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Assinar streaming ou alugar filmes? Descubra o que compensa para o seu perfil

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Confira o que compensa para o seu perfil

Diante de tantas opções de serviços de streaming , pode ser até difícil escolher qual assinar. Na hora da decisão, muita gente acaba se esquecendo de uma outra possibilidade: alugar filmes. 

Se passar horas nos corredores das locadoras escolhendo o filme do final de semana já virou coisa do passado, o aluguel em si ainda é uma prática recorrente, mesmo que de forma digital. Algumas plataformas como Looke , Google Play Store e Now oferecem a compra ou locação de títulos e fazem bastante sucesso. A dúvida que fica é: compensa? 

Precinho camarada? 

Na escolha entre assinar um serviço de streaming e pagar uma taxa mensal ou pagar apenas pelo conteúdo que consumir, o comportamento de cada usuário pesa bastante.

Se você é o tipo de pessoa que maratona séries e assiste a vários filmes, pagar um valor fixo pode ser mais vantajoso. Por outro lado, se você passa pouco tempo em frente a televisão e gosta de acompanhar filmes recém-lançados, a locação ou compra pode ser a decisão ideal. 

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No Looke , por exemplo, filmes podem ser alugados por a partir de R$1,89. O valor mínimo de assinatura mensal do streaming da mesma plataforma fica por R$16,90. Se o usuário assistir menos de nove filmes por mês, portanto, vale mais a penas alugar um a um do que manter um gasto mensal fixo.

Nem todos os títulos, porém, tem o preço tão atraente. No próprio Looke, é possível encontrar títulos com aluguel a R$16,99, por exemplo. Em outras plataformas, o preço alto se mantém.

Na Google Play Store (a mesma loja dos aplicativos para Android), por exemplo, o aluguel dos filmes costuma ficar na faixa entre R$11,90 e R$19,90, preço parecido com o valor praticado pelo Now.

Do lado do streaming , algumas plataformas trazem preços que agradam mais. É o caso, por exemplo, do Amazon Prime Video e do Apple TV+ , ambos com assinatura mensal de apenas R$9,90.

Não é só o preço

Fazer as contas, porém, não é a única forma de definir qual tipo de serviço melhor se encaixa para você. É preciso avaliar, também, o padrão de consumo. 

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Os filmes alugados ficam disponíveis, geralmente, por 48 horas. Portanto, se você gostar de ver e rever o mesmo título várias vezes, a locação pode não ser a melhor opção. 

Os mesmo serviços citados oferecem também a compra de títulos, deixando-os disponíveis para sempre. Nesse caso, porém, o preço é mais salgado. A compra de filmes pode facilmente ultrapassar os R$40, preço parecido com o cobrado pela assinatura mensal de plataformas como Netflix e Telecine Play

Outra análise que deve ser feita é a respeito do tipo de filme que o usuário costuma assistir. Títulos mais recentes costumam chegar primeiro em plataformas de locação do que em serviços apenas de streaming . Nesses casos, pode compensar pagar um pouco mais caro para ter acesso a filmes mais atraentes.

A dica para tomar a decisão é sempre comparar os catálogos, e o  site JustWatch  pode ser uma boa opção. A plataforma compara os preços e conteúdos disponíveis em todos os serviços de streaming e locação de filmes disponíveis no Brasil.

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Hacker tenta vender dados de 186 milhões de eleitores nos EUA

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Hacker queria vender dados eleitorais nos EUA

Uma firma de cibersegurança chamada Trustwave descobriu, na dark web , um hacker que obteve, com intenção de vender, dados sigilosos de mais de cerca de 186 milhões de eleitores norte-americanos, em um momento no qual o país se prepara para a realização de eleições presidenciais, previstas para o dia 3 de novembro.

Os dados incluíam nome e sobrenome, data de nascimento, local de residência e histórico de votos contabilizados, além de outras informações. Segundo a Trustwave, o material, caso adquirido por pessoas mal intencionadas, poderia ser usado na veiculação geolocalizada de campanhas de desinformação e fake news.

“Uma enorme quantidade de dados sobre cidadãos estadunidenses está disponível para cibercriminosos”, disse Ziv Mador, vice-presidente da Trustwave, à NBC. “Nas mãos erradas, esses dados de eleitores e consumidores podem ser usados para ataques por meio das redes sociais, esquemas de phishing via e-mail e também golpes via mensagens de texto ou telefonemas antes, durante e depois das eleições – sobretudo se os resultados do pleito tiverem contestação”.

Essa última parte é importante, pois faz referência a uma declaração do presidente Donald Trump , do Partido Republicano, feita em julho deste ano e repetida há cerca de um mês. Ele, que concorre à reeleição ao cargo máximo dos EUA no próximo dia 3 de novembro, disse por duas vezes que não reconhecerá a derrota caso venha a perder o pleito para o seu opositor, Joe Biden , do Partido Democrata.

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Segundo Mador, os dados foram obtidos de várias fontes – em sua maioria, roubados das bases de dados de empresas de segurança em invasões recentes, mas também recolhidos de esferas públicas. Ele ressalta que, em alguns estados dos Estados Unidos, informações de eleitores estão publicamente disponíveis.

A Trustwave é uma empresa especializada em monitorar a dark web em busca de atividades ilícitas. Neste caso, o próprio Ziv Mador disse ter encontrado um hacker apelidado “Greenmoon2019”, que lhe ofereceu as informações por um preço. A partir daí, a equipe da empresa entrou em ação, usando nomes fictícios para induzir o hacker a fornecer maiores informações sobre si próprio, incluindo uma carteira da criptomoeda bitcoin, a qual ele usaria para receber o pagamento.

Carteiras de bitcoin costumam ser o método favorito de pagamento por atividades ilícitas, uma vez que elas reconhecem publicamente uma transação realizada, mas não divulgam as identidades das partes envolvidas. No caso em mãos, a Trustwave conseguiu relacionar esta carteira com uma outra, ainda maior, que já teria coletado o equivalente a US$ 100 milhões (R$ 558,28 milhões na conversão direta) de outras vendas – nem todas relacionadas à oferta de dados privados.

Isso é um indício de que “Greenmoon2019” faça parte de um grupo de pessoas envolvidas em diversas atividades fora da lei. Além dos registros de 186 milhões de eleitores, o hacker estava oferecendo 245 milhões de registros de outros tipos de dados de pessoas.

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O lado secreto das eleições

A disponibilidade de dados de eleitores não é nova, mas a Trustwave reconhece que uma oferta deste tamanho traz preocupações à segurança das eleições do dia 3 de novembro. E pior: este não é o único caso recente.

Segundo o diretor de inteligência nacional a serviço do governo dos Estados Unidos, Daniel Ratcliffe, hackers iranianos obtiveram, na última quarta-feira (21), informações de eleitores que foram usadas na veiculação de uma campanha de intimidação contra Democratas, enviando e-mails ameaçadores se fazendo passar por membros dos Proud Boys, um conhecido grupo racista que prega a supremacia branca, superioridade masculina e ideias fascistas nos EUA e Canadá.

Ratcliffe também ressaltou que dados similares foram obtidos por hackers russos , mas até o momento, nenhuma campanha foi identificada como tendo sua origem no país presidido por Vladimir Putin. Em 2016, porém, os russos conseguiram interferir com a corrida presidencial disputada por Donald Trump e Hillary Clinton.

Uma ampla investigação descobriu que hackers a serviço do governo de Putin beneficiaram Trump ao atacar a campanha de Clinton, vazando diversas informações do Partido Democrata. Uma agência de inteligência russa criou milhares de perfis falsos no Facebook e outras redes sociais , afiliando-se a grupos conservadores e de extrema-direita, no intuito de ampliar os perfis do atual presidente americano na internet.

Trump e sua administração negaram qualquer envolvimento no caso.Sobre o hacker descoberto pela Trustwave, a NBC não informou se ele foi preso ou se é o alvo de alguma investigação em curso.

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