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Marcos Rogério ressalta aumento da criminalidade no Brasil

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O senador Marcos Rogério (DEM-RO) destacou o aumento da criminalidade no país, nesta quarta-feira (4), em Plenário. O parlamentar disse que o Congresso não pode mais adiar a análise das matérias relacionadas ao pacote anticrime do ministro da Justiça Sergio Moro. 

— E repito: seja a análise da proposta que tramita na Câmara dos Deputados, seja o exame das propostas em tramitação aqui no Senado, o tema precisa ser enfrentado. E isso, de preferência, no mais curto prazo possível — disse o senador.

O senador citou dados do Atlas da Violência, anuário publicado pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, segundo os quais, apontam que em 2016, ocorreram 62.517 homicídios no Brasil. A taxa de 30,3 mortes por 100 mil habitantes é 30 vezes superior ao continente europeu.

— E como o que é ruim pode piorar, em 2017 o número de homicídios ultrapassou o assombroso quantitativo de 65 mil concidadãos. É um cenário de guerra. É um cenário lamentável— ressaltou Marcos Rogério.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Moro celebra aprovação do pacote anticrime na Câmara, mas quer mudanças no texto

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Agência Brasil

Ministro Sérgio Moro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, comemorou na noite desta quarta-feira (4), em sua conta pessoal no Twitter, a aprovação do projeto de lei do pacote anticrime na Câmara dos Deputados. O texto segue agora para o Senado.

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No Twitter, Moro escreveu que houve “avanços importantes” e deu “congratulações aos deputados”, citando que o projeto unifica o texto enviado pelo governo federal com as propostas do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Entretanto, para o ministro, “há necessidade de algumas mudanças no texto”. “Continuaremos dialogando com CN, para aprimorar o PL”.

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O ministro destacou, entre os pontos do projeto aprovado na Câmara, a “proibição de progressão de regime ao membro de crime organizado, execução imediata dos veredictos do Júri, agente policial disfarçado, regras mais duras de cumprimento de penas para condenados por crimes hediondos com resultado morte”.

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