Estadual

Captação de água de pedreira reforça Barragem do Passaúna

Publicados

em


.

A Sanepar iniciou na sexta-feira (03) a captação de água da Pedreira Orleans, em Campo Magro, Região Metropolitana de Curitiba, para lançamento no Rio Passaúna. A operação permitirá a reposição de 150 litros por segundo na Barragem do Passaúna.

Cerca de 30 profissionais da Sanepar estiveram envolvidos diretamente nesse trabalho que foi concretizado em menos de um mês e é uma das medidas da empresa para mitigar o efeito da crise hídrica.

A operação é considerada estratégica porque, além de obter água de alta qualidade e em grande volume, tem um diferencial logístico: não há necessidade de construção de adutoras para transferir a água, mas somente uma ligação por dois dutos de 150 metros de extensão aproximadamente.

Toda a produção será escoada no leito do rio que levará, por um trecho de sete quilômetros, até o reservatório. Os 150 litros por segundo representam 8% da capacidade de reservação do Passaúna. A operação deve durar quatro meses.

O diretor de Operações da Sanepar, Paulo Dedavid, afirma que esta é mais uma medida adotada pela Companhia neste período de estiagem para garantir reservação do sistema abastecimento.

Leia Também:  Paraná já conta com R$ 200 milhões para compra de vacinas

“Essa é uma estratégia da Sanepar”, disse. Segundo ele, a primeira pedreira que a Companhia usou foi a da Malhada, em São José dos Pinhais, que joga água direto no Rio Miringuava e contribui com a estação de tratamento. “A do Orleans tem um volume de 1,7 milhão de metros cúbicos suficientes para o funcionamento de 12 dias da Estação de Tratamento de Água Passaúna, que produz 2 mil litros/segundo. Vai economizar água represada da Barragem do Passaúna nesse período de estiagem”, afirmou.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Estadual

Saúde alerta sobre riscos de toxoplasmose na gravidez

Publicados

em

Por


.

A toxoplasmose é uma doença transmitida por animais bastante comum, que pode ocorrer pela ingestão de água ou alimentos contaminados. É uma infecção que pode apresentar complicações como toxoplasmose ocular e cerebral e também comprometer o bebê durante a gestação, levando inclusive ao abortamento em alguns casos.

As gestantes durante o pré-natal devem realizar exames para diagnosticar precocemente a doença para rápida intervenção terapêutica e medidas de prevenção.

Para ampliar a atenção em relação aos cuidados, foi instituída a Semana de Orientação sobre a Toxoplasmose como a primeira semana do mês de agosto no Paraná, por meio da Lei nº 20203/2020.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, afirma que a visibilidade nesse tipo de patologia é essencial para a redução de danos à população. “Falar, debater, conhecer mais e aprender é o ideal para evitar muitas patologias”, disse. Segundo ele, a toxoplasmose é uma doença evitável, com higienização das mãos, alimentos, cuidados com os animais de estimação, são importantes para evitar danos que a doença pode deixar na pessoa.

Quando a gestante é diagnosticada com toxoplasmose, o tratamento e acompanhamento da doença são disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Quando o tratamento é feito corretamente, o bebê fica protegido.

Leia Também:  Novos procedimentos qualificam a certificação fitossanitária no Paraná

VIGILÂNCIA – O rastreamento sorológico no pré-natal permite a identificação de gestantes suscetíveis para seguimento posterior, com vistas à prevenção da infecção aguda por meio de medidas de prevenção primária e a detecção precoce da toxoplasmose.

A notificação, investigação e o diagnóstico oportuno dos casos agudos em gestantes viabilizam a identificação de surtos, o bloqueio rápido da fonte de transmissão e a tomada de medidas de prevenção e controle em tempo, além da intervenção terapêutica adequada e consequentemente a redução de complicações, sequelas e óbitos. A investigação em recém-nascidos permite a intervenção precoce em casos em que a doença seja confirmada.

TOXOPLASMOSE CONGÊNITA – Em gestantes, a doença pode afetar também o recém-nascido. Em 85% dos bebês infectados não há sinais clínicos evidentes. Mas a criança pode ter sinais no período neonatal como icterícia, macrocefalia ou microcefalia e crises convulsivas; ou nos primeiros meses, acometimento visual em graus variados, surdez e atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. Sequelas tardias são mais frequentes quando a toxoplasmose congênita não tratada com medicamentos específicos durante o primeiro ano de vida. Há casos relatados de surgimento de sequelas da doença, não diagnosticadas previamente, na adolescência ou na idade adulta.

Leia Também:  Saúde alerta sobre riscos de toxoplasmose na gravidez

CUIDADOS – Os protozoários que causam a toxoplasmose estão presentes nas fezes de gatos e outros felinos. O contato com esses animais sem higienização das mãos pode levar a contaminação e desenvolvimento da doença.

Com hábitos simples é possível prevenir a doença:

– Lavar as mãos após manipular carnes cruas, antes das refeições, após trabalhar na terra, horta ou jardim;

– Lavar bem as verduras e legumes e evitar comer alimentos crus;

– Caso tenha um gato como animal de estimação, higienize a caixa de dejetos do seu animal a cada três dias e colocar ao sol com frequência. Após o contato com gatos, deve-se lavar sempre as mãos e manter o animal bem alimentado para que ele não se alimente de outros animais e nunca dê carne crua para o felino. Cães também podem ser transmissores de toxoplasmose caso tenham contato com fezes de gatos.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo