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Curitiba oferece transporte específico para profissionais de saúde

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A prefeitura de Curitiba disponibilizou uma linha específica para trabalhadores da saúde durante a pandemia. O intuito é proteger os profissionais de saúde, evitando o contato com outros cidadãos durante o deslocamento até as unidades de saúde. Diariamente, 9,5 mil trabalhadores da área utilizam o transporte na capital paranaense.

Podem acessar os ônibus não somente empregados de carreiras típicas de saúde – como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem – como trabalhadores em atividades de apoio aos serviços de saúde, como limpeza, alimentação e atendimento administrativo. Para isso, devem apresentar documentação que confirme a ocupação aos fiscais instalados nas estações.

A linha faz apenas um trajeto, do Terminal Rodoviário Pinheirinho até a Praça Rui Barbosa. Segundo Companhia de Urbanização de Curitiba – Urbs, a escolha da linha se deveu ao fato das regiões cobertas pelos locais do trajeto contarem com diversos estabelecimentos de saúde, como hospitais, clínicas e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Segundo Ogeny Maia Neto, presidente da Urbs, foi feito um estudo cruzando dados do cartão transporte com documentos para traçar o perfil do usuário por hora e tipo de atividade. Foi identificado que durante a pandemia o segundo tipo principal de profissional foram profissionais da saúde.

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Foram então iniciadas medidas específicas, com a preferência nos embarques nos ônibus no transporte público, pois há limitação de capacidade. No dia 26 de junho, passou a funcionar a linha específica.

“Como verificamos boa demanda criamos linha especial. Há um embarque às 6h e outro às 7h. São os horários onde mais profissionais de saúde entram. O retorno é às 18h e 19h. Temos um pico que poderá ser estendido para 17h, mas vamos avaliar se há demanda”, explica o presidente da companhia responsável.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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Governo economiza R$ 466 milhões com a máquina pública na pandemia

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Com milhares de servidores públicos trabalhando de forma remota em casa por causa da pandemia, o governo federal conseguiu reduzir em R$ 466,4 milhões as despesas de custeio da máquina pública. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (3) pelo Ministério da Economia. 

Entre as principais despesas que foram economizadas estão deslocamentos e viagens a trabalho, que demandam pagamento de diárias e passagens, e os serviços de energia elétrica e comunicação. A comparação foi feita entre os meses de abril, maio e junho deste ano com o mesmo período de 2019. Somente com diárias e passagens, o governo economizou mais de R$ 271,4 milhões, um valor 67,5% menor em relação ao ano passado. Os gastos com energia elétrica caíram, na média dos três meses, 22,4%, uma economia de R$ 127,9 milhões. Os serviços de comunicação (correios), de água e esgoto e cópia e reprodução de documentos também tiveram quedas expressivas no mesmo período.

Trabalho remoto

Na semana passada, o Ministério da Economia publicou a Instrução Normativa nº 65, que estabelece orientações para a adoção do regime de teletrabalho nos órgãos e entidades da administração pública federal. Até antes da pandemia, o teletrabalho ou trabalho remoto, no Executivo Federal, era permitido apenas na forma de projeto-piloto. De acordo com a Secretaria Nacional de Desempenho pessoal da pasta, 360 mil servidores estão em trabalho remoto: 270 mil são de universidades e institutos federais e 62% da força de trabalho do Executivo.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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