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Ceplac participa de reunião da Câmara Setorial do Cacau da Bahia

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A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) participou de reunião de Câmara Setorial do Cacau do Estado da Bahia, na última sexta-feira (29), em Salvador. O diretor da Ceplac, Waldeck Araujo Junior, disse que está entre as prioridades do órgão e do Ministério da Agricultura “deixar bem equacionada a questão da monilíase, assegurando recursos e avanços tecnológicos para garantir o conhecimento e o controle da doença e prover segurança ao investimento na produção de cacau”.

O encontro definiu providências referentes ao avanço da cadeia produtiva nas regiões cacaueiras e os principais temas discutidos foram a assistência técnica aos produtores de cacau, crédito, cacau cabruca, diversificação econômica e monilíase.

Também estiveram presentes na reunião o secretário estadual de Agricultura da Bahia, Lucas Costa, o presidente da Câmara Setorial do Cacau, Valnei Pestana, o deputado estadual Eduardo Salles e representantes do Banco do Nordeste e de secretarias estaduais da Bahia do Desenvolvimento Rural, do Meio Ambiente e da Procuradoria do Trabalho.

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MAÇÃ/CEPEA: Volume colhido na campanha 2019/20 recua quase 20%

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Cepea, 3/7/2020 – O volume de maçãs colhido no Sul no Brasil recuou quase 20% nesta safra 2019/20, somando 939 mil toneladas, de acordo com a ABPM (Associação Brasileira de Produtores de Maçã). Isso porque, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, diversos fatores climáticos afetaram a produção, como o inverno mais ameno, chuvas na primavera (período de florada) e o grande déficit hídrico no verão do ano passado. A variedade mais afetada foi a fuji, que teve quebra de safra bastante expressiva, principalmente em São Joaquim (SC) e em Vacaria (RS). Assim, agentes estimam que, do volume total colhido nesta campanha, apenas 35% seja de fuji e 60% de gala. A concentração de frutas miúdas também foi maior, refletindo o clima mais seco no período de enchimento das maçãs. De acordo com agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea, esse cenário reduziu a participação das frutas graúdas (até o calibre 110) no volume total colhido, que deve ser de apenas 20% para a fuji e de 10% para a gala. Como resultado, as cotações das maçãs de maior calibre foram impulsionadas neste ano. No segundo trimestre de 2020 (abril a junho), por exemplo, o preço da gala calibre 110 Cat 1 foi de R$ 89,77/cx de 18 kg na média das regiões classificadoras, alta de 48% frente ao do mesmo período do ano passado. A fuji de mesmo perfil foi vendida por R$ 94,81/cx de 18 kg, aumento de 68% na mesma comparação. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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