Política Nacional

Carlos Portinho vai assumir vaga de senador, no lugar de Arolde de Oliveira

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Com a morte do senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) na quarta-feira (21), o advogado Carlos Francisco Portinho, de 47 anos, assumirá uma das vagas do Rio de Janeiro na Casa. Em sua conta em uma rede social, Portinho lamentou a morte de Arolde:

Sem Palavras. O Brasil perde um dos maiores homens públicos que esta terra concebeu. Que Deus esteja contigo e sua família e inspire o nosso país com os seus valores! Um grande homem e amigo. Consternado e triste pelo destino estou. Guardo as melhores lembranças. E o exemplo”, escreveu Portinho na mensagem publicada junto com uma foto em que ele aparece ao lado de Arolde. 

Primeiro suplente na chapa encabeçada por Arolde nas eleições de 2018, Portinho também é filiado ao PSD e foi secretário de Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (2014 e 2015) e secretário municipal de Habitação do Rio (2015).

Especializado em direito desportivo, Carlos Portinho foi vice-presidente Jurídico do Flamengo (2002) e também advogou para outros clubes como Fluminense, Cruzeiro, Atlético Mineiro, São Paulo, Santos e Palmeiras.

Portinho nasceu em 02 de julho de 1973 no Rio de Janeiro e trabalhou também como professor universitário e assessor parlamentar. Atualmente, ele é sócio da Stockler Macintyre e Portinho Advogados.

Para assumir o cargo, Portinho precisa tomar posse em sessão plenária do Senado ou solenidade no gabinete do presidente da Casa. A segunda suplente eleita na chapa é a assessora parlamentar Renata Guerra (PSD-RJ), lotada no escritório de apoio do gabinete do senador Arolde de Oliveira.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Estratégias para vacinas podem levar a prorrogação da comissão da covid-19

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O senador Humberto Costa (PT-PE) propõe a criação de uma comissão do Senado para acompanhar o processo de liberação, compra e distribuição das vacinas contra a covid-19. Após reunião com cinco laboratórios, o Ministério da Saúde anunciou a intenção de comprar mais de 140 milhões de doses, quando houver aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Humberto avalia que a atuação do Legislativo permitirá um processo transparente baseado em decisões técnicas. Já o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), integrante da comissão mista que acompanha as ações do governo de enfrentamento à covid-19, defende que esse trabalho seja feito por uma subcomissão dentro do colegiado. Ele não descartou a prorrogação dos trabalhos. O requerimento do senador Humberto para a criação da comissão temporária externa ainda depende de votação do Plenário. As informações são da repórter Hérica Christian, da Rádio Senado.

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