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PF combate tráfico internacional de drogas e de armas em três estados e no Uruguai

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Rio Grande/RS – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (13/11) a Operação Highlander, para desarticular três organizações criminosas que, de forma associada, atuavam no tráfico internacional de drogas e de armas. Mais de 100 policiais federais cumprem 23 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão preventiva nos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

A Operação Highlander iniciou em março de 2019, quando duas pessoas foram presas pela Brigada Militar em Rio Grande ao trazerem um fuzil do Uruguai. No decorrer da investigação, a Polícia Federal identificou que o fuzil era parte do pagamento pela remessa de cocaína para o país vizinho, efetuada por uma organização criminosa sediada na cidade de São José do Norte/RS. O grupo criminoso possuía ligação com traficantes estabelecidos em Bonito/MS, de onde era enviada droga proveniente da Bolívia para o Rio Grande do Sul, para ser distribuída em cidades da zona sul do estado e no Uruguai.

Para estabelecer o domínio na região, a organização criminosa investigada ostentava armas de grosso calibre em vídeos compartilhados em redes sociais e ameaçava moradores de São José do Norte que viessem a alugar imóveis sem informar e consultar antecipadamente a quadrilha.

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Os crimes investigados são tráfico internacional de drogas, tráfico de armas e organização criminosa.

O nome da operação está relacionado ao apelido de um dos líderes da organização criminosa de São José do Norte, que faz referência ao guerreiro imortal do norte da Escócia, personagem de filmes e séries.

Será realizada entrevista coletiva, às 10h, na Delegacia de Polícia Federal em Rio Grande .

 

CIDADE/UF  –  MANDADO DE BUSCA  –  MANDADO DE PRISÃO
São José do Norte/RS –  15  –  2
Rio Grande/RS  –  2  –  0
Chuí/RS  –  2  –  1
Porto Xavier/RS  –  1  –  0
Camboriú/SC  –  1  –  0
Bonito/MS  –  1  –  1
Ponta Porã/MS  –  1  –  0

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Sul
Fone: (51) 3235.9005
[email protected]

Comunicação Social da Polícia Federal em Rio Grande
(53) 3293-9000

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Polícia Federal

PF deflagra 3ª fase da Operação Arpão de Netuno

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João Pessoa/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação ARPÃO DE NETUNO – Fase 3, com objetivo de combater o tráfico de drogas no Estado da Paraíba, praticado por uma organização criminosa.

Policiais federais deram cumprimento a 24 mandados de prisão preventiva e 3 de busca e apreensão, nas cidades de João Pessoa/PB e São Paulo/SP. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Entorpecentes, da Comarca de João Pessoa/PB.

A investigação demonstrou que, após a deflagração pela Polícia Federal da denominada Operação Gerônimo, no ano de 2017, que teve por objetivo investigar e responsabilizar criminalmente os integrantes da organização criminosa, houve uma reorganização da facção em razão de conflitos internos, com a ascensão de novos líderes, após o afastamento e o decreto da morte de algumas das lideranças anteriores.

A nova estrutura da organização criminosa foi rebatizada e o processo de refundação vem investindo em realizar o cadastro de seus integrantes.

O aprofundamento das investigações revelou detalhes da estrutura da organização criminosa, forma de funcionamento e identificação de seus integrantes, a saber:

1 – O COMANDO da organização criminosa, denominada de PALAVRA FINAL, era exercido por dois homens, ambos presos e cumprindo pena no Presídio PB1, nesta Capital.

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2 – A estrutura DELIBERATIVA, denominada de CONSELHO, era composta por 15 integrantes, os quais ocupam o segundo escalão hierárquico da ORCRIM, responsáveis pelas principais decisões do grupo criminoso.

3 – A estrutura EXECUTIVA realizava o loteamento dos bairros de João Pessoa e demais cidades do Estado, com indicação dos responsáveis pelo controle do tráfico de drogas;

4 – A estrutura de CADASTRAMENTO dos integrantes da organização, que era feito mediante fichas individuais, constando data de filiação, área de atuação e padrinho responsável pela indicação;

5   – Por fim, a estrutura FINANCEIRA, denominada de CAIXINHA, consistia na utilização de contas bancárias de terceiros e familiares para ocultação dos valores recebidos com o tráfico de drogas, possibilitando o fortalecimento da grupo criminoso mediante a aquisição de armas, pagamento de advogados e envio de recursos a integrantes presos e familiares.

Foi determinado pelo Poder Judiciário o bloqueio de contas bancárias, totalizando o montante de aproximadamente R$ 500 mil.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e organização criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 20 anos de reclusão.

O nome da operação é uma alusão ao poder, à força da atuação do Estado na repressão ao tráfico de drogas.

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Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba

Contato: (83) 3269-9400
E-mail: [email protected]

 

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