Polícia Federal

PF prende em flagrante servidor público federal em Recife/PE

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Recife/PE – A Polícia Federal prendeu em flagrante na terça-feira (12/11) um servidor público federal que estava exigindo pagamento de vantagem indevida de empresário do ramos de manutenção de prédio e condomínio.

Segundo o empresário, o fiscal teria vistoriado uma de suas obras e indicado a existência de várias irregularidades que resultariam em multas no valor de R$ 7 mil. Para que não fosse lavrado um auto de infração, o fiscal teria cobrado uma propina de R$ 3,5 mil. Ao alegar não dispor do dinheiro, ficou estabelecido que o empresário pagaria R$ 1 mil, divididos em duas parcelas de R$ 500. No dia seguinte, o empresário procurou o CREA/PE e, em seguida, a Polícia Federal, que começou a acompanhar o desenrolar dos fatos com o objetivo de realizar a prisão em flagrante no momento do pagamento da quantia.

A ação teve seu desfecho quando, acompanhado pelos policiais, o empresário entregou o dinheiro ao servidor, que foi abordado ao tentar deixar o local do encontro. Os policiais confirmaram o recebimento da propina. Ao ser feita uma busca pessoal no suspeito, também foi encontrado em sua carteira R$ 1,6 mil em espécie, o que pode configurar também, o recebimento de outras propinas. Também foram apreendidos seus dois telefones celulares.

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O envolvido foi preso em flagrante e conduzido para a Superintendência da Polícia Federal no Cais do Apolo. Ele responderá pelo crime de corrupção passiva e, caso seja condenado, poderá pegar penas que variam de 2 a 12 anos de reclusão, além de multa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco

Contato: (81) 2137-4076
E-mail: [email protected]

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Polícia Federal

PF deflagra 3ª fase da Operação Arpão de Netuno

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João Pessoa/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação ARPÃO DE NETUNO – Fase 3, com objetivo de combater o tráfico de drogas no Estado da Paraíba, praticado por uma organização criminosa.

Policiais federais deram cumprimento a 24 mandados de prisão preventiva e 3 de busca e apreensão, nas cidades de João Pessoa/PB e São Paulo/SP. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Entorpecentes, da Comarca de João Pessoa/PB.

A investigação demonstrou que, após a deflagração pela Polícia Federal da denominada Operação Gerônimo, no ano de 2017, que teve por objetivo investigar e responsabilizar criminalmente os integrantes da organização criminosa, houve uma reorganização da facção em razão de conflitos internos, com a ascensão de novos líderes, após o afastamento e o decreto da morte de algumas das lideranças anteriores.

A nova estrutura da organização criminosa foi rebatizada e o processo de refundação vem investindo em realizar o cadastro de seus integrantes.

O aprofundamento das investigações revelou detalhes da estrutura da organização criminosa, forma de funcionamento e identificação de seus integrantes, a saber:

1 – O COMANDO da organização criminosa, denominada de PALAVRA FINAL, era exercido por dois homens, ambos presos e cumprindo pena no Presídio PB1, nesta Capital.

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2 – A estrutura DELIBERATIVA, denominada de CONSELHO, era composta por 15 integrantes, os quais ocupam o segundo escalão hierárquico da ORCRIM, responsáveis pelas principais decisões do grupo criminoso.

3 – A estrutura EXECUTIVA realizava o loteamento dos bairros de João Pessoa e demais cidades do Estado, com indicação dos responsáveis pelo controle do tráfico de drogas;

4 – A estrutura de CADASTRAMENTO dos integrantes da organização, que era feito mediante fichas individuais, constando data de filiação, área de atuação e padrinho responsável pela indicação;

5   – Por fim, a estrutura FINANCEIRA, denominada de CAIXINHA, consistia na utilização de contas bancárias de terceiros e familiares para ocultação dos valores recebidos com o tráfico de drogas, possibilitando o fortalecimento da grupo criminoso mediante a aquisição de armas, pagamento de advogados e envio de recursos a integrantes presos e familiares.

Foi determinado pelo Poder Judiciário o bloqueio de contas bancárias, totalizando o montante de aproximadamente R$ 500 mil.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e organização criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 20 anos de reclusão.

O nome da operação é uma alusão ao poder, à força da atuação do Estado na repressão ao tráfico de drogas.

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Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

Contato: (83) 3269-9400
E-mail: [email protected]

 

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