Política Estadual

Deputado solicita regularização do fornecimento de medicamentos para portadores da Doença de Fabry

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O deputado estadual Cobra Repórter (PSD) apresentou, na sessão plenária remota da Assembleia Legislativa do Paraná desta terça-feira (26), um requerimento solicitando, em caráter de urgência, a regularização do fornecimento da medicação BETA-AGALSIDASE, para 17 portadores da Doença de Fabry no Paraná. O requerimento é direcionado ao governador Carlos Massa Ratinho Junior e ao secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. 

A doença de Anderson-Fabry, também chamada de Doença de Fabry ou angiokeratoma corporis diffusum universale, ou de deficiência de alfagalactosidase, é uma doença genética rara e é causada pela deficiência de uma enzima lisossômica chamada alfa-galactosidase A. Ela afeta entre 1 e 3 de cada 100.000 nascidos vivos. É rara, hereditária e progressiva, causada pelo acúmulo de gordura em todas as células do organismo e provoca diversos sintomas que vão desde dores nos pés e nas mãos, até problemas no cérebro, rins e coração.

O deputado cobra Repórter foi procurado por uma paciente de Londrina que relata que neste mês de maio, o Estado ainda não repassou as doses da medicação necessária. Em Londrina são dois casos de pessoas da mesma família, mãe e filho, que precisam de atenção urgente, pois os pacientes estão sofrendo fortes dores e em alguns casos, necessitam até do uso de morfina para o alívio. O medicamento não é fornecido pelo SUS.

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“No Paraná, temos 17 pessoas portadoras, que precisam do apoio do Estado para a manutenção de suas vidas, em virtude do elevado custo do medicamento Beta-agalsidase. O judiciário já reconheceu a necessidade de intervenção do Estado para a disponibilização dos recursos necessários para a compra do medicamento, que não está disponível pelo SUS. Pedimos a atenção do Estado para a regularização a da entrega dos medicamentos”, ressaltou Cobra Repórter.

 

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Política Estadual

Deputado reivindica adicional de insalubridade para PMs na pandemia

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O deputado Soldado Fruet (PROS) protocolou nesta semana na Assembleia Legislativa do Paraná um requerimento dirigido ao governador Carlos Massa Ratinho Junior, solicitando que analise a viabilidade da concessão de adicional de insalubridade aos policiais militares do Paraná enquanto perdurar o combate à pandemia de Covid-19 e os efeitos do Decreto nº 4.319, de 23 de março de 2020, que declarou o estado de calamidade pública no Estado em decorrência do surto do novo coronavírus. 

“Encaminhei esta reivindicação ao governador pelo fato desses servidores estarem atuando, juntamente com outros profissionais, na linha de frente do combate ao coronavírus, portanto, estão altamente sujeitos a contraí-lo, em razão do seu ofício”, explicou. O deputado, que é titular da Comissão de Segurança Pública da Assembleia, ressaltou que o pedido não se refere ao adicional de periculosidade “que é devido ao policial militar não somente em época de pandemia, mas em qualquer época, tendo em vista a natureza da sua atividade”. Ele destacou que o adicional de periculosidade se justifica pelo novo cenário vivenciado por estes servidores da segurança pública. 

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Segundo o deputado Soldado Fruet, “o policial militar está sempre de sobreaviso e em constante exposição ao perigo de contágio, já que seu trabalho o obriga a se aproximar de outras pessoas para realizar investigações, atendimentos ao público, ingressar em locais não previamente planejados, cumprir mandados, entre outras atividades, onde frequentemente encontram-se pessoas enfermas que podem estar infectadas pelo vírus”. O deputado salientou que os assintomáticos também são transmissores do SARS-CoV-2. “Isso faz com que qualquer interação protagonizada pelos PMs, que não podem ficar em casa por conta do seu serviço, seja um potencial meio de transmissão”.

Para o parlamentar, que atuou por 17 anos como soldado da corporação, “nada mais justo do que, nesse momento de pandemia, conceder gratificação indenizatória por insalubridade ao policial militar que dispõe da sua saúde para proteger a nossa”. Na visão do deputado, a apresentação de um projeto de lei sobre a matéria representaria um reconhecimento ao trabalho destes servidores e ajudaria a manter o Paraná como Estado de vanguarda. “É uma medida justa, necessária e que valoriza nossos policiais”, afirmou.

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