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Comissário de bordo compartilha as piores gafes que já cometeu no trabalho

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Não é só viajar pra lá e pra cá! A vida de um comissário de bordo pode ser muito diferente do que muitas pessoas imaginam. De voos longos a passageiros mal educados, essa função também reserva alguns momentos, digamos, peculiares.

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Comissária de bordo oferecendo bebidas para um passageiro no avião.
Getty Images

Gabriel Santos revelou para seus seguidores três das suas maiores gafes enquanto trabalhava como comissário de bordo

Para completar, gafes e situações constrangedoras também podem fazer parte da rotina de um comissário de bordo . Em uma thread no Twitter, o comissário de bordo Gabriel Santos, que acumula mais de 30 mil seguidores, compartilhou três de suas maiores gafes que cometeu enquanto trabalhava.

Confusões com o ”portunhol”

Apesar das semelhanças entre as duas línguas, o português e o espanhol contam com algumas palavras que são parecidas, porém com significados totalmente diferentes.

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Enquanto Gabriel oferecia café para um passageiro que falava espanhol, acabou confundindo a palavra colher ( cuchara ) com corrér , que tem um significado totalmente diferente.

Por sorte, o comissário de bordo percebeu o erro na hora e conseguiu se corrigir.

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Quem nunca confundiu colegas de trabalho?

Outra gafe que Gabriel contou para seus seguidores foi quando ele acabou confundindo uma comissária de bordo com sua supervisora.

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”Rebecca o que?”

O terceiro mico que Gabriel compartilhou com seus seguidores foi sobre uma outra comissária de bordo , que se chamava Rebecca.

Porém, para o azar de Gabriel, a comissária Rebecca não tinha a mínima ideia de quem a cantora Rebecca Black era!


Fonte: IG Turismo

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Turismo

Já está na hora de cancelar a viagem de réveillon?

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Depois que entramos no segundo semestre do ano, muitos brasileiros passaram a se preocupar com os planos de Ano Novo. Alguns já haviam até comprado as passagens, outros estão esperando a situação melhorar para ir atrás da próxima viagem. Porém, as informações seguem muito incertas, especialmente no setor turístico, então fica aquela dúvida: devo desistir dos meus planos para o réveillon? 


réveillon
Pixabay/Reprodução

“Acreditamos que será possível viajar no Ano Novo com segurança, mas o contexto está mudando constantemente e podemos facilmente errar a previsão”, diz Luísa


Para Luísa Dalcin, diretora de comunicação do buscador Viajalá, ainda é difícil dizer com certeza, uma vez que as previsões estão muito instáveis. Além da volta à normalidade das companhias e empresas de hospedagem, que está acontecendo aos poucos, o turista precisa se sentir verdadeiramente seguro. 

“É natural que haja hesitação por semanas e até meses depois da retomada e será preciso um movimento consistente que envolva os órgão de saúde, as autoridades e as empresas de turismo para que a insegurança de viajar se dissipe e o mercado encontre também o seu ponto de ‘nova normalidade'”, afirma.

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Segundo uma pesquisa feita pelo Viajalá com 3 mil usuários da plataforma em 6 país da América Latina, cerca de 66% dos usuários brasileiros declararam não saber  quando voltariam a viajar para fora do país. Quando perguntados sobre quando acham que poderão voltar a viajar, 11% dos entrevistados gerais disseram acreditar que, para fora do país, só a partir de 2021 e 20% acredita que as viagens nacionais serão possíveis a partir de outubro de 2020.

Além das passagens e das reservas de estadia, também existe a preocupação com as atividades turísticas do local de destino, mas Luísa acredita que quando as viagens forem liberadas, já estaremos em um patamar que será possível fazer os passeios turísticos.

“Existe a tendência de que pontos turísticos que costumam lotar, gerar filas, como museus e monumentos, diminuam sua capacidade e mantenham esse número mais baixo por um bom tempo. Isso requer ainda mais organização do viajante: se antes ele deixava para comprar um ingresso na última hora, talvez seja necessário comprá-lo com dias e até semanas de antecedência”, alerta diretora. 

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Além da saúde

“Há também o problema financeiro. A pandemia impactou a vida, o salário, o emprego de muita gente, que precisará pensar também nas próprias contas antes de organizar uma viagem no Ano Novo. São muitos fatores envolvidos”, ressalta Luísa.

Segundo entrevistados pelo Viajala, na hora de voltar a viajar para o exterior, o principal medo dos brasileiros é a própria situação financeira: 34% dos participantes declararam que temem pela sua situação financeira quando o forte da crise passar, enquanto 17% se mostraram preocupados com a cotação de moedas estrangeiras, como o dólar e o euro, que deverão seguir altas mesmo no fim da quarentena. 

Já comprei a minha viagem de final de ano, e agora?

Para aqueles que já estão com as passagens compradas, Luísa acredita que valha a pena esperar para cancelar. “Temos mais de cinco meses ainda. Existem até rumores de vacina para o fim do ano, então vale considerar esperar um pouco mais para ter mais segurança na decisão”, reflete.

Fonte: IG Turismo

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