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Cartão Comida Boa tem mais duas parcelas

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Os beneficiários do Comida Boa, programa do Governo do Paraná, aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná, para ajudar às famílias em vulnerabilidade nesse período de pandemia por causa do novo coronavírus, precisam ficar atentos às regras estabelecidas e aos prazos para o recebimento da segunda e terceira parcelas que devem ser repassadas em junho e julho. Quem alerta é o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) que recebeu algumas dúvidas de beneficiários sobre os procedimentos pós-recebimento dos R$ 50 da primeira parcela.

Uma das dúvidas era se o cartão depois de utilizado pode ser jogado fora ou se os próximos valores serão recarregados naquele mesmo cartão. “Não joga fora não, você usará esse mesmo cartão e a prefeitura vai divulgar as datas do repasse das duas outras parcelas”, esclareceu Romanelli.

O deputado atenta que alguns beneficiários têm dúvida sobre quais são os procedimentos a partir do recebimento da primeira parcela. “É necessário que se faça este esclarecimento para evitar que alguém fique de fora do programa”, explica. 

CadÚnico – As prefeituras que já entregaram os cartões aos inscritos no cadastro único (CadÚnico) nacional dos programas sociais, agora devem entregar os cartões aos que não estão atendidos nos programas, mas estão aptos a receber o benefício. “Mais de 80% dos cartões já foram entregues nesta primeira fase”, disse Romanelli. Os não cadastrados no CadÚnico devem ser maior de 18 anos, paranaense, ter renda per capita de R$ 552,50 e a renda da família não pode ultrapassar R$ R$ 3.135,00.

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Os beneficiários poderão usar o cartão nos mercados credenciados pela Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento. Até agora, são mais de 3.500 estabelecimentos credenciados em todo o Estado e a adesão pode ser feita por qualquer comércio de alimentos. O programa é operacionalizado por meio de um voucher com QR Code, para evitar falsificações. O valor de cada vale é R$ 50 e a distribuição é feita com auxílio das prefeituras.

Na primeira fase, mais de 520 mil pessoas já aderiram ao programa e receberam o benefício, que injetou R$ 20,5 milhões na economia do estado. Romanelli lembra que é necessário manter a posse do cartão e não se desfazer dele. No entanto, caso haja perda ou extravio, o beneficiário pode fazer a compra no estabelecimento comercial normalmente.

“Para isso, basta utilizar o número de CPF e apresentar um documento com foto. A compra será efetivada quando o usuário digitar a senha pessoal no momento da compra”, esclarece o deputado.

Ainda assim, se o beneficiário não se lembrar da senha cadastrada, não será impedido de receber o benefício. “Basta procurar a unidade de atendimento e alterar a senha. Para isso, o beneficiário deve portar um documento de identificação com foto e CPF”, acrescenta Romanelli.

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Atendimento – O benefício é destinado a quem está inscrito no CadÚnico nacional e atende aos requisitos estabelecidos no decreto 4570/2020, além de autônomos e microempreendedores individuais que tiveram sua renda afetada pela pandemia. O cartão deve ser usado exclusivamente para compra de produtos da cesta básica.

O programa limita a dois membros da mesma família o recebimento do vale e abre espaço para que a pessoa provedora de família monoparental (quando apenas um dos pais arca com as responsabilidades) possa requerer o recebimento de duas cotas do auxílio emergencial, independente do sexo, se cumprir os requisitos básicos do programa.

Para esclarecer quaisquer dúvidas referentes ao Programa Comida Boa, o Governo do Paraná disponibilizou dois canais de comunicação. Caso seja necessário, basta ligar para o número 0800-200-4150 ou acessar www.cartaocomidaboa.pr.gov.br. A ligação é gratuita.

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Política Estadual

Isolamento social mata o coronavírus

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O deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB) reafirmou na quinta-feira (09), que o isolamento social é a principal arma contra o coronavírus no momento. No entanto, argumenta que opiniões divergentes enriquecem o debate sobre o enfrentamento do vírus. “A decisão do tratamento está muito vinculada ao médico que atende o paciente. É um debate que visa salvar vidas”.

Romanelli participou da reunião remota com a Frente Parlamentar do Coronavírus da Assembleia Legislativa do Paraná, coordenada pelo deputado Michele Caputo (PSDB). Os deputados debateram questões referentes ao tratamento e prevenção do coronavírus e ouviram as opiniões divergentes dos médicos Dorival Ricci Junior, que defende o tratamento precoce da doença, e Clóvis Arns da Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, que enfatizou a necessidade das pesquisas de segurança e eficácia para todos medicamentos usados contra qualquer doença. 

Os médicos prescrevem, entende Romanelli, os medicamentos disponíveis de tratamento da covid-19 e lembrou ainda que a maioria segue as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde). 

O deputado lamentou o crescente número de contágios no Paraná, maior que o previsto no início da pandemia. Para ele, o isolamento social, como medida preventiva, é uma das formas mais seguras de evitar o avanço do vírus sobre a população.

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A Assembleia Legislativa, disse Romanelli, tem uma grande responsabilidade de sensibilizar a todos os paranaenses em relação à questão da prevenção, das medidas que estão sendo adotadas. “As restrições são necessárias na medida em que os estudos do Ipardes demonstram o crescimento da curva de contágio em regiões mais complexas”, considera.

Linha de ação — Romanelli disse que todos devem estar conscientes de que, enquanto não houver uma vacina para combater o coronavírus, o Paraná terá de conviver com essa situação. “Enquanto não tivermos a vacina, precisamos nos acostumar com isso, mudando nossa realidade”, frisou.

Enquanto a vacina não chega, argumenta o deputado, só há um jeito de “matar” o vírus. “Precisamos fazer o vírus parar de circular, isolando os pacientes que são positivos e que estão em atividade e transmitindo. Cada cidade tem de fazer sua parte e reduzir a circulação das pessoas. É dessa forma que nós vamos conseguir vencer essa pandemia”, alerta.

O deputado destaca ainda a sensibilidade dos integrantes da Frente Parlamentar e se inclui na responsabilidade que os deputados têm em criar uma linha de atuação para reduzir a transmissão do vírus. A reunião, que foi transmitida ao vivo pela TV Assembleia e redes sociais do Legislativo, onde estão disponíveis para exibição, contou com a participação remota de mais de 20 deputados.

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Michele Caputo sugeriu a participação do diretor-geral da Secretaria Estadual de Saúde, Nestor Werner, em uma próxima reunião da frente parlamentar para uma avaliação e levantamento da situação do Paraná em suas sete regiões de saúde durante o período que durar a pandemia.

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