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Açaí: mitos e verdades sobre o consumo da fruta para a saúde

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Açaí: mitos e verdades sobre o consumo da fruta para a saúde

O açaí é uma das primeiras opções que vem em mente quando pensamos em uma sobremesa refrescante e saudável, já que é uma fruta extremamente saborosa e fonte de substâncias positivas para o organismo. Apesar disso, é preciso esclarecer alguns mitos e verdades para entender melhor os benefícios desse alimento tão popular e adorado no nosso país.

Nativo da Amazônia, ele é rico em vitamina E, fibras, cálcio, magnésio e potássio, além de possuir grande poder antioxidante. Estudos apontam que consumir 100 gramas de polpa de açaí duas vezes ao dia estimula a redução de glicemia, insulina e colesterol ruim. Para tirar algumas dúvidas, Jefferson Oliveira Domingos, fundador do Villa Roxa, empresa especializada em açaí e alimentação saudável, explica os mitos e verdades sobre o fruto. Confira!

Mitos e verdades sobre o açaí

Açaí: mitos e verdades sobre o consumo da fruta para a saúde
Foto: Shutterstock

Açaí rejuvenesce

Verdade! Além de conter uma alta dose de antioxidantes, o fruto é capaz de retardar o envelhecimento . Pesquisas indicam que o açaí é 33 vezes mais eficaz do que o vinho tinto ou a manga nesse sentido. Para completar, ele também possui a capacidade de combater células cancerígenas.

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É muito calórico e engorda

Mito! A polpa em si não impacta no peso (100 gramas de açaí têm apenas 60 calorias). Ou seja, é um produto de baixo teor calórico. Na verdade, o que pode engordar é o xarope de guaraná que é acrescentado ao fruto para que fique mais doce. Esse tipo de consumo é maior no Sudeste, onde as pessoas costumam também adicionar frutas, paçoca, leite condensado, leite em pó e outros acompanhamentos.

Ajuda no controle do diabetes e colesterol

Verdade! O diabetes mellitus tipo 2 pode ser controlado e prevenido com a ajuda da fruta, pois ela é rica em lipídios e fibras e pobre em carboidratos. Outra vantagem é o baixo índice glicêmico, que evita os picos de glicemia. Também contém propriedades hipocolesterolêmicas, que atuam na redução do colesterol e melhoram o equilíbrio entre colesterol bom (HDL) e ruim (LDL).

Poderosa fonte de ferro

Mito! Apesar de seus pontos positivos, a quantidade de ferro encontrada em 100 gramas do fruto é somente 1,5 mg. Essa é uma concentração baixa se comparada a outros alimentos como o feijão, que possui quase 6 mg em uma xícara.

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Boa opção para antes da atividade física

Verdade! Por conter diversas vitaminas e minerais, o alimento garante uma dose extra de energia durante o exercício. Por outro lado, é bom se lembrar de não exagerar nas porções e consumi-lo sem o xarope de guaraná. Caso queira incrementar a refeição, uma ótima dica é bater a polpa com uma banana e adoçar com mel .

Pode transmitir Doença de Chagas

Verdade! A má higienização do fruto após a colheita pode fazer com que transporte ovos de barbeiro – inseto que transmite a doença. Por isso, é essencial confiar na procedência do produto comprado.

Para evitar que isso aconteça, ele deve ser colocado de molho em uma composição que retira todas as impurezas. Depois, passar por três tanques de lavagem para que seja feita a despolpa. Feito isso, deverá ser congelado a uma temperatura de 45° negativos. Essa fase só pode ser realizada após o processo de limpeza e higienização, eliminando o risco de transmissão da doença.

Leia bem o rótulo e dê sempre preferência para o açaí pasteurizado !

Consultoria: Jefferson Oliveira Domingos, fundador do Villa Roxa | Texto: Gabriel Gameiro/colaborador/ SportLife | Edição: Giovane Rocha, Milena Garcia e Renata Rocha

Fonte: IG Mulher

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Carolinie Figueiredo fala sobre violência obstétrica em carta aberta

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Instagram/Reprodução

Atriz também é terapeuta e educadora parental

A atriz Carolinie Figueiredo usou o dia de ontem (25), Dia Internacional do Combate à Violência Contra a Mulher,  alguns dias após relembrar o abuso sexual que sofreu , falou sobre a violência obstétrica sofrida durante sua primeira gravidez.

A ex-Malhação tem 31 anos e dois filhos, Bruna Luz, de nove anos e Theo, de 6. Em uma carta aberta, ela contou a experiência de dar luz à Bruna, que fez aniversário também no dia de ontem:

“Minha história de compreensão e elaboração da violência começou há nove anos, na chegada da minha filha ao mundo. Por ter sido um parto vaginal e sem anestesia, eu não compreendia o que tinha acontecido, mas algo me parecia errado. Eu tinha 22 anos. Dois anos depois do nascimento dela, eu estava grávida do meu segundo filho. Ao repassar as experiências do primeiro parto com a médica, ela me disse: ‘O que aconteceu foi uma violência obstétrica e você precisa elaborar isso’.”.

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“Um filme passou na minha cabeça: não só a privação de água e comida, o impedimento de movimentar meu corpo. Não só as palavras de descrédito e humilhação sobre meu processo de parir, mas também a manobra de Kristeller (prática antiga da obstetrícia, que consiste em empurrar a barriga da mulher com toda força para que o bebê saia mais rápido; superperigosa pro bebê e para a mãe, altamente violenta). Doem também as memórias de trazer minha filha ao mundo gritando: ‘Não, não, não’, enquanto eu tentava fechar as pernas pra me proteger da dor. Essas dores estão vivas nas nossas células, na sensação física de limites que foram atravessados. Fica a vontade de chorar, o nó na garganta, asmemórias que estão gravadas e emergem nos registros do corpo.”

Ela terminou o relato dedicando sua luta por uma sociedade mais igualitária à filha aniversariante, esperançosa de que a menina viverá em um mundo melhor.

“Filha, hoje é seu aniversário de 9 anos. Parte do meu trabalho de despertar é limpar o terreno para que você pise com mais segurança. Estamos abrindo espaço para que seu caminho seja mais livre e mais justo. Esse movimento não é só meu, mas de todas mulheres que vieram antes, são por nossas avós, bisas, tias, primas… Mulheres que atravessaram tudo isso sem ter espaço de fala e escuta. Quando você puder compreender toda essa história, minha filha, eu espero que você sinta orgulho e admiração por esse movimento.”

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Fonte: IG Mulher

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