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Deputada responsabiliza presidente pelas mortes por Covid-19 no Brasil

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A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) criticou nesta quarta-feira (24), durante seu pronunciamento na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Paraná, a postura do presidente Jair Bolsonaro desde o início da pandemia do novo coronavírus e atribuiu responsabilidade direta a ele pelas mais de 52 mil mortes no país até o momento.

A deputada paranaense lembrou que o país teve tempo de se preparar para a chegada da pandemia, à medida em que via os efeitos da doença na China, na Itália, na Alemanha, entre outros países antes de chegar ao Brasil, e não o fez. “O desprezo e o despreparo do presidente Jair Bolsonaro fizeram com que o Brasil chegasse a esses números de contaminações e a esses óbitos”, disse Luciana. “Ele subestimou o novo coronavírus e, mais do que isso, deu mau exemplo, estimulando as pessoas a saírem às ruas sem precauções, sem máscaras, sem os cuidados necessários para evitar a proliferação da doença”, acrescentou.

Voltando sua atenção à realidade do Paraná, que viu o número de casos triplicar em um mês, a deputada Luciana também fez um apelo ao governo de Carlos Massa Ratinho Júnior para que invista mais no combate à Covid-19. “É preciso otimizar leitos, disponibilizar mais UTIs para atendimento à população paranaense e isso é urgente”, disse. “O governo também precisa ser efetivo em dar condições para que as pessoas que não têm a necessidade de sair, possam ficar em casa, possam se cuidar. Para evitar um mal maior que o desse cenário que estamos vendo hoje no Brasil”, completou.

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De acordo com o último balanço divulgado da pandemia no Brasil, passam de 1,15 milhão de casos confirmados da Covid-19 e já foram registradas oficialmente 52.771 mortes, 1.374 apenas nas últimas 24 horas. No Paraná, são 15.853 pessoas infectadas e quase 500 mortes (498), sendo 29 em um único dia.

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Política Estadual

Nutricionista lista os alimentos que ajudam na imunidade e reagem às infecções, entre elas as causadas pelo coronavírus

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Você deve saber que uma alimentação saudável, relacionada a um estilo de vida ativo, pode prevenir uma série de doenças. Mas consegue imaginar que os alimentos ricos em determinadas substâncias podem definir a forma com que seu corpo vai reagir às infecções, entre elas a da Covid-19, causada pelo coronavírus? Estas questões serão respondidas pela nutricionista Adriana Zadrozny no programa Assembleia Entrevista da TV Assembleia.

Mestre em Fisiologia Humana, Adriana explica quais os alimentos mais indicados para encarar os longos dias em casa durante a pandemia. “Algo que nos tem preocupado é a falta de radiação solar, estamos tomando muito pouco sol. Esta menor síntese de vitamina D em nossos organismos predispõe processos de ordem depressiva que, por sua vez, podem alterar o comportamento alimentar”, exemplifica.

Segundo ela, as pessoas têm buscado mais alimentos processados e industrializados, mais práticos, porém mais ricos em gorduras e açúcar. “Um estudo australiano com crianças obesas, comparando o padrão alimentar de um ano atrás e de agora, mostra que em média elas fazem uma refeição a mais por dia” alerta a nutricionista. 

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Adriana Zadrozny afirma que um conjunto de fatores resultam em um quadro imunológico adequado para que o corpo lide com situações como a da pandemia do Coronavírus. Entre os alimentos mais indicados para isto, estão a cúrcuma, a canela, a couve-flor, brócolis, repolho e couve de Bruxelas, ricas em vitamina C e substâncias anti-inflamatórias. 

“Mas não se pode depositar nossa confiança somente nisso. Temos uma imunidade indireta, os produtos fermentados criam uma condição intestinal que melhora a absorção de subprodutos da dieta que potencializam o sistema imunológico, é uma cadeia que melhoram a imunidade”, frisa.

Alimentos como kefir e vegetais orgânicos potencializam o crescimento de bactérias intestinais benéficas, com função probiótica. “Os vegetais orgânicos oferecem ao organismo o que eles nutricionalmente podem oferecer”, diz, lembrando que o vegetal não orgânico pode conter produtos tóxicos em sua proteção.

A nutricionista explica ainda que alimentos reduzem a alcalinidade sanguínea. “É algo conhecido por todos, mas pouco aplicado. Temos uma oportunidade muito rara de olharmos com mais atenção nossas geladeiras e nossas escolhas e tentar que algo de bom aconteça do ponto de vista alimentar a partir de agora”, completa.

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Assembleia Entrevista – A íntegra da entrevista com a nutricionista Adriana Zadrozny, além de muitas outras entrevistas já feitas pelo programa Assembleia Entrevista, pode ser conferida pela TV Assembleia através do canal aberto 20.2 e 16 pela Claro/Net, além do canal do Youtube pelo link: https://bit.ly/3k705Ag

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