Saúde

Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio termina na sexta-feira

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Crianças com idade de 1 a 5 anos têm até sexta-feira (30) para receberem a vacina contra a poliomielite, dia do encerramento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde (MS), divulgado no dia 26, apenas 35% do público-alvo foram vacinados, o que corresponde a 4 milhões de crianças nessa faixa etária.

Faltam, portanto, vacinar 7,3 milhões de crianças para que se atinja a meta de imunizar 11,5 milhões do público-alvo. A campanha teve início no dia 5 de outubro e está ocorrendo simultaneamente à campanha de multivacinação, que tem por objetivo atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade.

Segundo o balanço divulgado no dia 26, a maior cobertura vacinal ocorreu no Amapá, com 62,59% de cobertura, seguido da Paraíba, com 50,11%. A menor cobertura é em Rondônia, com 11,76%. Em nota, o ministério informou que, de acordo com os dados preliminares, até o momento 232 (4,16%) municípios atingiram a meta de 95% de crianças vacinadas.

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“Entre o público-alvo da vacinação, a maior cobertura, até o momento, foi registrada entre as crianças de 2 anos de idade (35,33%) e a menor cobertura foi entre as crianças de 3 anos (34,23%). Não existe tratamento para a poliomielite e a única forma de prevenção é a vacinação. A vacina oral de poliomielite (VOP) protege contra dois sorotipos do poliovírus (1 e 3) e a vacina inativada (VIP), contra os três sorotipos (1, 2 e 3)”, informou por meio de nota o Ministério da Saúde.

Ainda de acordo com a pasta, é recomendado que crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, sejam avaliadas pelo serviço de saúde antes de tomarem a vacina. O ministério, no entanto, garante que a vacina “é extremamente segura e possui eficácia entre 90% e 95% para a VOP”.

A recomendação aos estados que não atingirem a meta é continuar com a vacinação de rotina, oferecida durante todo o ano nos mais de 40 mil postos de saúde distribuídos pelo país.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Bombeiros vão fiscalizar prevenção à covid-19 em bares e boates do Rio

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O cumprimento das medidas de prevenção à covid-19 em bares, boates e casas de espetáculo também será fiscalizado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, a partir de determinação divulgada ontem (25) pelo governo estadual.

Além de autorizarem os eventos no estado, os bombeiros também farão vistorias entre 20h e 5h para verificar o cumprimento de regras como a limitação de público, o distanciamento social, o uso de máscara e a disponibilização de álcool 70.

Segundo o comandante-geral do Corpo de Bombeiros e secretário de Defesa Civil, coronel Leandro Monteiro, os estabelecimentos que forem flagrados descumprindo a lotação de público de determinada no Decreto Estadual 47.345, de 5 de novembro de 2020, serão interditados e terão suas licenças cassadas.

O decreto estabelece que bares, restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres devem limitar o acesso do público a dois terços da sua capacidade de lotação. As regras permitem a apresentação de música ao vivo, mas proíbem pista e espaço de dança. Além disso, são autorizados os serviços de consumo de bebidas alcoólicas apenas para os clientes sentados em mesas e cadeiras nas áreas internas e externas, respeitando o distanciamento mínimo de um a dois metros. O sistema de self-service para refeições está proibido.

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Já casas de shows e espetáculos, boates e arenas fechadas só podem funcionar com reserva de lugares numerados, respeitando a limitação de 50% da capacidade de público. Assim como nos bares, é permitida música ao vivo, porém vedada pista e espaço de dança para evitar concentração de público nestes locais.

Os pedidos para a realização de eventos no estado deverão ser submetidos ao Corpo de Bombeiros por meio do Sistema Eletrônico de Informação. Além da viabilidade dos eventos, a corporação fará a avaliação considerando a situação de cada município.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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