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Brasileiros faturam três ouros em Aberto Internacional de Paratletismo

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O domingo (20) foi dourado para os atletas paralímpicos Alessandro Rodrigo da Silva, do lançamento de disco e arremesso de peso (F11), e Michel Gustavo, do salto em distância (T47). Os brasileiros conquistaram três medalhas no Aberto Internacional de Paratletismo de Freital (Alemanha). Esta foi a primeira competição oficial de ambos este ano, já que todo o calendário de provas no Brasil foi suspenso, ainda em março, pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Já classificado à Paralimpíada de Toquio (Japão), Alessandro da Silva, foi soberano em duas modalidades.  Na primeira disputa do dia do arremesso de peso, ele obteve a melhor marca válida – 13,18 metros – e faturou o ouro. Na sequência, voltou para o lançamento de disco, em que o brasileiro detém recorde mundial. E mais uma vez, Alessandro brilhou: venceu a prova com a marca de 43,38 m e o segundo ouro do dia. 

No salto em distância, Michel Gustavo, que ainda busca o índice paralímpico (7,14 m) para se garantir nos Jogos de Tóquio, conquistou o ouro ao vencer a prova com a marca de 6,44 m. 

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Na pontuação final do torneio, Alessandro foi premiado como melhor atleta do evento, e Michel ficou na segunda colocação na pontuação geral. Esta foi a primeira competição oficial de ambos em 2020, já que todo o calendário de provas no Brasil foi suspenso, ainda em março, pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Japão adotará medidas para proteger Olimpíada de ataques cibernéticos

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O Japão anunciou nesta terça-feira (20) que adotará contramedidas para que a Olimpíada de Tóquio do ano que vem não seja prejudicada por ataques cibernéticos, depois que o Reino Unido e os Estados Unidos acusaram a Rússia de orquestrar esforços para tumultuar os Jogos. Os organizadores da Olimpíada não relataram nenhum impacto significativo em suas operações para os Jogos de 2020, que foram adiados para o ano que vem devido à pandemia de novo coronavírus (ocvid-19).

Na segunda-feira (19), Reino Unido e EUA criticaram o que disseram ter sido uma série de ataques cibernéticos mal intencionados orquestrados pela inteligência militar russa, incluindo tentativas de atrapalhar a Olimpíada e a Paralimpíada de Tóquio. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, negou as acusações e as atribuiu à “russofobia”. Ele disse a jornalistas: “A Rússia nunca promoveu qualquer atividade de hackeamento contra as Olimpíadas”.

O secretário-chefe de gabinete japonês, Katsunobu Kato, não quis dar detalhes, mas disse que seu país fará todos os esforços para proteger os Jogos de possíveis tentativas de invasão virtual. “Não podemos fazer vista grossa a ataques cibernéticos mal intencionados que ameaçam a democracia”, disse Kato em uma coletiva de imprensa, acrescentando que o Japão está recolhendo e analisando informações e mantendo contato frequente com o Reino Unido e os EUA.  “A Olimpíada é um grande evento internacional que atrai atenção, e as medidas de segurança cibernética são extremamente importantes.”

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Um porta-voz do Comitê Olímpico Internacional (COI) disse que a segurança cibernética é uma das maiores prioridades da entidade.

* Reportagem adicional de Tetsushi Kajimoto e Makiko Yamazaki

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