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Paim se preocupa com aumento no índice de transmissão de HIV no país

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O senador Paulo Paim (PT-RS) usou a tribuna do Plenário nesta segunda-feira (2) para lembrar do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, celebrado em 1° de dezembro. O parlamentar ressaltou que durante todo o mês serão desenvolvidas atividades de conscientização sobre tratamento e prevenção à doença sexualmente transmissível HIV/Aids.

O parlamentar apresentou dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids) sobre índices de transmissão da doença. Segundo a pesquisa, entre 2010 e 2018, a taxa de pessoas infectadas no Brasil cresceu 21%, enquanto a taxa no mundo diminuiu 16%. Para Paim, esse cenário no país é resultado de uma falta de assistência governamental aos grupos mais vulneráveis à doença.

— A Unaids constatou que mais da metade dos novos casos afetaram as chamadas população mais vulneráveis ao HIV/AIDS, que são usuários de drogas, homossexuais, profissionais do sexo, pessoas trans e presidiários. Justamente os segmentos populacionais que não encontram, hoje, no governo federal, receptividade, atenção e respeito que merecem — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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No país com mais gado do mundo, pobre não pode comer carne, dispara Lula

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Agência Brasil

O ex-presidente Lula foi ao Twitter para questionar a alta no preço da carne bovina

No início da tarde deste domingo (8), o ex-presidente Lula foi ao Twitter para questionar a alta no preço da carne bovina no País, nas últimas semanas. Em tom de crítica ao governo atual, ele relembrou o passado e garantiu que nos anos em que foi presidente as pessoas mais pobres podiam comprar carne para o churrasco.

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O petista ainda lamentou o fato do Brasil ser o País com mais gado do mundo e passar por esses problemas.

“Não é possível que o Brasil seja o país com o maior rebanho de gado do mundo e o povo pobre não pode comprar carne. No meu tempo de governo o povo tinha orgulho de poder comprar picanha pro churrasco e hoje não consegue comprar meio quilo de carne moída”, publicou em seu Twitter.

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Preço da carne atinge maior nível dos últimos 30 anos

Há algumas semanas, os consumidores estão sentido no bolso o aumento do preço da carne bovina. A razão para o crescimento envolve, além do fator China, um momento de oferta restrita de bois no Brasil, um tradicional aumento da procura doméstica por carnes no fim do ano e o dólar cotado acima dos R$ 4, que aumenta ainda mais o ganho dos exportadores na hora de converter o dinheiro das vendas para real.

Carne atinge maior preço em 30 anos no Brasil com alta de exportações para China

Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em menos de três meses o custo do contrafilé subiu 50% para os supermercados; o do coxão mole, 46%.

Por isso, o aumento foi repassado aos consumidores. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse, no fim de novembro, que os preços mais altos vieram para ficar.

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“Neste momento, o mercado está sinalizando que os preços da carne bovina, que estavam deprimidos, mudaram de patamar”, afirmou, em nota publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo. Questionada se continua a consumir carne vermelha, respondeu em tom de brincadeira: “Estou comendo frango. Agora, é só frango”.

Economistas não sabem até onde vai a pressão sobre o preço da carne no Brasil, mas garantem mais uns meses para que o mercado possa encontrar um equilíbrio.

“Com o Ano Novo Chinês, em janeiro, essa pressão se manterá”, disse Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, em entrevista à revista Exame. Em sua live semanal, transmitida pelo Facebook, Jair Bolsonaro explicou que o prazo é de no máximo quatro meses.

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