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Argentina é rebaixada, e Brasil terá chave mais complicada na Copa Davis em 2018

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Argentina é rebaixada, e Brasil terá chave mais complicada na Copa Davis em 2018

 

Equipe brasileira precisará vencer três confrontos para voltar ao Grupo Mundial pela primeira vez desde 2006; time argentino era atual campeão e será único com “bye” no Zonal das Américas

O Zonal das Américas será palco de uma disputa acirrada por duas vagas na repescagem da Copa Davis em 2018 com a queda da Argentina, atual campeã da competição, que perdeu para o Cazaquistão por 3 a 2. Após cair para o Japão por 3 a 1 na madrugada desta segunda, o Brasil voltou ao zonal em 2018 e terá um caminho mais longo na briga pelo Grupo Mundial. Apesar de sair como cabeça de chave 2, o time brasileiro não terá direito a “bye” e precisará vencer dois confrontos no Zonal, um em fevereiro e o outro em abril, algo que não acontecia desde 2006. Os times que podem enfrentar o Brasil são Colômbia, Chile, Equador, República Dominicana e o vencedor do confronto entre Venezuela e Barbados. O capitão do Brasil na Copa Davis analisou a derrota e demostrou otimismo quanto ao futuro do país no torneio.

Na Copa Davis, quando você joga nesta época do ano como time visitante, nunca é fácil viajar. E nós jogamos na quadra dura, o piso rápido que não é nosso favorito. Acho que nossa preparação foi boa, os jogadores arranjaram seus calendários para se prepararem bem, mas a repescagem sempre é difícil. Nós esperamos fazer melhor no futuro – afirmou Zwetsch.

A última vez que a América do Sul não teve representantes na elite do tênis na competição foi em 1996. A Argentina sairá como principal cabeça de chave no Zonal e será o único país das Américas a precisar vencer apenas um confronto para classificar para a repescagem, em setembro de 2018. Como são os países mais bem ranqueados na região pela Copa Davis, Argentina e Brasil não se enfrentam no Zonal Americano.

O fim de semana também definiu os oito países que voltaram ao Grupo Mundial: Alemanha, Canadá, Cazaquistão, Croácia, Holanda, Hungria, Japão e Suíça. Nas semifinais, França e Bélgica garantiram vaga pela decisão e lutam pelo título, em novembro.

 

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Fonte: SporTV.com, Rio de Janeiro

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Missão abafa: Coritiba vai com objetivo de bloquear o Palmeiras em casa

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Missão abafa: Coritiba vai com objetivo de bloquear o Palmeiras em casa

 

Marcar foi a termo mais repetido pelo técnico Marcelo Oliveira para falar sobre o confronto com o Palmeiras. O treinador reforçou a necessidade do Coritiba em se impor na partida no Pacaembu, mas não esquecer que enfrenta uma equipe rápida e cheia de técnica. A solução, segundo ele, é que todo o time esteja preocupado em evitar o avanço palmeirense sobre a defesa coxa-branca.

A consciência de que todo o time precisa marcar passou pela receita de Marcelo Oliveira para conseguir um bom resultado. A “técnica do abafa” deve ser a saída que o técnico quer.

– Equilíbrio, muita concentração e marcação. O time do Palmeiras é técnico, rápido e muito bem treinado. Precisamos marcar bem e usar a nossa força. A ideia é ter jogadores técnicos jogando com qualidade e participando da marcação. Se tivermos consciência da marcação coletiva, temos certeza que poderemos brigar pela vitória.

A preocupação com a marcação é tamanha, que Marcelo Oliveira colocou de lado a possibilidade de escalar os meias Anderson e Longuine juntos. Ele acredita que os dois jogadores não possuem características de marcação como necessita e aproveitou para dar um puxão de orelha neles.

– Os dois jogam por dentro e alguém tem que marcar a lateral, porque o Palmeiras joga bastante pelas laterais. Se esses jogadores tiverem a consciência de participar da marcação, aí até pode acontecer, mas não sei se para esse jogo, disse na entrevista coletiva da última sexta.

Os jogadores já parecem ter absorvido a orientação de Marcelo Oliveira. O lateral direito Dodô, que volta ao time nesta segunda-feira, lembra que o time precisa retomar a forma de jogar do início do Brasileiro. Segundo ele, a equipe abafava os adversários ainda no ataque.

– Tem que ter a mesma pegada que tinha início, independente do que vai sofrer atrás. Às vezes ficavam dois só atrás, mas na frente estava todo mundo marcando.

Marcelo Oliveira também quer afastar da cabeça dos jogadores que o Palmeiras vive um momento complicado. Apesar de estar na quarta colocação, o time é cobrado por sua torcida por não estar brigando pela liderança no principal campeonato que sobrou após a desclassificação na Libertadores e na Copa do Brasil.

– O Palmeiras tem um time muito forte, um treinador muito experiente e não tem facilidade. A torcida empurra muito o time deles. O Coritiba tem que pensar em si próprio, porque estamos perdendo jogos em desatenções importantes, como um cartão amarelo desnecessário, um pênalti desperdiçado…

A provável escalação do Coritiba deve ser: Wilson; Dodô, Walisson Maia, Cleber Reis (Márcio) e Carleto; Alan Santos, João Paulo, Matheus Galdezani e Longuine (Anderson); Rildo e Henrique Almeida.

 

Fonte: G1

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