatal como icterícia, macrocefalia ou microcefalia e crises convulsivas; ou nos primeiros meses, acometimento visual em graus variados, surdez e atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. Sequelas tardias são mais frequentes quando a toxoplasmose congênita não tratada com medicamentos específicos durante o primeiro ano de vida. Há casos relatados de surgimento de sequelas da doença, não diagnosticadas previamente, na adolescência ou na idade adulta.

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CUIDADOS – Os protozoários que causam a toxoplasmose estão presentes nas fezes de gatos e outros felinos. O contato com esses animais sem higienização das mãos pode levar a contaminação e desenvolvimento da doença.

Com hábitos simples é possível prevenir a doença:

– Lavar as mãos após manipular carnes cruas, antes das refeições, após trabalhar na terra, horta ou jardim;

– Lavar bem as verduras e legumes e evitar comer alimentos crus;

– Caso tenha um gato como animal de estimação, higienize a caixa de dejetos do seu animal a cada três dias e colocar ao sol com frequência. Após o contato com gatos, deve-se lavar sempre as mãos e manter o animal bem alimentado para que ele não se alimente de outros animais e nunca dê carne crua para o felino. Cães também podem ser transmissores de toxoplasmose caso tenham contato com fezes de gatos.

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