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SUÍNOS/CEPEA: Demanda se enfraquece e preços do vivo e da carne recuam

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Cepea, 16/01/2020 – Com as despesas típicas de início de ano, que reduzem o poder aquisitivo da população, a demanda no mercado interno se enfraqueceu. Assim, segundo dados do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne têm registrado queda neste início de janeiro em grande parte das praças acompanhadas. Quanto aos embarques da carne suína, seguem aquecidos em janeiro. Segundo dados da Secex, nos primeiros sete dias úteis de 2020, as exportações registraram média diária de 3,3 mil toneladas de carne in natura, 5,8% acima da média de dezembro/19, quando os embarques atingiram recorde. Assim, por enquanto, as exportações somam 23,3 mil toneladas e a receita atinge US$ 63,5 milhões. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram nesta sexta-feira (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.

“Hoje recebemos com muita satisfação uma notícia esperada há muito tempo: a reabertura do mercado de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos. Uma notícia que esperávamos com ansiedade há algum tempo e que hoje eu tive a felicidade de receber. É uma ótima notícia, porque isso traz o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano”, disse a ministra Tereza Cristina. 

O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina in natura para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.

Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados. 

As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa.

Desde o início do ano passado, a ministra tem feito diversas reuniões com o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, para tratar do assunto. Em junho de 2019, uma missão veterinária dos Estados Unidos esteve no Brasil para inspecionar frigoríficos de bovinos e suínos. A missão retornou em janeiro deste ano. 

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