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VW afirma que picape Tanoak não será produzida

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O conceito Atlas Tanoak antecipou a picape que não será produzida; entenda mais sobre o caso

O vice-presidente de marketing e estratégia da Volkswagen, Hein Schafer, revelou ao site Argentina Autoblog que o projeto Tanoak apresentado como uma picape acima da Amarok não verá a luz do dia. De acordo com o executivo, a marca decidiu focar na Tarok, apresentada como conceito durante o Salão do Automóvel 2018.

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A Tanoak foi apresentada como conceito em março de 2018, tendo o SUV Atlas como base. Sendo maior e mais luxuoso que a Amarok, o modelo seria muito caro para o mercado sul-americano. Schafer afirma que as chances do modelo ser produzido são, em suas palavras, próximas de zero.

A Tarok vem aí

A Tarok, nova picape intermediária da Volkswagen na mesma categoria da Fiat Toro, já apareceu nos registros de patente do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em seu desenho definitivo. Com poucas alterações visuais na comparação com o conceito apresentado durante o Salão do Automóvel de 2018, o modelo será fabricado no continente em 2021.

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Não fica claro que a picape de produção realmente adotou o recurso de rebatimento dos bancos traseiros com uma abertura para a caçamba, a fim de ampliar sua capacidade de carga. A Volkswagen diz que novos detalhes serão revelados em tempo, mas adianta que o projeto nacional chamou bastante atenção da matriz europeia; tanto que o conceito foi exibido no Salão de Frankfurt (Alemanha).

Ao Autoblog, o presidente da Volkswagen América do Sul, Pablo Di Si, admitiu que Brasil e Argentina estão disputando a produção da Tarok. A fábrica argentina de Pacheco é o destino mais provável, uma vez que o futuro SUV médio Tarek será feito com a mesma plataforma por lá.

Próxima geração da Amarok

Volkswagen e Ford fecharam um novo acordo de colaboração durante o Salão de Detroit (EUA) no ano passado. A joint-venture prevê colaboração na fabricação de novos veículos elétricos e comerciais, incluindo as próximas gerações de Ranger e Amarok. De acordo com o site Argentina Autoblog, as marcas também estão trabalhando para lançar versões SUV de sete lugares das picapes, na mesma categoria de Toyota SW4, Mitsubishi Pajero Sport e Chevrolet Trailblazer.

O chamado “Projeto Cyclone” está em andamento na Argentina, e tudo indica que os novos SUVs serão fabricados no complexo industrial da Ford, em Pacheco. A publicação argentina também obteve a nomenclatura interna do projeto do SUV, tratado pelo time de engenharia como “U704”.

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A Volkswagen já chegou a desenvolver um SUV com base na Amarok. O modelo não foi lançado por conta das novas regras de homologação para a emissão de gases tóxicos no continente europeu. Também havia uma apreensão interna de que o projeto não fosse rentável. Dividindo os custos de engenharia com a Ford, o modelo finalmente poderá ver a luz do dia.

Fonte: IG CARROS
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Carregamento sem fio deve ser o futuro dos carros elétricos

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Olhar Digital

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O carregamento sem fio pode ser uma realidade para o setor de carros elétricos

Assim como já é possível o carregamento sem fio para alguns modelos de celular, com a linha de carros elétricos da BMW pode não ser diferente. A empresa alemã está desenvolvendo um carregador sem fio para seus veículos elétricos, o que pode configurar o começo de um novo futuro.

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Carregar um veículo com um cabo apresenta diversas dificuldades. A primeira e principal delas é encontrar uma estação de carregamento com o conector certo para seu carro. É quase como abastecer apenas em um posto de gasolina que tenha o mesmo país de origem do veículo.

A falta de padronização de estações de carregamento é um dos grandes desafios para montadoras, gerentes de infraestrutura e proprietários de veículos, até mesmo em países onde os carros elétricos já são realidade. E mesmo que encontre um bom lugar para abastecer, isso demanda tempo. Recuperar a energia de um carro elétrico demora muito mais do que encher o tanque de gasolina.

O carregamento sem fio pode transformar todas essas dificuldades enquanto o veículo estiver estacionado. Sem filas, sem conectores confusos, apenas parado e desligado.

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O padrão de carregamento sem fio da Society of Automotive Engineers (SAE J2954) está quase em sua versão final e pode criar confiança em montadoras, gerentes de infraestrutura e proprietários de veículos para adotarem essa tecnologia. Essa facilidade pode também reduzir a necessidade de instalação de um carregador caro em casa, baixando o custo total de um carro elétrico. O lançamento comercial do padrão de carregamento sem fio baseado em J2954 é esperado ainda para este ano.

Outro ponto a favor desse tipo de carregamento é a autonomia da bateria. Os carros elétricos produzidos atualmente saem de fábrica com um alcance muito alto e dificilmente usado. A distância média percorrida de carro nos EUA é de dez quilômetros ou menos, mas os consumidores compram veículos como se fossem atravessar o país todos os dias, porque o carregamento ainda é algo incerto, e as montadoras entendem que o alcance da bateria deve ser equivalente à capacidade do tanque.

A BMW vem testando a tecnologia do SAE J2954 em alguns modelos 530e plug-in híbridos equipados com a tecnologia wireless WiTricity. A Hyundai aproveitou os testes para usá-lo também como assistente de estacionamento autônomo. Outras montadoras, como GM, Nissan e Honda, também são parceiras no desenvolvimento da tecnologia.

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Atualmente, a maioria das instalações de carregamento sem fio estão em residências, principalmente na Europa. Mas a Research and Markets estima que, até 2027, esse mercado crescerá de US$ 16 milhões para US$ 234 milhões.

Entretanto, o crescimento não é tão simples assim. Para que essa mudança aconteça, as montadoras devem massificar o uso do SAE J2954. O carregamento sem fio não vai dominar o mercado de uma hora para outra, se é que vai de fato ser o líder em algum momento. Isso desenha um futuro em que as fabricantes precisarão criar veículos com duas interfaces de carregamento, uma com fio e outra wireless, por muitos anos.

A instalação de placas de carregamento em muitos lugares exigirá muitos projetos de engenharia, permissões, fornecimento de serviços públicos e arrendamentos – algo que também aconteceria com a expansão da infraestrutura comum.

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A ausência da Tesla neste investimento também deve ser levada em conta. A empresa, que hoje é a maior da indústria de carros elétricos , prefere apostar em baterias grandes e superchargers. 

Via: Roadshow

Fonte: IG CARROS

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