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Canadá em breve vai parar de custear Harry e Meghan Markle

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O governo do Canadá deixará de custear a segurança do príncipe Harry e de Meghan Markle já em abril, segundo nota divulgada pelo escritorio do ministro da Segurança Pública, Bill Blaigo. O país deve deixar de fornecer a proteção para o casal nas próximas semanas, quando eles se afastarem definitivamente das atribuições na família real britânica.

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Reprodução/Instagram

Príncipe Harry e Meghan Markle


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Segundo a nota, Harry e a esposa “são atualmente reconhecidos como pessoas protegidas internacionalmente” e que, por isso, “o Canadá tem a obrigação de fornecer assistência de segurança conforme necessário”. No entanto, o texto ressalta que o país deve deixar de contribuir com esses custos “nas próximas semanas”, conforme a mudança de status.

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O fim do processo de saída de Harry e Meghan da coroa está previsto para o dia 31 de março. Mesmo que em caráter simbólico, a rainha Elizabeth II é a atual chefe de Estado do Canadá, uma monarquia parlamentar.

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Fonte: IG GENTE

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“Não sou nem fui homofóbico”, diz Leandro Narloch após ser demitido da CNN

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Leandro Narloch ma CNN
Reprodução/CNN

Leandro Naloch afirma ter concordado com a doação de sangue por homens homossexuais


No início da tarde da última sexta-feira (10), Leandro Narloch foi  cortado do estafe de jornalismo da CNN Brasil após ter usado o termo “comportamento promíscuo” para se referir a homens gays . O jornalista se pronunciou sobre a decisão da emissora em seu Twitter, afirmou não ser homofóbico e fez alerta à cultura do cancelamento .


“A cultura do cancelamento me pegou”, começa em um pronunciamento feito no Instagram, replicado em seu perfil no Twitter. Ele lamenta pela decisão da CNN após “polêmica”. “Não sou nem fui homofóbico, tenho horror a homofobia e concordei explicitamente com a doação de sangue por homossexuais”, escreveu. 

A demissão aconteceu após má repercussão de sua fala opinando sobre a medida. Ele usa o termo “opção sexual” para se referir à orientação sexual de homens gays e relaciona pessoas que não estão em um relacionamento estável como “promíscuas” por poderem ter mais de um parceiro sexual.

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Narloch afirmou preocupação quanto à chamada cultura do cancelamento. “Me preocupa o clima da sociedade de hoje, em que é impossível discordar até mesmo de termos ou terminologias sem causar histeria, sem que o outro lado seja considerado um monstro que precisa ser banido”, disse.


O jornalista afirmou que está nos seus planos futuros iniciar um curso sobre cultura do cancelamento na tentativa de “preservar a diversidade ideológica e a liberdade do debate”.

Fonte: IG GENTE

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