Saúde

Prefeito de São Paulo inicia segunda sessão de quimioterapia

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, inicia hoje (12), o segundo ciclo de quimioterapia infusional. Segundo o boletim médico, a duração prevista para o procedimento é de 30 horas. A primeira sessão foi administrada no dia 30 de outubro. No total, serão três sessões e depois disso os médicos farão nova avaliação do quadro do paciente.

O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer maligno, na região do cardia, na transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

Bruno Covas

Bruno Covas faz tratamento contra câncer   (Arquivo/ Leon Rodrigues/Secom)

O boletim médico informa ainda que os trombos estão sob controle e já diminuíram, por isso a medicação anticoagulação, que era por via intravenosa, passou a ser administrada por via subcutânea.

Covas foi internado no dia 23 de outubro para o tratamento de uma erisipela. No dia 25, foi diagnosticada uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes diagnosticaram tromboembolismo pulmonar e o câncer.

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O prefeito decidiu continuar no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio Hospital Sírio-Libanês, onde está internado.

O prefeito está sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo professor dr. David Uip, prof. dr. Roberto Kalil Filho, prof. dr. Raul Cutait, dr. Artur Katz, dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, dr. Cyrillo Cavalheiro Filho e dr. Andre Echaime Vallentsits Estenssoro.

Edição: Kleber Sampaio
Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Ministério vai ofertar ajuda emergencial à Saúde do Rio

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O Ministério da Saúde irá oferecer ajuda emergencial à Saúde do município do Rio de Janeiro, de acordo com aviso enviado à imprensa. Amanhã (13), o ministro interino da Saúde, João Gabbardo, irá assinar Termo de Acordo com a prefeitura do Rio.

A assinatura está agendada para as 11h30 e ocorrerá no Palácio da Cidade, no bairro de Botafogo, no Rio. A pasta não adiantou quais serão os termos da ajuda, nem se haverá transferência de recursos.

Hoje (12) é o terceiro dia de paralisação dos servidores terceirizados da Saúde da cidade. Clínicas da família e centros municipais de saúde geridos por Organizações Sociais (OSs) estão funcionando apenas com 30% dos profissionais. Estão sendo atendidos apenas casos mais graves, os demais estão sendo encaminhados a outras unidades de saúde.

Os trabalhadores, que são agentes comunitários de saúde, farmacêuticos, técnicos de enfermagem, entre outros, estão com salários atrasados desde outubro.

Decisão judicial

Nesta quinta-feira, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ) determinou o bloqueio de R$ 300 milhões das contas do Município do Rio de Janeiro para o pagamento dos profissionais terceirizados da Saúde que estão com os salários atrasados. Os empregados devem voltar ao trabalho assim que forem pagos.

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A prefeitura ainda pode recorrer da decisão. Pelas redes sociais, o prefeito Marcelo Crivella não há crise na saúde. “Não há crise, é falsa. Houve sim, atraso de um mês, em alguns casos, dois meses nas OSs, mas só nelas”, diz em vídeo publicado nas redes sociais na tarde de hoje.

De acordo com Crivella, nos grandes hospitais não há atraso de salário. “Os atrasos foram nas OSs, por conta também da péssima gestão de algumas delas, que estamos tirando agora”.

Em nota divulgada hoje, a prefeitura informou que R$ 12,5 milhões deverão ser repassados para as Organizações Sociais (OSs) ainda hoje. A partir daí, as organizações têm 24 horas para depositar o salário nas contas dos funcionários.

Edição: Bruna Saniele
Fonte: EBC Saúde
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