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Ao vivo, Rodrigo Bocardi consegue emprego para mulher: “Simpatia”

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Nesta terça-feira (12), uma situação inusitada aconteceu no “Bom Dia São Paulo”, Rodrigo Bocardi conseguiu um emprego para uma mulher durante uma reportagem em que mostrava as pessoas que estão em busca de um trabalho.

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Rômulo D’Avila entrevistando Jéssica arrow-options
Reprodução/TV Globo

Rodrigo Bocardi

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Na ocasião, ao vivo, Rômulo D’Avila conversou com Jéssica, de 31 anos, desempregada há três meses, e ela contagiou o repórter e  Rodrigo Bocard i com muita simpatia. “Se a primeira impressão é a que fica, você ser recebido em uma empresa com essa simpatia, passar sua compra no caixa do supermercado por uma pessoa com esse sorriso? O atendimento, seja por telefone, por WhatsApp, faz a diferença ou não faz? Boa sorte a ela”, declarou o jornalista impressionado.

Rômulo D’Avila entrevistando Jéssica arrow-options
Reprodução/ Globo

Rômulo D’Avila entrevistando Jéssica

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Instantes depois do elogio de Rodrigo Bocardi a mulher, um telespectador entrou em contato com o ” Bom Dia SP ” querendo o contato de Jéssica para lhe dar um emprego. O jornalista voltou a chamar Rômulo D’Avila, pedindo para procurá-la novamente e contar a novidade. 

Fonte: IG GENTE
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“Não sou nem fui homofóbico”, diz Leandro Narloch após ser demitido da CNN

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Leandro Narloch ma CNN
Reprodução/CNN

Leandro Naloch afirma ter concordado com a doação de sangue por homens homossexuais


No início da tarde da última sexta-feira (10), Leandro Narloch foi  cortado do estafe de jornalismo da CNN Brasil após ter usado o termo “comportamento promíscuo” para se referir a homens gays . O jornalista se pronunciou sobre a decisão da emissora em seu Twitter, afirmou não ser homofóbico e fez alerta à cultura do cancelamento .


“A cultura do cancelamento me pegou”, começa em um pronunciamento feito no Instagram, replicado em seu perfil no Twitter. Ele lamenta pela decisão da CNN após “polêmica”. “Não sou nem fui homofóbico, tenho horror a homofobia e concordei explicitamente com a doação de sangue por homossexuais”, escreveu. 

A demissão aconteceu após má repercussão de sua fala opinando sobre a medida. Ele usa o termo “opção sexual” para se referir à orientação sexual de homens gays e relaciona pessoas que não estão em um relacionamento estável como “promíscuas” por poderem ter mais de um parceiro sexual.

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Narloch afirmou preocupação quanto à chamada cultura do cancelamento. “Me preocupa o clima da sociedade de hoje, em que é impossível discordar até mesmo de termos ou terminologias sem causar histeria, sem que o outro lado seja considerado um monstro que precisa ser banido”, disse.


O jornalista afirmou que está nos seus planos futuros iniciar um curso sobre cultura do cancelamento na tentativa de “preservar a diversidade ideológica e a liberdade do debate”.

Fonte: IG GENTE

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