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Comitê começa a avaliar protocolo de retorno às aulas

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Os primeiros protocolos de retorno das atividades escolares presenciais no Paraná começaram a ser avaliados pelo Comitê de Volta às Aulas nesta quinta-feira (9). A proposta final deve ser validada pelas autoridades sanitárias da Secretaria da Saúde no dia 28 de julho.

Neste primeiro encontro todos os integrantes do Comitê participaram da apresentação do levantamento de materiais, insumos e itens de proteção individual que serão necessários para o retorno. Na semana que vem, o grupo será dividido por setor para construir a proposta final que será apresentada nos últimos dias de julho.

O retorno das aulas ainda não tem data prevista para acontecer, mas depende da definição deste protocolo, que após aprovado pelos epidemiologistas da Secretaria da Saúde, será adotado nas escolas de todo o estado. A intenção principal do Comitê é planejar como será a volta dos jovens estudantes e profissionais da Educação para as salas de aula, de forma que, ao ser definida a data, o processo ocorra de maneira organizada.

O encontro foi online, seguindo o que determina os decretos estaduais, e contou com a participação da Casa Civil, das Secretarias de Estado da Educação, da Saúde, do Planejamento, da Fazenda, da Fundepar e da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Participaram, também, representantes da Assembleia Legislativa, do Ministério Público, do Conselho Estadual de Educação, dos conselhos municipais de Educação e da União das Secretarias Municipais, além de associações dos municípios do Estado.

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Também estiveram presentes os representantes dos trabalhadores da Educação e das escolas particulares, da Federação das Associações de Pais, Mestres e Funcionários das Escolas Públicas do Paraná.

PLANEJAMENTO – Ao abrir a reunião, o chefe da Casa Civil, Guto Silva, destacou a importância deste planejamento para que, quando a data for estabelecida, cada ente envolvido na Educação saiba qual será o seu papel: 

“Quem de fato nos dará o aval para nossa data de retorno será a Saúde, a nossa grande intenção é estar preparado para quando tivermos este ok”, disse ele. “Temos a compreensão de que o momento é extremamente difícil, sensível, e que não podemos tomar decisões precipitadas. Estamos tratando de milhões de vidas, temos uma grande preocupação com os alunos, as famílias e com os profissionais da Educação e precisamos oferecer segurança para que todos possam ter tranquilidade para voltar à sala de aula”, destacou.

Para Gláucio Dias, diretor-geral da Secretaria da Educação, com o envolvimento de todos os atores da Educação neste Comitê, o estado irá garantir que o plano de retorno, de fato, traga tranquilidade a todos quando for possível retornar.

“Nossa intenção é abrir um canal de diálogo, em que todos possam contribuir na construção de um rigoroso plano de retorno. No fim, quando a situação do coronavírus estiver sob controle, teremos a tranquilidade de que atendemos aos anseios de todos os envolvidos e, assim, garantiremos a segurança dos jovens, profissionais e das famílias paranaenses”, explicou.

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“Mesmo que não tenhamos uma data neste momento, o planejamento com antecedência vai garantir que todas as escolas, públicas e privadas, estejam fisicamente preparadas para cumprir os protocolos sanitários”, completou.

ESTUDOS INICIAIS – Durante o encontro a Secretaria da Educação apresentou os estudos iniciais já realizados pela Diretoria de Planejamento e Gestão Escolar em parceria com a Secretaria da Saúde. Adriana Kampa, responsável pela Diretoria, mostrou um levantamento inicial com a quantidades de materiais, insumos, salas de aulas e EPIs que seriam necessários para atender todos os estudantes e profissionais envolvidos na educação. 

CRONOGRAMA DO COMITÊ – Com base nos estudos iniciais apresentados pela Secretaria da Educação, cada integrante do Comitê irá se reunir individualmente com a Secretaria para contribuir com mais dados e propostas para o retorno.

Os encontros vão acontecer entre 13 e 17 de julho. Na semana seguinte o protocolo será estruturado para que, no dia 28, seja apresentado aos epidemiologistas da Saúde. Com o plano aprovado pela Saúde, no dia 30 de julho, uma nova reunião geral do Comitê será convocada para aprovação final do protocolo.

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Trinta famílias de Iguatu recebem chaves da casa própria

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Foi inaugurado nesta sexta-feira (7) o Residencial Cidade de Iguatu, empreendimento com 30 casas populares construído no município de mesmo nome, na região Oeste do Paraná. Com investimentos de R$ 2 milhões, o conjunto habitacional foi viabilizado em um trabalho conjunto do Governo do Estado, por meio da Cohapar, com o Governo Federal e a prefeitura.

O empreendimento foi direcionado a famílias que possuem renda mensal bruta de até seis salários mínimos. A obra foi financiada pela Caixa Econômica Federal, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

As prestações mensais do financiamento imobiliário a ser pago pelas famílias varia de R$ 381 à R$ 505 e o prazo para a quitação do imóvel é de até 360 meses. “É um programa que auxilia e reduz o custo final dos imóveis, com prestações de acordo com a renda mensal de cada família”, explica a chefe do escritório regional da Cohapar, Lucilei Marchiori.

Segundo ela, as contrapartidas dos diferentes níveis do poder executivo foram fundamentais para viabilização do projeto. “Essa união permite que possamos levar para a população moradias dignas, em locais salubres, e assim reduzir o déficit habitacional na região”, diz Lucilei.

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RESIDENCIAL – O Residencial Cidade de Iguatu possui unidades padrão de 38 metros quadrados, com modelos de 49 metros quadrados adaptados para pessoas com deficiência. Em ambos os casos, as unidades contam com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço externo, em lotes que permitam ampliações futuras pelos proprietários.

O condomínio conta ainda com pavimentação e galerias pluviais, calçamento com acessibilidade, paisagismo e sinalização viária.

CONTRAPARTIDAS – A contratação da construtora executora das obras foi feita pela Cohapar via licitação, que fiscalizou as obras, cadastrou e selecionou os beneficiários.

O Governo do Estado ainda subsidiou a instalação da rede de energia elétrica e as entradas dos padrões de energia das casas, pela Copel, e forneceu os materiais necessários para a instalação de água e esgoto via Sanepar.

A doação dos terrenos foi feita pela prefeitura, que também realizou obras de drenagem e a ligação da pavimentação do conjunto com a malha viária urbana.

“É gratificante entregar uma casa para estas famílias que agora poderão desfrutar de um lar digno e seguro”, afirma o prefeito Vlademir Barella. Ele ainda ressalta sobre a localização estratégica do Residencial. “Os novos moradores terão praticidade para resolver as coisas do dia a dia, pois as casas estão próximas a dois colégios, mercados e bancos”, afirma.

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FELICIDADE – A caixa de mercado Gislaine de Oliveira, de 23 anos, dependia de parentes para viver na cidade. “Eu morava com a minha mãe de favor na casa do meu padrinho”, conta. “Nós tentamos várias vezes conseguir uma casa e finalmente estamos realizando o nosso sonho”, diz Gislaine.

Outra família a conquistar a casa própria foi a do diarista Ismael Pereira, 28, que disse estar feliz com a mudança de vida. “Eu e minha esposa pagamos aluguel durante três anos e é um dinheiro que você não tem retorno. Agora, nós vamos investir em um lar que é nosso”, comemora Ismael.

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