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Cidade em alto-mar: conheça o maior navio da frota da MSC

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Maior navio da frota da MSC, uma das maiores empresas de cruzeiros do mundo, o Grandiosa equivale a uma pequena cidade e deve chegar ao Brasil na próxima temporada 2020/2021. Com 67 metros de altura, o equivalente a um prédio de 22 andares, a embarcação abriga mais de 8 mil pessoas de diversas nacionalidades em viagens de até 14 dias por pacote.

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MSC Grandiosa arrow-options
Divulgação

MSC Grandiosa é o maior navio da frota da companhia de cruzeiros

O iG esteve a bordo desse centro de entretenimento em Hamburgo, para a cerimônia de inauguração do navio , e revela os números dessa urbe em alto-mar.

Vale a pena ressaltar que, se cidade fosse, o MSC Grandiosa teria uma população maior que 2,1 mil municípios brasileiros (só para começarmos a brincadeira). Veja todos os detalhes no infográrico abaixo: 


Acidente na Itália

MSC Grandiosa está navegando pelas águas da Europa nesta temporada e já enfrentou um incidente. No dia 30 de dezembro, o navio  se chocou ontem contra um cais durante uma manobra de aproximação no Porto de Palermo, no sul da Itália, segundo informações da agência Ansa. 

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O acidente durante o cruzeiro não deixou nenhum ferido e a embarcação seguiu viagem normalmente. 

* Reportagem viajou a convite da MSC

Fonte: IG Turismo
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United Airlines escala apenas comissárias loiras e é processada

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United Airlines


A United Airlines está sendo processada após alegações de que estaria escalando apenas mulheres jovens, brancas e loiras como comissárias em voos fretados para a Liga de Futebol Americano (NFL). O processo é movido por duas funcionárias veteranas que acusam a companhia de discriminação ao Tribunal Superior da Califórnia. 

Segundo as duas profissionais, a tripulação mais velha está sendo impedida de operar em alguns voos. Além disso, a companhia estaria escolhendo as equipes com base em “atributos raciais e físicos, e noções estereotipadas de fascínio sexual”.

Uma reportagem do jornal norte-americano The Washington Post revelou que o processo foi movido por Kim Guillory, uma funcionária negra da United Airlines desde 1992, e por Sharon Tesler, que se identifica como judia e trabalha na empresa desde 1986. As duas dizem que a “designação de comissários de bordo para voos fretados organizados por dezenas de equipes esportivas profissionais e universitárias nos Estados Unidos é baseada inteiramente e ilegalmente em idade, raça e ancestralidade, sexo e aparência fisica”. Elas também disseram que a companhia criou uma “cultura de trabalho na qual a discriminação, o assédio e a retaliação criaram raízes e floresceram”.

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Ainda segundo as duas comissárias, elas tentaram se inscrever várias vezes para o atendimento em voos da NFL, mas não foram selecionadas sob alegação de que a equipe de bordo estava reservada para uma lista preferencial composta por mulheres jovens e brancas. Nos EUA, ao contratar um serviço de voo fretado, o cliente opta por contratar um conjunto de comissários dedicados especialmente escolhido para o voo ou seguir com a tripulação disponível no momento. As reclamantes alegam que a United estaria incentivando os clientes a escolher a primeira opção.

Resposta da Uniter Airlines

A companhia afirmou que os clientes de voos fretados têm a liberdade de escolher em uma lista de comissários e que a empresa tem o dever de atender ao pedido do contratante. Além disso, a United disse também que tem orgulho de seu histórico de diversidade, equidade e inclusão. 

“É importante ressaltar que a elegibilidade do comissário de bordo para trabalhar em um voo fretado é baseada exclusivamente no desempenho e na frequência e não tem nada a ver com idade, raça ou sexo”, disse a empresa em nota. 

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Fonte: IG Turismo

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