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Copel alerta para os perigos de pipas perto da rede elétrica

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No período de férias as crianças aproveitam o tempo livre também fora de casa e uma das brincadeiras mais populares é soltar pipas. A Copel alerta que o divertimento pode causar acidentes graves e desligamentos na rede elétrica, se não forem observados os cuidados com a segurança.

Em 2019, a companhia registrou 5.248 interrupções no fornecimento de energia provocadas pelo contato de pipas e outros objetos com a rede elétrica, número que subiu frente ao ano anterior, quando houve 5.053 ocorrências pelo mesmo motivo. No ano passado também foi registrado um acidente por choque elétrico relacionado à brincadeira com pipas.

Para evitar que situações como esta se repitam, todos os anos a Copel visita escolas para levar palestras a estudantes de ensino fundamental sobre os cuidados que se deve ter com a energia elétrica. Ano passado, 67,2 mil alunos receberam as orientações do programa de palestras intitulado Copel Iluminando Gerações. O recado também chega a feiras e eventos nas comunidades e também por meio do teatro educativo Histórias Eletrizantes.

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CUIDADOS – Procurar por um local afastado da rede elétrica é a primeira dica para quem quer soltar pipa em segurança. A conversa com as crianças enfatiza ainda se o brinquedo enroscar nos fios, jamais se deve tentar retirá-lo. O gerente de Segurança do Trabalho da Copel, Alessandro Maffei da Rosa, ressalta que o uso de cerol ou materiais metálicos potencializam o risco de choque e, por isso, nunca devem ser utilizados na confecção do brinquedo.

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Paraná tem 94 novos casos de coronavírus e mais dois óbitos

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A Secretaria de Estado da Saúde informa mais dois óbitos por coronavírus no Paraná. Um homem de 80 anos, de Cianorte, teve o diagnóstico confirmado na quinta-feira (2) e outro, de Quatiguá, de 65 anos, na terça (31). Ambos morreram neste sábado (04). O boletim também registra 94 novas confirmações e eleva para 401 o número de casos no Paraná, com sete mortes por Covid-19.

Os pacientes residem em Curitiba (38), Cascavel (14), Campo Largo (3), Lapa (1), Matinhos (1), Fazenda Rio Grande (1), Palmas (1), Pato Branco (1), Chopinzinho (1), Londrina (8), Palmeira (1), Castro (1), Ponta Grossa (1), São José dos Pinhais (1), Paranaguá (2), Foz do Iguaçu (2), Sarandi (1), Maringá (4), Colombo (3), Assis Chateaubriand (1), Campina Grande do Sul (1), Araruna (1), Campo Mourão (2), Pinhão (1), Guaraniaçu (2) e Ibema (1).

O Paraná tem atualmente 401 casos confirmados – destes, sete óbitos e seis pessoas que não residem no Estado –, 4.606 descartados e 195 em investigação.

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Dos pacientes, 77 estão internados, 47 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 30 em leitos clínicos.

Um caso de Quatro Barras foi transferido para o município de Curitiba porque reside na capital paranaense.

RISCO – O Ministério da Saúde destacou em Boletim Epidemiológico (nº 6) que “avalia o risco nacional como muito alto”. A avaliação considera que a pandemia de Covid-19 é dividida em quatro fases epidêmicas: transmissão localizada, aceleração descontrolada, desaceleração e controle e que, no momento, o Brasil se encontra na fase de transmissão localizada na maior parte do País.

Por isso, o risco é alto, ressalta a publicação do ministério, que orienta os Estados a implementarem medidas de distanciamento social ampliadas.

O informativo salienta que “apoiar e proteger pessoas com mais de 60 anos é assunto de responsabilidade de todos, embora todas as faixas etárias corram o risco de contrair Covid-19, esse grupo enfrenta um risco significativo de desenvolver doenças graves”.

Também são condições clínicas de risco para o desenvolvimento de complicações: cardiopatas graves e portadores de insuficiência cardíaca, infartados, revascularizados, portadores de arritmias e hipertensão arterial sistêmica descompensada; pneumopatas, imunodeprimidos, doentes renais crônicos em estágio avançado, diabéticos e gestantes de alto risco.

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