Saúde

Brasil continua com quatro casos suspeitos de coronavírus

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O total de casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus no Brasil continua em quatro, segundo a atualização mais recente do Ministério da Saúde. Nas últimas 24 horas, um caso foi descartado no estado de São Paulo, mas uma nova suspeita surgiu no estado do Rio de Janeiro. 

Desde o início do monitoramento, 55 suspeitas de Covid-19, doença provocada pelo novo vírus, foram descartadas em todo o país. Os estados que lideram os descartes são Paulo, com 26 pacientes analisados; Rio Grande do Sul, com dez pacientes, e Rio de Janeiro, com oito. 

Critérios

Nesta segunda-feira (24) o Ministério da Saúde ampliou os critérios para definição de caso suspeito para o novo coronavírus. Agora, também estão enquadradas dentro desta definição as pessoas que apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar, e chegando dos seguintes países: Alemanha, Austrália, Emirados Árabes, Filipinas, França, Irã, Itália e Malásia. A lista já incluia, além da China, Cingapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Japão, Tailândia e Vietnã. 

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A doença continua se espalhando pela Europa. Na Itália, o número de mortes pelo virus saltou para 11 e o total de casos confirmados subiu para 300. Na Espanha, um hotel nas Ilhas Canárias com 1 mil hóspedes e funcionários foi posto sob quarentena, depois da confirmação de um caso no local, de um turista italiano. Outro caso foi confirmado na região Catalunha. Suíça, Áustria e Croácia confirmaram os primeiros registros da doença.

 

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Aplicativos devem garantir assistência a entregadores de alimentos

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As plataformas digitais iFood e Rappi devem garantir assistência financeira a trabalhadores contaminados pelo novo coronavírus (Covid-19) ou que integram o grupo de alto risco para que possam se manter em distanciamento social com recursos necessários para sua sobrevivência.

Com abrangência nacional, as decisões, em caráter liminar, decorrem de duas ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) no último sábado (4) e também obrigam as empresas a fornecer materiais de higienização aos entregadores de mercadorias e refeições.

Entre as determinações, o juiz do Trabalho Elizio Luiz Perez estabelece que as plataformas digitais terão que repassar o equivalente à média dos valores diários pagos nos 15 dias anteriores à decisão, garantindo, pelo menos, o pagamento de um salário mínimo mensal. A medida abrange trabalhadores que integram grupo de alto risco (como os maiores de 60 anos, os portadores de doenças crônicas, imunocomprometidos e as gestantes) ou aos afastados por suspeita ou efetiva contaminação pelo vírus.

As liminares também garantem o fornecimento gratuito de álcool-gel (70%, ou mais) e água potável aos profissionais. Além disso, as empresas deverão oferecer espaços para a higienização de veículos, bags que transportam as mercadorias, capacetes e jaquetas, bem como credenciar serviços de higienização

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As decisões prevêm, ainda, a inclusão de pelo menos três vídeos informativos nos aplicativos das empresas destinados aos trabalhadores, aos fornecedores de produtos e aos consumidores, contendo os protocolos de segurança sanitária. Em caso de descumprimento, está prevista aplicação de multa diária às empresas, no valor de R$ 50 mil.

As ações tiveram como base a Nota Técnica nº 1 da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes Trabalhistas (Conafret), do MPT, que traz medidas destinadas à proteção da saúde e da segurança de trabalhadores de aplicativos contra a Covid-19.

Além das empresas já processadas, o MPT em São Paulo também enviou recomendações às demais empresas de aplicativos de entrega de alimentos e de transporte de passageiros. Caso as medidas recomendadas não sejam cumpridas pelos empregadores, outras ações podem ser ajuizadas.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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