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Dia Mundial da Limpeza tem adesão de 12 instituições no Paraná

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Em alusão ao Dia Mundial da Limpeza, celebrado neste sábado (19), a Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo recolheu resíduos sólidos de 12 secretarias estaduais e autarquias. Foram recolhidas roupas, pilhas, lâmpadas, além de remédios vencidos, eletrônicos, eletrodomésticos, materiais de escritório e óleo de cozinha.

“A determinação do governador Ratinho Junior é promover o desenvolvimento do Estado e garantir, ao mesmo tempo, a sustentabilidade. Essa é uma das políticas públicas que faz com que o Paraná seja exemplo em conservação do meio ambiente no país”, disse o secretário Márcio Nunes.

“São resíduos que normalmente as pessoas não sabem como destinar e que, se descartados de maneira incorreta, podem contaminar o solo e os lençóis freáticos”, destacou a diretora geral da Secretaria, Fabiana Campos.

CAMPANHA – O Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day) surgiu na Estônia em 2008. O objetivo do movimento é mobilizar voluntários para a limpeza de suas cidades, bairros, praias, praças e parques, com foco na conscientização para o descarte indevido de resíduos sólidos.

Devido à pandemia do coronavírus, este ano a campanha tem como lema #eucuidodomeuquadrado, com ações individuais em casa. Pensando nisso, a Sedest mobilizou as Secretarias de Estado e autarquias para recolherem de seus funcionários os resíduos sólidos.

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“A Secretaria abraçou a ideia da Campanha Mundial porque tem na sua essência promover o descarte correto de todos os resíduos sólidos e materiais descartáveis”, afirmou a diretora de Desenvolvimento e Inovação, Camila Aragão.

APROVAÇÃO – O Instituto Fundepar realizou uma reforma em dezembro de 2019 e estava com 1500 lâmpadas para fazer o descarte correto. “A campanha veio como uma oportunidade para descartar esse material sabendo que o destino vai ser de forma sustentável e correto. O material ia ficar em um canto do Instituto e corria o risco de pegar umidade”, disse a Evane Petla Mendes Dias, chefe do Departamento Administrativo do Fundepar.

Na entrega dos resíduos sólidos, as instituições participantes receberam mudas de árvores frutíferas que serão distribuídas na próxima segunda-feira (21), no Dia da Árvore. Em todo o Estado, serão plantadas e distribuídas mais de 550 mil mudas.

Participaram da ação As Secretarias de Estado da Educação e do Esporte, da Comunicação Social e Cultura, da Agricultura e do Abastecimento e da Segurança Pública, a Casa Civil e a Defesa Civil do Paraná; os Institutos Água e Terra (IAT), de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Fundepar, além da Assembleia Legislativa do Paraná, Copel e Compagas.

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Consulta pública aprova modelo cívico-militar em 163 colégios

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O balanço parcial desta sexta-feira (30), quarto dia da consulta pública sobre a migração de escolas do sistema tradicional para o modelo cívico-militar, mostra que a alteração foi aprovada em 163 escolas onde o quórum de votação foi alcançado. Outras 54 escolas continuam a votação na manhã deste sábado (31) e também após o feriado.

A estimativa da equipe da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, que coordena a consulta, é que ainda na noite desta sexta-feira (30) mais 28 escolas, das 54 que ainda estão fazendo consulta, possam atingir o quórum. As demais terão um tempo maior para finalizar o processo na próxima semana.

O balanço divulgado no final da tarde aponta que mais de 72 mil pais, estudantes, funcionários de escola e professores já registraram a opinião sobre a proposta de alterar o modelo de escolas.

No total, 217 instituições de ensino, em 117 municípios do Paraná, estão com processo de consulta pública aberto para que a comunidade escolar vote.

A votação continua neste sábado, das 8 às 12 horas, nas escolas em que o quórum absoluto não tenha sido alcançado ainda. E retoma depois do feriado, com horário das 8h às 20h. O projeto, que criou o modelo Cívico-Militar e a consulta pública, permite a extensão da votação até atingir o quórum necessário.

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APROVAÇÃO – Para que a implementação seja efetivada, é preciso que mais de 50% das pessoas aptas a votar na escola participem da consulta e que a maioria simples dos votantes (50% e mais um voto) seja favorável ao programa — o maior do país na área, com investimento de cerca de R$ 80 milhões, direcionado a 129 mil alunos. Nos colégios onde a migração for aprovada, haverá implementação da modalidade cívico-militar em 2021.

As escolas contarão com aulas adicionais de Português, Matemática e Civismo, permitindo aos estudantes que aprendam sobre leis, Constituição Federal, papel dos três poderes, ética, respeito e cidadania. No Ensino Médio, haverá, ainda, a adição da disciplina de Educação Financeira.

Além de questões curriculares, outra mudança trazida pela nova modalidade de ensino — que será aplicada em escolas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio — é a gestão compartilhada entre civis e militares.

O diretor-geral e o diretor-auxiliar permanecem sendo civis e as aulas continuam sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto o diretor cívico-militar será responsável pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá, também, de dois a quatro monitores militares, conforme o tamanho da escola.

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CONSULTA PÚBLICA — É necessário levar documento pessoal com foto para a votação, e recomenda-se que cada pessoa leve sua própria caneta. Pais ou responsáveis votam de acordo com o número de matriculados sob sua tutela na escola, ou seja, uma mãe com três filhos pode votar até três vezes.

Estão sob consulta da comunidade colégios em regiões com alto índice de vulnerabilidade social, baixos índices de fluxo e rendimento escolar, conforme a legislação aprovada pela Assembleia Legislativa.

As escolas também precisam estar em municípios com mais de dez mil habitantes e que tenham ao menos duas escolas estaduais na área urbana.

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