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Boulos diz que morte de negro no Carrefour foi “racismo puro” e critica Mourão

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Guilherme Boulos
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Guilherme Boulos, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSOL

O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos , fez críticas a Hamilton Mourão após o vice-presidente negar que há racismo no Brasil.

A frase de Mourão foi dita sobre a morte de João Alberto Silveira Freitas , homem negro morto em um supermercado de Porto Alegre , no Rio Grande do Sul. Ele foi assassinado por dois homens brancos nesta quinta-feira (19), véspera do Dia da Consciência Negra .

“Alguém consegue imaginar aquela cena acontecendo com uma pessoa branca engravatada naquele mercado?”, questionou Boulos. “Isso é racismo , racismo puro”, complementou.

Boulos reforçou que pretende implementar políticas antirracistas em São Paulo caso seja eleito no dia 29 de novembro, data prevista para que ocorra o segundo turno das eleições municipais.

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Na tarde deste sábado (21), Boulos cumpriu agenda em Heliópolis, região localizada na zona sul. Com discursos em carro de som para apoiadores, Boulos voltou a rebater a decisão da gestão de Bruno Covas (PSDB) sobre o Bilhete Único, que passou de quatro para duas horas na capital.

Outra caminhada está prevista na agenda do candidato. Dessa vez, em Paraisópolis.

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Chamado de traidor por bolsonaristas, Major Olímpio diz: “ladrão de rachadinha”

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O senador Major Olímpio (PSL-SP) foi vaiado por bolsonaristas na cidade de Tubaté durante um ato de campanha da candidata Loreny, do Cidadania, na manhã da última segunda-feira (23). O grupo de apoiadores do presidente chamavam o senador de ” traidor “.


Major Olímpio retrucou as acusações e, muito irritado, começou a chamar os manifestantes, que utilizavam camisetas da “direita taubaté’, de “ladrão” e ” ladrão de rachadinha “. O senador chegou a ficar frente a frente gritando com o bolsonarista. 

Em entrevista ao Painel da Folha de S.Paulo , Olímpio disse que “em Taubaté, como em qualquer cidade, a claque contratada bolsonarista hoje cabe num Mini Cooper”. Após ser eleito na onda do bolsonarismo, o senador rompeu com o governo federal ao acusar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de tentar proteger o seu Flávio Bolsonaro durante a criação da CPI da Lava Toga.

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Veja o vídeo da discussão:


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